<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701</id><updated>2012-02-01T18:40:33.814-02:00</updated><category term='História da Religião'/><category term='A Religião nas Artes'/><category term='Motivos da Mudança'/><category term='A Trindade (St. Agostinho)'/><category term='Natal 2008'/><category term='Comunicados'/><category term='Reflexões'/><category term='Vida Familiar'/><category term='Onipresença e Panteísmo'/><category term='É só o Amor'/><category term='O Dom Supremo (por Henry Drummond - Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)'/><category term='Instrumentos da paz'/><category term='O Seqüestro da Subjetividade (autoria de: Pe. Fábio de Melo)'/><category term='Natal 2010'/><category term='Republicações'/><category term='Como mudar o mundo'/><category term='Dividindo para Unir'/><category term='Catecismo Católico'/><category term='Espiritualidade e Sexualidade'/><category term='Natal 2009'/><category term='Datas especiais'/><category term='O Amor nos torna responsáveis (por Wilson João)'/><title type='text'>:: Ad-Infinitum ::</title><subtitle type='html'>שמע ישראל יהוה אלהינו יהוה אחד

 &lt;br&gt; Busquem a Comunhão com o Infinito</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>144</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-5262356590493772838</id><published>2011-09-07T13:49:00.007-03:00</published><updated>2011-09-07T15:00:01.972-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte XII</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARÁGRAFO 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; I. Concebido pelo poder do Espírito Santo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 484) A Anunciação a Maria inaugura a "plenitude dos tempos" (Gl 4,4), isto é, o cumprimento das promessas e das preparações. Maria é convidada a conceber aquele em quem habitará “corporalmente a plenitude da divindade" (Cl 2,9). A resposta divina à sua pergunta "Como se fará isto, se não conheço homem algum?" (Lc 1,34) é dada pelo poder do Espírito: "O Espírito Santo virá  sobre ti" (Lc 1,35).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 461,721) &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tzIcaQ9zc7Y/TmetaYDYlvI/AAAAAAAAAq4/8eEu07J2VKs/s1600/ANUNCIa%25C3%25A7%25C3%25A3o"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 221px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-tzIcaQ9zc7Y/TmetaYDYlvI/AAAAAAAAAq4/8eEu07J2VKs/s320/ANUNCIa%25C3%25A7%25C3%25A3o" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649674926204425970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 485) A missão do Espírito Santo está  sempre conjugada e ordenada à do Filho  (Jo 16, 14-15). O Espírito Santo é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e fecundá-la divinamente, ele que é "o Senhor que dá a Vida", fazendo com que ela conceba o Filho Eterno do Pai em uma humanidade proveniente da sua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 689,723) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 486) Ao ser concebido como homem no seio da Virgem Maria, o Filho Único do Pai é "Cristo", isto é, ungido pelo Espirito Santo (Mt 1, 20; Lc 1, 35) desde o início de sua existência humana, ainda que sua manifestação só se realize progressivamente: aos pastores (Lc2,8-20), aos magos (Mt 2,1-12), a João Batista (Jo 1, 31-34), aos discípulos (Jo 2,11). Toda a Vida de Jesus Cristo manifestará, portanto, "como Deus o ungiu com o Espírito e com poder" (At 10,38).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  437) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; II. Nascido da Virgem Maria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 487) O que a fé católica crê acerca de Maria funda-se no que a Igreja crê acerca de Cristo. E o que a fé ensina sobre Maria ilumina, por sua vez, a fé Católica em Cristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  963) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; A PREDESTINAÇÃO DE MARIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 488) "Deus enviou Seu Filho" (Gl 4,4), mas, para "formar-lhe um corpo (Hb 10,5)" quis a livre cooperação de uma criatura. Por isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe de Seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré na Galiléia, "uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi, e o nome da virgem era Maria" (Lc 1,26-27):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quis o Pai das misericórdias que a Encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de seu Filho, para que, assim como uma mulher contribuiu para a morte, uma mulher também contribuísse para a vida &lt;/em&gt;(Constituição dogmática - Vaticano II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  489) Ao longo de toda a Antiga Aliança, a missão de Maria foi preparada pela missão de santas mulheres. No princípio está Eva: a despeito de sua desobediência, ela recebe a promessa de uma descendência que será  vitoriosa sobre o Maligno (Gn 3,15) e a de ser a mãe de todos os viventes (Gn 3,20). Em virtude dessa promessa, Sara concebe um filho, apesar de sua idade avançada (Gn 18, 10-14 ; 21, 1-2). Contra toda expectativa humana, Deus escolheu o que era tido como impotente e fraco (1 Cor 1,27) para mostrar sua fidelidade à sua promessa: Ana, a mãe de Samuel (1 Sm 1), Débora, Rute, Judite e Ester, e muitas outras mulheres. Maria &lt;em&gt;"sobressai entre (esses) humildes e pobres do Senhor, que dele esperam e recebem com confiança a Salvação. Com ela, Filha de Sião por excelência, depois de uma demorada espera da promessa, completam-se os tempos e se instaura a nova economia" &lt;/em&gt;(Constituição dogmática Vaticano II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 722,410,145,64) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A IMACULADA CONCEIÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 490) Para ser a Mãe do Salvador, Maria foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça" (Lc 1,28). Efetivamente, para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação era preciso que ela estivesse totalmente sob a moção da graça de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2676,2853,2001) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RUwp_0GoT6A/TmetawlHgZI/AAAAAAAAArA/7whH6vhCtds/s1600/NossaSenhoraMariaAgraciada.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 208px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-RUwp_0GoT6A/TmetawlHgZI/AAAAAAAAArA/7whH6vhCtds/s320/NossaSenhoraMariaAgraciada.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649674932788363666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 491) Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, "cumulada de graça" por Deus, foi redimida desde a concepção. E isso que confessa o dogma da Imaculada Conceição, proclamado em 1854 pelo papa Pio IX:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  411) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha do pecado original.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 492) Esta "santidade resplandecente, absolutamente única" da qual Maria é "enriquecida desde o primeiro instante de sua conceição, lhe vem inteiramente de Cristo: "Em vista dos méritos de seu Filho, foi redimida de um modo mais sublime". Mais do que qualquer outra pessoa criada, o Pai a "abençoou com toda a sorte de bênçãos espirituais, nos céus, em Cristo" (Ef 1,3). Ele a "escolheu nele (Cristo), desde antes da fundação do mundo, para ser santa e imaculada em sua presença, no amor" (Ef 1,4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2011,1077) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 493) Os Padres da tradição oriental chamam a Mãe de Deus "a toda santa" ("Pan-hagia"; pronuncie "pan-haguía"), celebram-na como "imune de toda mancha de pecado, tendo sido plasmada pelo Espirito Santo, e formada como uma nova criatura". Pela graça de Deus, Maria permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 494) Ao anúncio de que, sem conhecer homem algum, ela conceberia o Filho do Altíssimo pela virtude do Espírito Santo (Lc 1,28-37), Maria respondeu com a "obediência da fé" (Rm 1,5), certa de que "nada é impossível a Deus": "Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra" (Lc 1,37-38). Assim, dando à Palavra de Deus o seu consentimento, Maria se tornou Mãe de Jesus e, abraçando de todo o coração, sem que nenhum pecado a retivesse, a vontade divina de salvação, entregou-se ela mesma totalmente à pessoa e à obra de seu Filho, para servir, na dependência Dele e com Ele, pela graça de Deus, ao Mistério da Redenção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2617,148,968) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz Santo Irineu, &lt;em&gt;"obedecendo, se fez causa de salvação tanto para si como para todo o gênero humano"&lt;/em&gt;. Do mesmo modo, não poucos antigos Padres dizem com ele: "&lt;em&gt;O nó da desobediência de Eva foi desfeito pela obediência de Maria; o que a virgem Eva ligou pela incredulidade, a virgem Maria desligou pela fé”.&lt;/em&gt; Comparando Maria com Eva, chamam Maria de "mãe dos viventes" e com freqüência afirmam: &lt;em&gt;"Veio a morte por Eva, e a vida por Maria”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  726) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QpL9C2vdRLQ/TmeueO2DmzI/AAAAAAAAArI/RsKeWKHrm7o/s1600/nova%2Beva"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-QpL9C2vdRLQ/TmeueO2DmzI/AAAAAAAAArI/RsKeWKHrm7o/s320/nova%2Beva" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649676091963710258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A MATERNIDADE DIVINA DE MARIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 495) Denominada nos Evangelhos "a Mãe de Jesus" (João 2,1;19,25[a72] ), Maria é aclamada, sob o impulso do Espírito, desde antes do nascimento de seu Filho, como "a Mãe de meu Senhor" (Lc 1,43). Com efeito, Aquele que ela concebeu Espírito Santo como homem e que se tornou verdadeiramente seu Filho segundo a carne não é outro que o Filho eterno do Pai, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja confessa que Maria é verdadeiramente Mãe de Deus (Theotókos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 466,2677) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; A VIRGINDADE DE MARIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 496) Desde as primeiras formulações da fé, a Igreja confessou que Jesus foi concebido exclusivamente pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, afirmando também o aspecto corporal deste evento: Jesus foi concebido "do Espírito Santo, sem sêmen". Os Padres vêem na conceição virginal o sinal de que foi verdadeiramente o Filho de Deus que veio numa humanidade como a nossa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Santo Inácio de Antioquia (início do século II): "Estais firmemente convencidos acerca de Nosso Senhor, que é verdadeiramente da raça de Davi segundo a carne (Rm 1, 3), Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus (Jo 1,13), verdadeiramente nascido de uma virgem... ele foi verdadeiramente pregado, na sua carne, {à cruz} por nossa salvação sob Pôncio Pilatos... ele sofreu verdadeiramente, como também ressuscitou verdadeiramente".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 497) Os relatos evangélicos (Mt 1, 18-25 ; Lc 1, 26-38) entendem a conceição virginal como uma obra divina que ultrapassa toda compreensão e toda possibilidade humanas (Lc 1,34): &lt;em&gt;"O que foi gerado nela vem do Espírito Santo", &lt;/em&gt;diz o anjo a José acerca de Maria, sua noiva (Mt 1,20). A Igreja vê aí o cumprimento da promessa divina dada pelo profeta Isaías: "Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho" (Is 7,14, segundo a tradução grega de Mt 1,23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  498) Por vezes tem-se estranhado o silêncio do Evangelho de São Marcos e das epístolas do Novo Testamento sobre a concepção virginal de Maria. Houve também quem se perguntasse se não se trataria aqui de lendas ou de construções teológicas sem pretensões históricas. A isto deve-se responder: a fé na concepção virginal de Jesus deparou com intensa oposição, zombarias ou incompreensões da parte dos não-crentes, judeus e pagãos ( cf. S. Justino, dialogus cum Tryphone Iudaeo 66, 67 ; Origenes, Cels. 1, 32. 69 ; e.a). Ou seja, ela não era motivada pela mitologia pagã ou por alguma adaptação às idéias do tempo. O sentido deste acontecimento só é acessível à fé, que o vê no &lt;em&gt;"nexo que interliga os mistérios entre si", &lt;/em&gt;no conjunto dos Mistérios de Cristo, desde a sua Encarnação até a sua Páscoa. Santo Inácio de Antioquia já dá testemunho deste nexo: &lt;em&gt;"O príncipe deste mundo ignorou a virgindade de Maria e o seu parto, da mesma forma que a Morte do Senhor: três mistérios proeminentes que se realizaram no silêncio de Deus"&lt;/em&gt; (Santo Inácio de Antioquia – Ad Eph. 19, 1 ; cf. 1 Cor 2, 8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 90,2717) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ioqb0UCrHCU/TmevFIhuNlI/AAAAAAAAArQ/Wtq_pTXRutg/s1600/virgem_maria.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ioqb0UCrHCU/TmevFIhuNlI/AAAAAAAAArQ/Wtq_pTXRutg/s320/virgem_maria.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649676760282707538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MARIA - "SEMPRE VIRGEM"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 499) O aprofundamento de sua fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo após o parto do Filho de Deus feito homem. Com efeito, o nascimento de Cristo "não diminuiu, mas sagrou a integridade virginal" de sua mãe. A Liturgia da Igreja celebra Maria como a "Aeiparthenos" (pronuncie " áeiparthénos"), "sempre virgem[a87] ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 500) A isto objeta-se por vezes que a Escritura menciona Irmãos e irmãs de Jesus (Mc 3, 31-35 ; 6, 3 ; 1 Co 9, 5 ; Ga 1, 19). A Igreja sempre entendeu que essas passagens não designam outros filhos da Virgem Maria: com efeito, Tiago e José, "irmãos de Jesus" (Mt 13,55), são os filhos de uma Maria discípula de Cristo (Mt 27,56), que significativamente é designada como "a outra Maria" (Mt 28,1). Trata-se de parentes próximos de Jesus, consoante uma expressão conhecida do Antigo Testamento (Gn 13, 8 ; 14, 16 ; 29, 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 501) Jesus é o Filho Único de Maria. Mas a maternidade espiritual de Maria (Jo 19, 26-27 ; Ap 12, 17) estende-se a todos os homens que Ele veio salvar: "Ela gerou seu Filho, do qual Deus fez “o primogênito entre uma multidão de irmãos” (Rm 8,29), isto é, entre os fiéis, em cujo nascimento e educação Ela coopera com amor materno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 969,970) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A MATERNIDADE VIRGINAL DE MARIA NO DESÍGNIO DE DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 502) O olhar da fé pode descobrir, tendo em mente o conjunto da Revelação, as razões misteriosas pelas quais Deus, em seu desígnio salvífico, quis que seu Filho nascesse de uma virgem. Essas razões tocam tanto a pessoa e a missão redentora de Cristo quanto o acolhimento desta missão por Maria em favor de todos os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  90) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 503) A virgindade de Maria manifesta a iniciativa absoluta de Deus Encarnação. Jesus tem um só Pai: Deus (Lc 2,48-49). "A natureza humana que ele assumiu nunca o afastou do Pai...; por natureza, Filho de seu Pai segundo a divindade; por natureza, Filho de sua Mãe, segundo a humanidade; mas propriamente Filho de Deus em suas duas naturezas." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  422) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 504) Jesus é concebido pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, pois ele é o Novo Adão que inaugura a nova criação: “O primeiro homem, tirado da terra, é terrestre; o segundo homem vem do Céu" (1Cor 15,47). A humanidade de Cristo é, desde a sua concepção, repleta do Espírito Santo, pois Deus "lhe dá o Espírito sem medida" (Jo 3,34). &lt;strong&gt;É da "plenitude dele", cabeça da humanidade remida (Cl 1,18), que "nós recebemos graça sobre graça"&lt;/strong&gt; (Jo 1,16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  359) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 505) Jesus, o Novo Adão, inaugura por sua concepção virginal o novo nascimento dos filhos de adoção no Espírito Santo pela fé. "Como se fará  isto?" (Lc 1,34). A participação na vida divina não vem "do sangue, nem de uma vontade da carne, nem de uma vontade do homem, mas de Deus" (Jo 1,13). O acolhimento desta vida é virginal, pois esta é totalmente dada pelo Espírito ao homem. O sentido esponsal da vocação humana em relação a Deus (2Cor 11,2) é realizado perfeitamente na maternidade virginal de Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1265) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  506) Maria é virgem porque sua virgindade é o sinal de sua fé, absolutamente livre de qualquer dúvida, e de sua doação sem reservas à vontade de Deus (1 Cor 7, 34-35). É sua fé que lhe concede tornar-se a Mãe do Salvador: &lt;em&gt;"Beatior est Maria percipiendo fidem Christi quam concipiendo carnem Christi&lt;/em&gt; - Maria é mais bem-aventurada recebendo a fé de Cristo do que concebendo a carne de Cristo" (S. Agostinho, De Sancta virginitate. 3 : PL 40, 398).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 148,1814) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 507) Maria é ao mesmo tempo Virgem e Mãe por ser a figura e a mais perfeita realização da Igreja. "A Igreja... torna-se também ela Mãe por meio da palavra de Deus que ela recebe na fé, pois pela pregação e pelo Batismo ela gera para a vida nova e imortal os filhos concebidos do Espírito Santo e nascidos de Deus. Ela é também a virgem que guarda, íntegra e puramente, a fé dada a seu Esposo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 967,149) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wqmsTjcRwag/Tmew6cD9__I/AAAAAAAAArY/G_fT5kT49IA/s1600/NOSSA-SENHORA-E-SEU-FILHO-JESUS.gif"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-wqmsTjcRwag/Tmew6cD9__I/AAAAAAAAArY/G_fT5kT49IA/s320/NOSSA-SENHORA-E-SEU-FILHO-JESUS.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5649678775571316722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;em&gt;508) Na descendência de Eva, Deus escolheu a Virgem Maria para ser a Mãe de seu Filho. "Cheia de graça", ela é "o fruto mais excelente da Redenção". Desde o primeiro instante de sua concepção, foi totalmente preservada da mancha do pecado original e permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  509) Maria é verdadeiramente "Mãe de Deus", visto ser a Mãe do Filho Eterno de Deus feito homem, que é ele mesmo Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 510) Maria "permaneceu Virgem concebendo seu Filho, Virgem ao dá-lo à luz, Virgem ao carregá-lo, Virgem ao alimentá-lo de seu seio, Virgem sempre": com todo o seu ser Ela é "a Serva do Senhor" (Lc 1,38).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  511) A Virgem Maria cooperou "para a salvação humana com livre fé e obediência". Pronunciou seu "fiat" (faça-se) "em representação de toda a natureza humana". Por sua obediência, tornou-se a nova Eva, Mãe dos viventes.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continua...)&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-5262356590493772838?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/5262356590493772838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=5262356590493772838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5262356590493772838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5262356590493772838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/09/catecismo-parte-xii.html' title='Catecismo - Parte XII'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tzIcaQ9zc7Y/TmetaYDYlvI/AAAAAAAAAq4/8eEu07J2VKs/s72-c/ANUNCIa%25C3%25A7%25C3%25A3o' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-5746214273474588</id><published>2011-07-11T10:27:00.003-03:00</published><updated>2011-07-11T23:07:05.714-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - parte XI</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAPITULO II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARTIGO 1 - CREIO EM JESUS CRISTO, FILHO ÚNICO  DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A BOA NOVA: DEUS ENVIOU SEU FILHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 422) "Quando, porém, chegou a plenitude do tempo, enviou Deus seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a Lei, para remir os que estavam sob a Lei, a fim de que recebêssemos a adoção filial" (Gl 4,4-5). Este é "o Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus (Mc 1,1)": Deus visitou seu povo (Lc 1, 68), cumpriu as promessas feitas a Abraão e à sua descendência (Lc 1, 55); fê-lo para além de toda expectativa: enviou seu "Filho bem-amado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  389,2763) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 423) Cremos e confessamos que Jesus de Nazaré, nascido judeu de uma filha de Israel, em Belém, no tempo do rei Herodes Magno e do imperador César Augusto, carpinteiro de profissão, morto e crucificado em Jerusalém, sob o procurador Pôncio Pilatos, durante o reinado do imperador Tibério, é o Filho eterno de Deus feito homem; que Ele "veio de Deus" (Jo 13,3), "desceu do céu" (Jo 3,13; 6,33), "veio na carne (1Jo 4, 2)", pois "o  Verbo se fez carne e habitou entre nós, e nós vimos sua glória, glória que Ele tem junto ao Pai, como Filho único, cheio de graça e de verdade... Pois de sua plenitude nós recebemos graça por graça" (Jo 1,14-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 424) Movidos pela graça do Espírito Santo e atraídos pelo Pai, cremos e confessamos acerca de Jesus: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16,16). Foi sobre a rocha desta fé, confessada por São Pedro, que Cristo construiu sua Igreja (Mt 16, 18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  683,552) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"ANUNCIAR... A INSONDÁVEL RIQUEZA DE CRISTO" (Ef 3,8)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 425) A transmissão da fé cristã é primeiramente o anúncio de Jesus Cristo, para levar à fé Nele. Desde o começo, os primeiros discípulos ardiam do desejo de anunciar Cristo: "Pois não podemos, nós, deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos" (At 4,20). E convidam os homens de todos os tempos a entrarem na alegria de sua comunhão com Cristo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt; O que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos e o que nossas mãos apalparam do Verbo da vida – porque a Vida manifestou-se: nós a vimos e lhe damos testemunho e vos anunciamos a Vida Eterna, que estava voltada para o Pai e que no;   apareceu -, o que vimos e ouvimos, vo-lo anunciamos para que estejais também em comunhão conosco. E nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo. E isto vos escrevemos para que nossa alegria seja completa (1Jo 1,1-4).&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  850,858) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRISTO É O CENTRO DA CATEQUESE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 426) No centro da catequese encontramos essencialmente &lt;strong&gt;uma Pessoa, a de Jesus de Nazaré, Filho único do Pai&lt;/strong&gt;..., que sofreu e morreu por nós &lt;strong&gt;e agora, ressuscitado, vive conosco para sempre&lt;/strong&gt;... Catequizar... é desvendar na Pessoa de Cristo todo o desígnio eterno de Deus que Nela se realiza. É procurar compreender o significado dos gestos e das palavras de Cristo e dos sinais realizados por Ele." A finalidade definitiva da catequese é &lt;strong&gt;"levar à comunhão com Jesus Cristo: só ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade"&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1698,513,260) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 427) "Na catequese, &lt;strong&gt;é Cristo, Verbo Encarnado e Filho de Deus, que é ensinado - todo o resto está em relação com Ele; e somente Cristo ensina; todo outro que ensine, fá-lo na medida em que é seu porta-voz, permitindo a Cristo ensinar por sua boca...&lt;/strong&gt; Todo catequista deveria poder aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: &lt;em&gt;'Minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou'&lt;/em&gt; (Jo 7,16)."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  2145,876) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WAFoBOgyiuE/Thr5L8pLMcI/AAAAAAAAAqA/WTDcUfXrd48/s1600/Jesus1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 227px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-WAFoBOgyiuE/Thr5L8pLMcI/AAAAAAAAAqA/WTDcUfXrd48/s320/Jesus1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628084668005560770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 428) Aquele que é chamado a "ensinar o Cristo" deve, portanto, procurar primeiro "este ganho supereminente que é o conhecimento de Cristo"; é preciso &lt;strong&gt;"aceitar perder tudo... a fim de ganhar a Cristo e ser achado Nele", &lt;/strong&gt;e "&lt;em&gt;conhecer o poder de sua  Ressurreição e a participação em seus sofrimentos, conformando-me com ele em sua Morte, para ver se alcanço a ressurreição de entre os mortos&lt;/em&gt;" (Fl 3,8-11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 429) É deste conhecimento amoroso de Cristo que jorra o desejo de anunciá-lo, de "evangelizar" e de levar outros ao "sim" da fé em Jesus Cristo. Mas ao mesmo tempo se faz sentir a necessidade de conhecer cada vez melhor esta fé. Para este fim, segundo a ordem do Símbolo da fé, primeiro serão apresentados&lt;strong&gt; os principais títulos de Jesus: Cristo, o Filho de Deus, o Senhor &lt;/strong&gt;(artigo 2). Em seguida, o Símbolo confessa os principais Mistérios da vida de Cristo: os de sua Encarnação (artigo 3), os de sua Páscoa (artigos 4 e 5) e, finalmente, os de sua Glorificação (artigos 6 e 7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  851) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO 2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E EM JESUS CRISTO, SEU FILHO ÚNICO, NOSSO SENHOR"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I- JESUS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 430) Jesus quer dizer, em hebraico, "Deus salva". No momento da Anunciação, o anjo Gabriel dá-lhe como nome próprio o nome de Jesus, que exprime ao mesmo tempo &lt;strong&gt;Sua identidade &lt;/strong&gt;e missão (Lc 1,31). Uma vez que &lt;em&gt;"só Deus pode perdoar os pecados"&lt;/em&gt; (Mc 2,7), é Ele que, em Jesus, seu Filho eterno feito homem, &lt;em&gt;"salvará seu povo dos pecados"&lt;/em&gt; (Mt 1,21). Em Jesus, portanto, Deus recapitula toda a sua história de salvação em favor dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  210,402) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 431) Na História da Salvação, Deus não se contentou em libertar Israel da "casa da escravidão" (Dt 5,6), fazendo-o sair do Egito. Salva-o também de seu pecado. Por ser o pecado sempre uma ofensa feita a Deus (Sl 51,6), só ele pode perdoá-lo (Sl 51,12). Por isso Israel, tomando consciência cada vez mais clara da universalidade do pecado, não poder  mais procurar a salvação a não ser na invocação do Nome do Deus Redentor (Sl 79, 9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  1441,1850,388) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uV7rtqBOoOA/Thr81qKZbOI/AAAAAAAAAqo/g3osadFZsvk/s1600/nomeJesus.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 206px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-uV7rtqBOoOA/Thr81qKZbOI/AAAAAAAAAqo/g3osadFZsvk/s320/nomeJesus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628088683134020834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 432) &lt;strong&gt;O nome de Jesus significa que o próprio nome de Deus está presente na pessoa de seu Filho &lt;/strong&gt;(At 5,41; 3Jn7) feito homem para a redenção universal e definitiva dos pecados. É o único nome divino que traz a salvação (Jo 3,5; At 2,21) e a partir de agora pode ser invocado por todos, pois &lt;strong&gt;se uniu a todos os homens pela Encarnação&lt;/strong&gt; (Rm10, 6-13), de sorte que "&lt;strong&gt;não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens, &lt;/strong&gt;pelo qual devamos ser salvos" (At 4,12; At 9,14; Tg 2,7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  589,266,389,161) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 433) O nome do Deus Salvador era invocado uma só vez por ano pelo sumo sacerdote para a expiação dos pecados de Israel, depois de ele aspergir o propiciatório do Santo dos Santos com o sangue do sacrifício (Lv 16, 15-16 ; Eclo 50, 20 ; H 9, 7). O propiciatório era o lugar da presença de Deus (Ex 25, 22 ; Lv 16, 2 ; Nm 7, 89 ; Hb 9, 5). Quando São Paulo diz de Jesus que &lt;em&gt;"Deus o destinou como instrumento de propiciação, por seu próprio Sangue"&lt;/em&gt; (Rm 3,25), quer afirmar que na humanidade deste último &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"era Deus que em Cristo reconciliava consigo o mundo"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (2Cor 5,19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  615) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 434) A Ressurreição de Jesus glorifica o nome do Deus Salvador (Jo 12, 28), pois a partir de agora &lt;strong&gt;é o nome de Jesus que manifesta em plenitude o poder supremo do &lt;em&gt;"nome acima de todo nome"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Fl 2, 9-10). Os espíritos maus temem seu nome (At 16, 16-18 ; At 19, 13-16), e é em nome dele que os discípulos de Jesus operam milagres (Mc 16, 17), pois tudo o que pedem ao Pai em seu nome o Pai lhes concede (Jo 15,16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  2812,2614) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 435) &lt;strong&gt;O nome de Jesus está no cerne da oração cristã&lt;/strong&gt;. Todas as orações litúrgicas são concluídas pela fórmula &lt;em&gt;"per Dominum nostrum, Iesum Christum"&lt;/em&gt; (por Nosso Senhor, Jesus Cristo). A "Ave-Maria" culmina no &lt;em&gt;"e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus". &lt;/em&gt;A oração oriental do coração denominada "oração a Jesus" diz: &lt;em&gt;"Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor, tem piedade de mim, pecador"&lt;/em&gt;. Numerosos cristãos, como Sta. Joana d'Arc, morrem &lt;strong&gt;tendo nos lábios apenas o nome de Jesus&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  2667,2668,2676) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WY36-uYH374/Thr81tEhzSI/AAAAAAAAAqg/rU6jZEsGt2o/s1600/jesus%252520nome%252520poderoso.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 136px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-WY36-uYH374/Thr81tEhzSI/AAAAAAAAAqg/rU6jZEsGt2o/s320/jesus%252520nome%252520poderoso.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628088683914710306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II.  Cristo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 436) &lt;strong&gt;"Cristo"&lt;/strong&gt; vem da tradução grega do termo hebraico &lt;strong&gt;"Messias", &lt;/strong&gt;que quer dizer &lt;strong&gt;"ungido". &lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Só se torna o nome próprio de Jesus porque Este leva à perfeição a missão divina que significa.&lt;/strong&gt; Com efeito, em Israel eram ungidos em nome de Deus os que lhe eram consagrados para uma missão vinda Dele. Era o caso dos reis (1 Sm 9, 16 ; 10, 1 ; 16, 1. 12-13 ; 1 Rs 1, 39), dos sacerdotes (Ex 29, 7 ; Lv 8, 12) e, em raras ocasiões, dos profetas (Rs 19,16). Esse devia ser por excelência o caso do Messias que Deus enviaria para instaurar definitivamente seu Reino (Sl  2, 2 ; At 4, 26-27). O Messias devia ser ungido pelo Espírito do Senhor (Is 11, 2) ao mesmo tempo como rei e sacerdote (Za 4,14; Za 6,13), mas também como profeta ( Is 61, 1 ; Lc 4, 16-21). &lt;strong&gt;Jesus realizou a esperança messiânica de Israel em sua tríplice função de sacerdote, profeta e rei&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  690,695,711-716,783) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 437) O anjo anunciou aos pastores o nascimento de Jesus como o do Messias prometido a Israel: &lt;em&gt;"Hoje, na cidade de Davi, nasceu-vos um Salvador que &lt;strong&gt;é o Cristo Senhor&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt; (Lc 2,11). Desde o inicio Ele é &lt;em&gt;"aquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo" &lt;/em&gt;(Jo  10,36), concebido como "Santo"(Lc 1, 35) no seio virginal de Maria. José foi chamado por Deus "a receber Maria, sua mulher", grávida &lt;em&gt;"Daquele que foi gerado nela pelo Espírito Santo"&lt;/em&gt; (Mt 1,21), para que Jesus, &lt;em&gt;"que se chama Cristo", &lt;/em&gt;nascesse da esposa de José na descendência messiânica de Davi (Mt 1,16;  Rm 1, 3 ; 2 Tm 2, 8 ; Ap 22, 16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  486,525) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 438) A consagração messiânica de Jesus manifesta sua missão divina. &lt;strong&gt;"É, aliás, o que indica seu próprio nome, pois no nome de Cristo está  subentendido Aquele que ungiu, Aquele que foi ungido e a própria Unção com que Ele foi ungido: Aquele que ungiu é o Pai, Aquele que foi ungido é o Filho, e o foi no Espírito, que é a Unção"&lt;/strong&gt; (São Irineu). Sua consagração messiânica eterna revelou-se no tempo de sua vida terrestre, por ocasião de seu Batismo por João, quando &lt;em&gt;"Deus o ungiu com o Espírito Santo e poder"&lt;/em&gt;(At 10,38), &lt;em&gt;"para que ele fosse manifestado a Israel"&lt;/em&gt; (Jo 1,31) como seu Messias. Por suas obras e palavras será conhecido como "o Santo de Deus" (Mc 1, 24 ; Jn 6, 69 ; Ac 3, 14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  727,535) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qqGZplKvfl0/Thr5MHnf7mI/AAAAAAAAAqQ/8SVugfI6_UI/s1600/batismo.bmp"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-qqGZplKvfl0/Thr5MHnf7mI/AAAAAAAAAqQ/8SVugfI6_UI/s320/batismo.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628084670951321186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 439) Numerosos judeus e até certos pagãos que compartilhavam a esperança deles reconheceram em Jesus os traços fundamentais do "Filho de Davi" messiânico, prometido por Deus a Israel ( Mt 2, 2 ; Mt 9, 27; Mt 12, 23; Mt 15, 22; Mt 20, 30; Mt 21, 9.15). &lt;strong&gt;Jesus aceitou o título de Messias ao qual tinha direito &lt;/strong&gt;(Jo 4, 25-26; Jo 11, 27), &lt;strong&gt;mas com reserva, pois este era entendido por uma parte de seus contemporâneos segundo uma concepção demasiadamente humana &lt;/strong&gt;(Mt 22, 41-46), &lt;strong&gt;essencialmente política &lt;/strong&gt;( Jo 6, 15; Lc 24, 21). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 528-529,547) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 440) Jesus acolheu a profissão de fé de Pedro, que o reconhecia como o Messias anunciando a Paixão iminente do Filho do Homem (Mt 16, 16-23). Desvendou o conteúdo autêntico de sua realeza messiânica, seja na identidade transcendente do Filho do Homem "que desceu do Céu" (Jo  3,13; Jn 6, 62 ; Dn 7, 13) seja em sua missão redentora como Servo sofredor: &lt;em&gt;"O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate pela multidão"&lt;/em&gt; (Mt 20,28; Is 53, 10-12). Por isso o verdadeiro sentido de sua realeza só se manifestou do alto da Cruz (Jo 19, 19-22 ; Lc 23, 39-43). É somente após sua Ressurreição que sua realeza messiânica poderá ser proclamada por Pedro diante do povo de Deus: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Que toda casa de Israel saiba com certeza: Deus constituiu Senhor e Cristo este Jesus que vós crucificastes"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (At 2,36).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 552,550,445) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. Filho Único de Deus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 441) Filho de Deus, no Antigo Testamento, é um título aos anjos(Dt 32, 8 ; Jó 1, 6), ao povo da Eleição (Ex 4, 22 ; Os 11, 1 ; Jr 3, 19 ; Si 36, 11 ; Sg 18, 13), aos filhos de Israel (Dt 14, 1 ; Os 2, 1) e a seus reis (2 Sm 7, 14 ; Sl 82, 6). Significa então uma filiação adotiva que estabelece entre Deus e sua criatura relações de uma intimidade especial. Quando o Rei-Messias prometido é chamado "filho de Deus" (1 Cr 17, 13 ; Sl 2, 7), isso não implica necessariamente, segundo o sentido literal desses textos, que ele ultrapasse o nível humano. Os que designaram Jesus como Messias de Israel ( Mt 27, 54) talvez não tenham tido a intenção de dizer mais do que isto (Lc 23, 47).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 442) Não acontece o mesmo com Pedro, quando confessa Jesus como &lt;strong&gt;"o Cristo, o Filho do Deus vivo"&lt;/strong&gt; (Mt 16, 16), pois este lhe responde com solenidade: &lt;em&gt;"Não foi a carne e o sangue que te revelaram isso, e sim meu Pai que está nos Céus"&lt;/em&gt; (Mt 16,17). Paralelamente, Paulo dirá a propósito de sua conversão no caminho para Damasco: &lt;strong&gt;"Quando, porém, aquele que me separou desde o seio materno e me chamou, por sua graça houve por bem revelar em mim o Seu Filho, para que eu o evangelizasse entre os gentios..." &lt;/strong&gt;(Gl 1,15-16). &lt;em&gt;"Imediatamente, nas sinagogas, começou a proclamar Jesus, afirmando que ele é o Filho de Deus"&lt;/em&gt; (At 9,20). Este será  desde o início (1 Ts 1, 10) o centro da fé apostólica (Jo 20, 31) professada primeiro por Pedro como fundamento da Igreja (Mt 16, 18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  552,424) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 443) Se Pedro pôde reconhecer o caráter transcendente da filiação divina de Jesus Messias foi porque Este o deu a entender claramente. Diante do Sinédrio, a pergunta de seus acusadores: &lt;em&gt;"Tu és então o Filho de Deus?", &lt;/em&gt;Jesus respondeu: &lt;em&gt;"Vós dizeis que &lt;strong&gt;Eu Sou&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt; (Lc 22,70; Mt 26, 64 ; Mc 14, 61). Já bem antes, Ele se designara como "o Filho" que conhece o Pai (Mt 11, 27; Mt 21, 37-38) e que é diferente dos "servos" que Deus enviou anteriormente a seu povo ( Mt 21, 34-36), superior aos próprios anjos (Mt 24,36). Distinguiu sua filiação daquela de seus discípulos, não dizendo nunca "nosso Pai" (Mt 5, 48 ; 6, 8 ; 7, 21 ; Lc 11, 13), a não ser para ordenar-lhes: &lt;em&gt;"Portanto, orai desta maneira: Pai Nosso"&lt;/em&gt; (Mt 6,9); e &lt;strong&gt;sublinhou esta distinção: "Meu Pai e vosso Pai"&lt;/strong&gt; (Jo 20,17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2786) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 444) Os Evangelhos narram em dois momentos solenes - o Batismo e a Transfiguração de Cristo - a voz do Pai a designá-Lo como seu "Filho bem-amado" (Mt 3, 17; Mt 17, 5)". Jesus designa-se a Si mesmo como "o Filho Único de Deus" (Jo 3,16) e afirma com este título sua preexistência eterna (Jo 10, 36). Exige a fé &lt;strong&gt;"em nome do Filho Único de Deus"&lt;/strong&gt; (Jo 3,18). Esta confissão cristã aparece já  na exclamação do centurião diante de Jesus na cruz: &lt;em&gt;"Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus" &lt;/em&gt;(Mc 15,39), pois somente no Mistério Pascal o fiel cristão pode entender &lt;strong&gt;o pleno significado do título "Filho de Deus".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 536,554) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 445) É depois de Sua Ressurreição que a filiação divina de Jesus aparece no poder de sua humanidade glorificada:&lt;em&gt; "Estabelecido Filho de Deus com poder por sua Ressurreição dos mortos" &lt;/em&gt;(Rm 1,4; At13,33). Os apóstolos poderão confessar: &lt;em&gt;"Nós vimos a sua glória, glória que Ele tem junto ao Pai como Filho Único, cheio de graça e de verdade"&lt;/em&gt; (Jo 1,14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  653) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-b00xacggelg/Thr5MQoC4JI/AAAAAAAAAqY/mTe1QcTONzY/s1600/a-volta-de-jesus.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-b00xacggelg/Thr5MQoC4JI/AAAAAAAAAqY/mTe1QcTONzY/s320/a-volta-de-jesus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628084673369530514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV.  Senhor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 446) Na versão grega dos livros do Antigo Testamento, o nome inefável com o qual Deus se revelou a Moisés (Ex 3, 14), &lt;strong&gt;Iahweh&lt;/strong&gt;, traduzido por "Kýrios" ["Senhor"]. Senhor torna-se desde então o nome mais habitual para designar a própria divindade do Deus de Israel. É neste sentido forte que&lt;strong&gt; o Novo Testamento utiliza o título de "Senhor" para o Pai, e também - e aí está a novidade - para Jesus reconhecido assim como o próprio Deus&lt;/strong&gt; (1Cor 2, 8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  209) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 447) Jesus mesmo atribui-se de maneira velada este título quando discute com os fariseus sobre o sentido do Salmo 110 (Mt 22, 41-46 ; At 2, 34-36 ; Hb 1, 13), mas também de modo explícito dirigindo-se a seus apóstolos (Jo 13, 13). Ao longo de toda a sua vida pública, seus gestos de domínio sobre a natureza, sobre as doenças, sobre os demônios, sobre a morte e o pecado demonstravam sua soberania divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  548) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 448) Muito freqüentemente nos Evangelhos determinadas pessoas se dirigem a Jesus chamando-o de "Senhor". Este título exprime o respeito e a confiança dos que se achegam a Jesus e esperam dele ajuda e cura (Mt 8, 2; Mt 14, 30; 15, 22). Sob a moção do Espírito Santo, ele exprime o reconhecimento do Mistério Divino de Jesus (Lc 1, 43; Lc 2, 11). No encontro com Jesus ressuscitado, ele se transforma em expressão de adoração: &lt;strong&gt;"Meu Senhor e meu Deus!"&lt;/strong&gt; (Jo 20,28). Assume, então, uma conotação de amor e afeição que tornar-se-á peculiar à tradição cristã: &lt;strong&gt;"É o Senhor!" &lt;/strong&gt;(Jo 21,7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  208,683,641) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 449) Ao atribuir a Jesus o título divino de Senhor, as primeiras confissões de fé da Igreja afirmam, desde o início (At 2, 34-36), que o  poder, a honra e a glória devidos a Deus Pai cabem também a Jesus (Rm 9, 5; Tt 2, 13; Ap 5, 13), por ser Ele "de condição divina" (Fl 2,6) e ter o Pai manifestado esta soberania de Jesus ressuscitando-o dos mortos e exaltando-o em sua glória (Rm 10, 9 ; 1 Cor 12, 3 ; Fl 2, 11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  461,653) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 450) Desde o principio da história cristã a afirmação do senhorio de Jesus sobre o mundo e sobre a história (Ap 11, 15) significa também o reconhecimento de que &lt;strong&gt;o homem não deve submeter sua liberdade pessoal, de maneira absoluta, a nenhum poder terrestre, mas somente a Deus Pai e ao Senhor Jesus Cristo:&lt;/strong&gt; César não é "o Senhor" (Mc 12, 17; At 5, 29). &lt;em&gt;"A Igreja crê... que a chave, o centro e o fim de toda a história humana se encontram em seu Senhor e Mestre."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 668-672,2242) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 451) A oração cristã é marcada pelo título "Senhor", quer se trate do convite à oração ("o Senhor esteja convosco") ou da conclusão da oração ("por Jesus Cristo nosso Senhor") ou ainda do grito cheio de confiança e de esperança: "Maran atha" ("o Senhor vem!") ou "Marana tha" ("Vem, Senhor!") (1Cor 16,22): "Amém, vem, Senhor Jesus!" (Ap 2,20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2664-2665,2817) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 452) O nome de Jesus significa "Deus que salva". A criança nascida da Virgem Maria é chamada "Jesus", "pois Ele salvará seu povo de seus pecados" (Mt 1,21): &lt;strong&gt;"Não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos" &lt;/strong&gt;(At 4,12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 453) O nome Cristo significa "Ungido", "Messias". Jesus é o Cristo, pois "Deus o ungiu com o Espírito Santo e com poder" (At 10,38). Ele era "aquele que há de vir" (Lc 7,19), o objeto da "esperança de Israel" (At 4, 12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 454) O nome Filho de Deus significa a relação única e eterna de Jesus Cristo com Deus, seu Pai: Ele é &lt;strong&gt;o Filho Único do Pai &lt;/strong&gt;(Jo 1, 14-18 ; Jo 3, 16-18)&lt;strong&gt; e o próprio Deus &lt;/strong&gt;(Jo 1,1). Crer que Jesus Cristo é o Filho de Deus é necessário para ser cristão ( At 8, 37 ; 1 Jo 2, 23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 455) O nome &lt;strong&gt;Senhor&lt;/strong&gt; designa a soberania divina. Confessar ou invocar Jesus como Senhor é crer em sua divindade. &lt;strong&gt;"Ninguém pode dizer 'Jesus é Senhor' a não ser no Espírito Santo"&lt;/strong&gt; (1 Cor 12,3).&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO 3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARÁGRAFO 1 - O FILHO DE DEUS SE FEZ HOMEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I.   Por que o Verbo se fez carne?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 456) Com o Credo niceno-constantinopolitano, respondemos, confessando: "E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e se encarnou pelo Espirito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 457) O  Verbo se fez carne para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus: "Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação por nossos pecados" (1Jo 4,10). "O Pai enviou seu Filho como o Salvador do mundo" (1Jo 4,14). "Este apareceu para tirar os pecados" (1Jo 3,5):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  607,385) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt; &lt;strong&gt;"Doente, nossa natureza precisava ser curada; decaída, ser reerguida; morta, ser ressuscitada. Havíamos perdido a posse do bem, era preciso no-la restituir. Enclausurados nas trevas, era preciso trazer-nos à luz; cativos, esperávamos um salvador; prisioneiros, um socorro; escravos, um libertador.&lt;/strong&gt; Essas razões eram sem importância? Não eram tais que comoveriam a Deus a ponto de fazê-Lo descer até nossa natureza humana para visitá-la, uma vez que a humanidade se encontrava em um estado tão miserável e tão infeliz? (São Gregório de Nissa)&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 458) O  Verbo se fez carne para que, assim, conhecêssemos o amor de Deus:&lt;em&gt; "Nisto manifestou-se o amor de Deus por nós: &lt;strong&gt; Deus enviou seu Filho Único ao mundo para que vivamos por Ele"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; (1 Jo 4,9). &lt;em&gt;"Pois Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho Único, a fim de que todo o que crer Nele não pereça, mas tenha a Vida Eterna" &lt;/em&gt;(Jo 3,16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  219)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 459) O  Verbo se fez carne para ser nosso modelo de santidade: &lt;em&gt;"Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim..." &lt;/em&gt;(Mt 11,29). &lt;em&gt;"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai a não ser por mim" &lt;/em&gt;(Jo 14,6). E o Pai, no monte da Transfiguração, ordena:&lt;em&gt; "Ouvi-o"&lt;/em&gt; (Mc 9,7; Dt6, 4-5). Pois Ele é o modelo das Bem-aventuranças e a norma da Nova Lei: &lt;em&gt;"Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei"&lt;/em&gt; (Jo 15,12). Este amor implica a oferta efetiva de si mesmo em seu seguimento (Mc 8,34).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 520,823,2012,1717,1965) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 460) &lt;strong&gt; O  Verbo se fez carne para tornar-nos &lt;em&gt;"participantes da  natureza divina"&lt;/strong&gt; (2Pd 1,4): "Pois esta é a razão pela qual o Verbo se fez homem, e o Filho de Deus, Filho do homem: é &lt;strong&gt;para que o homem, entrando em comunhão com o Verbo e recebendo, assim, a filiação divina, se torne filho de Deus&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt; (São Irineu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1265,1391) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Pois o Filho de Deus se fez homem para nos fazer Deus" &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(São Atanásio). &lt;em&gt;"Unigenitus Dei Filius, suae divinitatis volens nos esse participes, naturam nostram assumpsit, ut homines deos faceret factus homo"&lt;/em&gt; (O Filho Unigênito de Deus, querendo-nos participantes de sua divindade, assumiu nossa natureza para que aquele que se fez homem dos homens fizesse deuses - São Tomás de Aquino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1988) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II.    A Encarnação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 461) Retomando a expressão de São João ("O Verbo se fez carne" Jo 1,14), &lt;strong&gt;a Igreja denomina "Encarnação" o fato de Filho de Deus ter assumido uma natureza humana para realizar nela a nossa salvação.&lt;/strong&gt; Em um hino atestado por São Paulo, a Igreja canta o mistério da Encarnação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt; &lt;em&gt;"Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus: Ele tinha a condição divina, e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a Si mesmo, assumiu a condição de servo, tomando a semelhança humana. E, achado em figura de homem, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz!"&lt;/em&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt; (Fl 2,5-8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 653,661,449) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-r1oDamm3BFI/Thr94emw1TI/AAAAAAAAAqw/j_gxDyr8ZuY/s1600/cruz.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 293px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-r1oDamm3BFI/Thr94emw1TI/AAAAAAAAAqw/j_gxDyr8ZuY/s320/cruz.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628089831083005234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 462) A Epístola aos Hebreus fala do mesmo mistério: &lt;em&gt;"Por isso, ao entrar no mundo, ele afirmou: 'Não quiseste sacrifício e oferenda. Tu, porém, formaste-me um corpo. Holocaustos e sacrifícios pelo pecado não foram de teu agrado. Por isso eu digo: Eis-me aqui... para fazer a tua vontade.'" &lt;/em&gt;(Hb 10,5-7, citando Sl 40,7-9 LXX)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 463) A fé na Encarnação verdadeira do Filho de Deus é o sinal distintivo da fé cristã: &lt;em&gt;"Nisto reconheceis o Espírito de Deus. &lt;strong&gt;Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio na carne é de Deus&lt;/strong&gt;"&lt;/em&gt; (1Jo 4,2). Esta é a alegre convicção da Igreja desde o seu começo, quando canta "o grande mistério da piedade”: &lt;em&gt;"Ele foi manifestado na carne"&lt;/em&gt; (1 Tm 3,16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  90) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. Verdadeiro Deus e verdadeiro homem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 464) O acontecimento único e totalmente singular da Encarnação do Filho de Deus não significa que Jesus Cristo seja em parte Deus e em parte homem, nem que ele seja o resultado da mescla confusa entre o divino e o humano. Ele se fez verdadeiramente homem permanecendo verdadeiro Deus. &lt;strong&gt;Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. &lt;/strong&gt;A Igreja teve de defender e clarificar esta verdade de fé no decurso dos primeiros séculos, diante das heresias que a falsificavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  88) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 465) As primeiras heresias, mais do que a divindade de Cristo, negaram sua humanidade verdadeira (docetismo gnóstico). Desde os tempos apostólicos a fé cristã insistiu na verdadeira Encarnação do Filho de Deus, "que veio na carne" (1Jn 4, 2-3; 2Jn 7). Mas desde o século III a Igreja teve de afirmar, contra Paulo de Samósata, em um concílio reunido em Antioquia, que &lt;strong&gt;Jesus Cristo é Filho de Deus por natureza e não por adoção&lt;/strong&gt;. O I Concílio Ecumênico de Nicéia, em 325, confessou em seu Credo que o Filho de Deus é &lt;em&gt;"gerado, não criado, consubstancial (homousios) ao Pai" &lt;/em&gt;e condenou Ário, que afirmava que "o Filho de Deus veio do nada" e que ele seria "de uma substância diferente da do Pai".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  242) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 466) A heresia nestoriana via em Cristo uma pessoa humana unida à pessoa divina do Filho de Deus. Diante dela, São Cirilo de Alexandria e o III Concílio Ecumênico, reunido em Éfeso em 431, confessaram que &lt;em&gt;"o Verbo, unindo a si em sua pessoa uma carne animada por uma alma racional, se tornou homem". &lt;/em&gt; &lt;strong&gt;A humanidade de Cristo não tem outro sujeito senão a pessoa divina do Filho de Deus, que a assumiu e a fez Sua desde sua concepção&lt;/strong&gt;. Por isso o Concílio de Éfeso proclamou, em 431, que Maria se tornou de verdade Mãe de Deus pela concepção humana do Filho de Deus em seu seio: "Mãe de Deus não porque o Verbo de Deus tirou dela sua natureza divina, mas porque é dela que Ele tem o corpo sagrado dotado de uma alma racional, unido ao qual, na Sua pessoa, se diz que o Verbo nasceu segundo a carne".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  495) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 467) Os monofisistas afirmavam que a natureza humana tinha cessado de existir como tal em Cristo ao ser assumida por sua pessoa divina de Filho de Deus. Confrontado com esta heresia, IV  Concílio Ecumênico, em Calcedônia, confessou em 451: &lt;em&gt;"Na linha dos santos Padres, ensinamos unanimemente a confessar &lt;strong&gt;um só e mesmo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, o mesmo perfeito em divindade e perfeito em humanidade, o mesmo verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, composto de um alma racional e de um corpo, consubstancial ao Pai segundo a divindade, consubstancial a nós segundo a humanidade&lt;/strong&gt;, 'semelhante a nós em tudo, com exceção do pecado'&lt;/em&gt; (Hb 4,15); gerado do Pai antes de todos os séculos segundo a divindade, e nesses últimos dias, para nós e para nossa salvação, nascido da Virgem Maria, Mãe de Deus, segundo a humanidade. &lt;strong&gt;Um só e mesmo Cristo, Senhor, Filho Único, que devemos reconhecer em duas naturezas, sem confusão, sem mudanças, sem divisão, sem separação.&lt;/strong&gt; A diferença das naturezas não é de modo algum suprimida por sua união, mas antes as propriedades de cada uma são salvaguardadas e reunidas em uma só pessoa e uma só hipóstase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 468) Depois do Concílio de Calcedônia, &lt;strong&gt;alguns fizeram da natureza humana de Cristo uma espécie de sujeito pessoal.&lt;/strong&gt; Contra eles, o V Concílio Ecumênico, em Constantinopla, em 553, confessou a propósito de Cristo: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Não há senão uma única hipóstase [ou pessoa], que é Nosso Senhor Jesus Cristo, Um da Trindade". &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Na humanidade de Cristo, portanto, tudo deve ser atribuído à sua pessoa divina como ao seu sujeito próprio; não somente os milagres, mas também os sofrimentos, e até a morte: &lt;em&gt;"Aquele que foi crucificado na carne, nosso Senhor Jesus Cristo, é verdadeiro Deus, Senhor da glória e Um da Santíssima Trindade”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 254,616) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rZzP6OGc8PA/Thr5L5JlioI/AAAAAAAAAqI/fjmZHpgHGw4/s1600/JesusCristo2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 229px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-rZzP6OGc8PA/Thr5L5JlioI/AAAAAAAAAqI/fjmZHpgHGw4/s320/JesusCristo2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628084667067763330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 469) A Igreja confessa, assim, que &lt;strong&gt;Jesus é inseparavelmente verdadeiro Deus e verdadeiro homem.&lt;/strong&gt; Ele é verdadeiramente o Filho de Deus que se fez homem, nosso irmão, e isto sem deixar de ser Deus, nosso Senhor: &lt;em&gt;"Id quod fuiit remansit et quod non fuiit assumpsit" &lt;/em&gt;(Ele permaneceu o que era, assumiu o que não era), canta a liturgia romana. E a liturgia de São João Crisóstomo proclama e canta: &lt;em&gt;"Ó Filho Único e Verbo de Deus, sendo imortal, vos dignastes por nossa salvação encarnar-vos da Santa Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, vós que sem mudança vos tornastes homem e fostes crucificado, ó Cristo Deus, que por vossa morte esmagastes a morte, sois Um da Santíssima Trindade, glorificado com o Pai e o Espírito Santo, salvai-nos!".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  212) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV.  De que maneira o Filho de Deus é homem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 470) Uma vez que na união misteriosa da Encarnação "a natureza humana foi assumida, não aniquilada”, a Igreja tem sido levada, ao longo dos séculos, a confessar a plena realidade da alma humana, com suas operações de inteligência e vontade, e a do corpo humano de Cristo. Mas, paralelamente, teve de lembrar toda vez que &lt;strong&gt;a natureza humana de Cristo pertence "in proprio" à pessoa divina do Filho de Deus que a assumiu.&lt;/strong&gt; Tudo o que Cristo é e o que faz nela depende do "Um da Trindade". Por conseguinte,&lt;strong&gt; o Filho de Deus comunica à sua humanidade seu próprio modo de existir pessoal na Trindade&lt;/strong&gt;. Assim, em sua alma como em seu corpo, Cristo exprime humanamente os modos divinos de agir da Trindade (Jo 14,9-10):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 516,626) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt; [O Filho de Deus] trabalhou com mãos humanas, pensou com inteligência humana, agiu com vontade humana, amou com coração humano. Nascido da Virgem Maria, &lt;strong&gt;tornou-se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado.&lt;/strong&gt; (Gaudium et Spes)&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2599) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;A ALMA E O CONHECIMENTO HUMANO DE CRISTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 471) Apolinário de Laodicéia afirmava que em Cristo o Verbo havia substituído a alma ou o espírito. Contra este erro a Igreja confessou que o Filho assumiu também uma alma racional humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  363) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 472) Esta alma humana que o Filho de Deus assumiu é dotada de um verdadeiro conhecimento humano. &lt;strong&gt;Enquanto tal, este não podia ser em si ilimitado: exercia-se nas condições históricas de sua existência no espaço e no tempo. Por isso O Filho de Deus, ao tornar-se homem, pôde aceitar "crescer em sabedoria, em estatura e em graça"&lt;/strong&gt; (Lc 2,52) e também informar-se sobre aquilo que na condição humana se deve aprender de maneira experimental (Mc 6, 38; Mc 8, 27; Jn 11, 34; etc). Isto correspondia à realidade de seu rebaixamento voluntário na "condição de escravo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 473) Mas, ao mesmo tempo, este conhecimento verdadeiramente humano do Filho de Deus exprimia a vida divina de sua pessoa. "A natureza humana do Filho de Deus, não por si mesma, mas por sua união ao Verbo, conhecia e manifestava nela tudo o que convém a Deus." (São Máximo Confessor). Este é, em primeiro lugar, o caso do conhecimento íntimo e direto que o Filho de Deus feito homem tem de seu Pai (Mc 14, 36; Mt 11, 27; Jn 1, 18; Jn 8, 55; etc). O Filho mostrava também em seu conhecimento humano a penetração divina que tinha pensamentos secretos do coração dos homens (Mc 2, 8; Jn 2, 25; Jn 6, 61; etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  240) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 474) Por sua união a Sabedoria divina na pessoa do Verbo encarnado, o conhecimento humano de Cristo gozava em plenitude da ciência dos desígnios eternos que viera revelar (Mc 8, 31; Mc 9, 31; Mc 10, 33-34; Mc 14, 18-20. 26-30). O que Ele reconhece desconhecer neste campo (Mc 13, 32) declara alhures não ser sua missão revelá-lo (At 1,7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A VONTADE HUMANA DE CRISTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 475) Paralelamente, a Igreja confessou no VI Concílio Ecumênico que Cristo possui duas vontades e duas operações naturais, divinas e humanas, não opostas, mas cooperantes, de sorte que o Verbo feito carne quis humanamente na obediência a seu Pai tudo o que decidiu divinamente com o Pai e o Espírito Santo por nossa salvação. A vontade humana de Cristo &lt;em&gt;"segue a sua vontade divina sem estar em resistência nem em oposição em relação a ela; mas antes sendo subordinada a esta vontade todo-poderosa".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2008,2824) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O VERDADEIRO CORPO DE CRISTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 476) Visto que o Verbo se fez carne assumindo uma verdadeira humanidade, o corpo de Cristo era delimitado. Em razão disso, o rosto humano de Jesus pode ser "desenhado". No VII Concílio Ecumênico, a Igreja reconheceu como legítimo que ele seja representado em imagens sagradas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1159-1162,2129-2132) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 477) Ao mesmo tempo, a Igreja sempre reconheceu que,&lt;strong&gt; no corpo de Jesus, &lt;em&gt;"Deus, que por natureza é invisível, se tornou visível aos nossos olhos"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Missale Romanum. Prefácio de natal. Ver também &lt;strong&gt;Jo 18,6-9&lt;/strong&gt;). Com efeito as particularidades individuais do corpo de Cristo exprimem a pessoa divina do Filho de Deus. Este fez seus os traços de seu corpo humano a ponto de, pintados em uma imagem sagrada, poderem ser venerados, pois o crente que venera sua imagem &lt;strong&gt;"venera nela a pessoa que está  pintada".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;O CORAÇÃO DO VERBO ENCARNADO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 478) Jesus conheceu-nos e amou-nos a todos durante sua Vida, sua Agonia e Paixão e entregou-se por todos e cada um de nós: &lt;strong&gt;"O Filho de Deus amou-me e entregou-se por mim" &lt;/strong&gt;(Gl 2,20). Amou-nos a todos com um coração humano. Por esta razão, o sagrado Coração de Jesus, traspassado por nossos pecados e para a nossa salvação (Jo 19,34), &lt;em&gt;"praecipuus consideratur index et symbolus... illius amoris, quo divinus Rcdemptor aeternum Patrem hominesque universos continenter adamat" &lt;/em&gt;(é considerado o principal sinal e símbolo daquele amor com o qual o divino Redentor ama ininterruptamente o Pai Eterno e todos os homens).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 487,368,2669,766) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4iXbYjg9eoM/Thr0Y_yShdI/AAAAAAAAAp4/VXh46biNvOY/s1600/jesuscora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 227px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-4iXbYjg9eoM/Thr0Y_yShdI/AAAAAAAAAp4/VXh46biNvOY/s320/jesuscora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5628079394629256658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 479) &lt;strong&gt;No tempo determinado por Deus, o Filho Único do Pai, a Palavra Eterna, isto é, o Verbo e a Imagem substancial do Pai, encarnou sem perder a natureza divina, assumiu a natureza humana.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 480) Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade de sua Pessoa Divina: por isso Ele é o único mediador entre Deus e os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 481) Jesus Cristo possui duas naturezas, a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na &lt;strong&gt;única Pessoa do Filho de Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 482) Sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Cristo tem uma inteligência e uma vontade humanas, perfeitamente concordantes com Deus e submetidas a Sua inteligência e a Sua vontade divinas, que tem em comum com o Pai e o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 483) A Encarnação é, portanto, o &lt;strong&gt;Mistério da admirável união da natureza divina e da natureza humana na única Pessoa do Verbo.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-5746214273474588?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/5746214273474588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=5746214273474588&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5746214273474588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5746214273474588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/07/catecismo-parte-xi.html' title='Catecismo - parte XI'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WAFoBOgyiuE/Thr5L8pLMcI/AAAAAAAAAqA/WTDcUfXrd48/s72-c/Jesus1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-8288296504641297930</id><published>2011-06-29T13:57:00.012-03:00</published><updated>2011-06-30T18:00:26.789-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Quem é Jesus Cristo?</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Para uma melhor compreensão das partes X (post anterior) e XI (post seguinte) do Catecismo, resolvi postar um texto com algumas reflexões sobre o misticismo Cristão e a natureza da pessoa de Jesus Cristo. Assim, este post não faz parte do texto original do Catecismo que vem sendo publicado. Por isso, não tem o número dos parágrafos. No entanto, essa intervenção é de essencial importância para a correta compreensão da religião cristã, para tirar de vez o tabu de um Deus enciumado de suas prerrogativas. Deus tem o prazer de nos dar a sua essência e nos tornar Um com Ele, nos divinizando. Mas para isso, precisamos estar unidos a Ele, pois Ele é nossa Vida. Fora Dele não há nada (nada de verdadeiro). Esse post tem a intenção de esclarecer "quem é Jesus Cristo", a fim de fazer sentido os parágrafos vindouros do Catecismo, dando continuidade à explicação do símbolo apostólico. Encarem como uma catequese complementar, que parte de um ponto de vista místico, sem descartar o teológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Segundo a Mística Católica (baseada na Teologia), o Catolicismo é monista (sim, apesar de parecer dual, não é. Aliás, o dualismo foi uma heresia combatida pela Igreja Católica, quando da origem do "maniqueísmo"... mas isso é outra história). Todos os místicos de todos os tempos concordam que a dimensão trazida pela comunhão instituída por Jesus Cristo supera todo o pecado e todo o império de morte que haviam adentrado no mundo pela revolta de Adão (pecado original). Essa é uma visão holística, universal, ou seja, é católica. Não exclui nenhuma etnia ou gênero humano. É o fim do pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt; &lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/CIhYakcl-XQ" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;(O Pão do Céu - Sallete)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/oA5p_xzeuUc" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;(O Pão do Céu - Pe. Marcelo Rossi)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Assim como todo o gênero humano estava rompido em sua relação com Deus, por causa da concupiscência de Adão (do homem velho), da mesma forma todo o gênero humano foi reconciliado com Deus, por meio da justificação e da graça trazida por Jesus Cristo (o novo homem). Dessa forma, todo aquele que nasce do Espírito é chamado "novo homem", podendo ser também chamado de "Filho de Deus". Essa é a graça trazida por Jesus Cristo. O Filho de Deus reconciliou a humanidade com o Pai, de modo que, sendo nós também homens, possamos assumir a identidade de "homem verdadeiro", uno com Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A Catolicidade da salvação em Cristo não exclui nenhum tipo de homem, pois só podemos encontrar nossa própria humanidade em Jesus Cristo (verdadeiro homem). Fora Dele, não há humanidade. O caráter é Universal, é católico. Só exclui uma coisa: a vontade. Pois a única coisa que diferencia a identidade humana é o "LIVRE ARBÍTRIO". É "QUEM" você quer ser. Nisso, a graça não pode nos alterar, pois, para sermos verdadeiramente "deus", precisamos ser verdadeiramente livres. Ou seja, é necessário que possamos fazer a escolha de sermos "Filho eterno" do "Pai eterno". Fora da escolha não há divindade, pois o Amor não dá lugar à Tirania, e a natureza Divina é Amor por essência. O único caso em que a salvação de Cristo não abrange o indivíduo é no caso expresso de "Recusa" da salvação (ao recusar a pessoa do Filho, o indivíduo se revolta contra sua própria vida, pois o Filho é a Nossa Vida. NEle existimos e temos nosso ser, tanto humano quanto divino. É o único caso em que há o pecado... todo pecado é um estado de recusa a Deus, e, portanto, de recusa à Vida. É quando a morte entra na história do indivíduo). "O salário do pecado é a morte". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Não podemos recusar a pessoa do Filho em Jesus Cristo, porque Ele veio para tornar essa pessoa a nossa própria pessoa. Só há uma pessoa do Filho na Trindade. Não pode o homem ter existência verdadeira fora daquele que é, em Si mesmo, a Nossa Humanidade, aquele que é o "verdadeiro homem". Fora Daquele que é "o Homem" só há morte, só há o homem velho, o homem decaído, só há Adão (barro que veio do pó e ao pó retorna). Fora do Filho Verdadeiro, não há filhos... há meras criaturas. Para sermos "homem", precisamos estar com aquele que é "o homem". Para sermos divinos, precisamos estar com aquele que é Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/cUxfEL1adHs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;(Estar Contigo - Walmir Alencar)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A Divindade é uma só. A humanidade também é Uma só. Só existe Um Deus. Só existe Um homem. Só existe Um “verdadeiro Deus e verdadeiro homem”. Não existem homens... Nem deuses... Não existem consciências (no plural). Não existe João, pedro, fulano, sicrano... Só existe UM. Ninguém é deus de si mesmo. Nenhum indivíduo tem o ser em si mesmo. Só Deus tem a Vida em Si mesmo. Se sou homem, é porque o homem está em mim. Se sou Deus é porque Deus está em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/RoZGp18ZLxY" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;(Como és Lindo - Vida Reluz)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Se a Vida não está em mim, então não tenho vida. Se o homem Jesus Cristo não está em mim, então não sou homem. Porque só há Um homem. Se o Deus Jesus Cristo não está em mim, então não sou Deus. Porque só há Um Deus. Todo homem que recebe a vida é Jesus Cristo. Deixa de ser Paulo, deixa de ser João, deixa de ser Thiago... e se torna Jesus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Não é que a Igreja diz que há um homem "fora" chamado Jesus Cristo que existiu há 2000 anos. O que a Igreja diz é que Só Jesus é "O HOMEM". A Igreja ensina que a dimensão histórica do homem Jesus não é a mais importante, nem pode ser apartada da dimensão mística do Cristo Universal (Verbo Divino que já estava COM Deus e que ERA Deus). A dimensão histórica não pode ser negada, sob pena de se perder de vista "a essência do Cristo" e de seus ensinamentos. No entanto, a dimensão do Jesus histórico não é a principal dimensão pregada pela Igreja, uma vez que esta celebra o mistério Eucarístico como ápice da mística religiosa. O ensinamento da Igreja gira em torno da Comunhão (monismo cristão). O mistério Eucarístico nos revela que todos nós passamos a fazer parte de um único "corpo místico", porquanto Jesus é o único "homem verdadeiro". Ele é o Verbo que já existia antes da origem do Universo. O próprio Deus. Aquele mesmo Verbo foi que se encarnou e se tornou a nossa humanidade restaurada. Porque assim como só há Um Deus, só há Um Homem. Assim como só há Um Pai, só há Um filho (o filho é unigênito. Não existem "filhos"... Só há Um Filho). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Ele é “O Verdadeiro Homem”. E quando Ele se manifesta em nós, nossa “verdadeira identidade” surge. A imagem do homem decaído (Adão) some, e surge a “imagem verdadeira” do homem (Jesus). Porque não é mais o homem velho (Adão) que vive, mas o Cristo Jesus que vive em nós. Porque Jesus é o homem que serviu de modelo para que Adão fosse feito à Sua imagem e semelhança. Toda a humanidade deveria ser à imagem do Verbo desde o princípio. No entanto, seduzido pela crença de que poderia ser deus sem o Verbo Divino (apartado do verbo divino), o homem caiu na desgraça e no pecado. Jesus se encarnou para devolver a natureza divina ao homem. De Deus tornou-se humano, para que o humano se tornasse Deus. Essa é a obra de salvação. Só Jesus traz a graça porque Ele é a nossa própria natureza humana restaurada. Ele é o Filho reconciliado com o Pai. Ele é o único Filho. Não existe mais Adão. Adão voltou ao pó. Mas Jesus ressuscitou. Jesus é a Vida. E se assumimos a nossa humanidade como a do próprio Jesus, então nós teremos a Vida, então nós não morreremos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Com a humanidade de Jesus nos vem também a divindade de Jesus. Seremos homem e deus, segundo o Filho. Seremos “O Filho”. Não metade homem e metade deus. Mas inteiramente homem e inteiramente deus, porque essa é a natureza do Filho. Esse é o testemunho dos Santos, e a teologia da Igreja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus = nome do verdadeiro Deus&lt;br /&gt;Cristo = homem divinizado, homem verdadeiro&lt;br /&gt;Jesus Cristo = verdadeiro Deus, verdadeiro Homem. Não a soma de duas naturezas, mas uma única natureza restaurada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O surgimento de Jesus Cristo trouxe-nos bens melhores que os reservados a Adão no princípio. Pois Adão era apenas o Cristo. Quando Adão deixou de ser Cristo, por desconfiança e desobediência, tornou-se criatura mortal. Mas com a encarnação do Verbo, o Homem ganhou nova qualidade. Não é só Cristo. O Homem agora é “JESUS CRISTO”, à semelhança do próprio Verbo Divino. Não aquele que estava COM Deus no princípio, mas aquele que também ERA Deus no princípio. Pois o Cristo Adão estava COM deus, mas não ERA Deus. Já o Cristo Jesus estava COM Deus e ERA Deus. A encarnação do Verbo nos trouxe bens melhores que os que já existiam quando do pecado de Adão. O Homem agora é Jesus Cristo. E quem aceitar essa Humanidade torna-se deus com Deus. Onde abundou o pecado de Adão, superabundou a Graça de Jesus.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Eu não creio que um homem chamado Jesus me deu a salvação e só. O que eu creio é que toda homem que recebe a Vida em si mesmo passa a se chamar Jesus Cristo (verdadeiro Deus, verdadeiro homem), pois só há Um Deus, e só há Um homem. E só assim o homem se salva. Quando deixa a velha humanidade recebida de Adão e aceita a nova humanidade concedida por Jesus Cristo. Jesus é o nosso espelho. Ao olharmos no espelho, não devemos enxergar Thiago, João, Ricardo. Devemos enxergar Jesus. Nossos pensamentos são os de Jesus, nossos atos, nosso coração... todo o nosso ser é Jesus. Por isso Paulo disse “vivo, mas não sou eu quem vive. Quem vive é o Cristo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/47zYo1_2mxU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;(Majestosa Eucaristia - Anjos de Resgate)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quando o homem novo nasce do Espírito, o homem velho morre. Quando Thiago morre, nasce o Cristo (não o Thiago Cristo... Mas Jesus Cristo, porque só Ele é o Filho). Se o galho não está na videira, não produz frutos. Ora, só não produz frutos quem não tem a vida. E se um galho está seco, é arrancado fora. É podado. Todo aquele que é Jesus Cristo produz bons frutos, porque é “o filho amado de Deus”. Porque está com Deus e é Deus. Toma parte na Trindade Santa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “Vivo, mas não sou eu quem vive. Quem vive é o Cristo”, porquanto Jesus Cristo "é o Caminho, a Verdade e a Vida". Se sou Jesus Cristo, homem verdadeiro, Deus verdadeiro, então "eu sou". Se sou Thiago e acho que o Thiago tem vida em si mesmo, então eu não sou. Porque não aceitei que só há um homem. Só há “O HOMEM”. Se não aceito isso, quero que o Thiago exista apartado do Cristo, que doravante é “o homem”. É um grito de independência. É um grito de separação. É querer ser deus, sem Deus. Eu passo a me chamar Adão. Mas se aceito que só há um Homem e Um Deus, então restauro minha Unidade com Deus, e passo a me chamar Jesus. Thiago passa a ser mera individualidade, não uma identidade diferente da do Cristo. Se a individualidade existe além da identidade, existe. Claro. Olhem quantos irmãos nós somos! No entanto, cada um dos irmãos é Jesus Cristo em especial, porque uma só é nossa natureza, uma só a nossa identidade, um só é o nosso EU. Assim, quando Deus aparece como consciência individual, surge Jesus Cristo. Todo indivíduo é Jesus Cristo. O indivíduo Thiago possui identidade de Jesus Cristo. A identidade não é Thiago, é Jesus Cristo. Apenas o indivíduo é Thiago. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Daí a liturgia católica orar em todas as missas, todos os dias: “fazei de nós Um só Corpo e Um só Espírito”. Porque, embora o corpo seja constituído de muitos membros (indivíduos), uma só é a cabeça (indentidade), Uma Só é a Pessoa, Um só é o Filho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, quem não é membro desse corpo, como pode ser chamado Filho? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-8288296504641297930?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/8288296504641297930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=8288296504641297930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8288296504641297930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8288296504641297930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/06/quem-e-jesus-cristo.html' title='Quem é Jesus Cristo?'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/CIhYakcl-XQ/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-2643162473090717777</id><published>2011-06-27T12:34:00.016-03:00</published><updated>2011-06-28T13:20:47.100-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte X</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARÁGRAFO  7 - A QUEDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 385) Deus é infinitamente bom e todas as suas obras são boas. Todavia, ninguém escapa à experiência do sofrimento, dos males existentes na natureza que aparecem ligados às limitações próprias das criaturas e, sobretudo, à questão do mal moral. De onde vem o mal? &lt;em&gt;"Eu perguntava de onde vem o mal e não encontrava saída"&lt;/em&gt;, diz Santo Agostinho, e sua própria busca sofrida não encontrará saída, a não ser em sua conversão ao Deus vivo. Pois &lt;em&gt;"o mistério da iniquidade"&lt;/em&gt; (2 Ts 2,7) só se explica à luz do &lt;em&gt;"Mistério da piedade"&lt;/em&gt; (1Tm3,16). A revelação do amor divino em Cristo manifestou ao mesmo tempo a extensão do mal e a superabundância da graça (Rm 5,20). Precisamos, pois, abordar a questão da origem do mal fixando o olhar de nossa fé naquele que, e só Ele, é o Vencedor do mal (Lc 11,21). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 309, 457,1848,539) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. Onde o pecado abundou, a graça superabundou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A REALIDADE DO PECADO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 386) O  pecado está  presente na história do homem: &lt;strong&gt;seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes&lt;/strong&gt;. Para tentarmos compreender o que é o pecado, é preciso antes de tudo reconhecer a ligação profunda do homem com Deus, pois fora desta relação o mal do &lt;strong&gt;pecado &lt;/strong&gt;não é desmascarado em sua &lt;strong&gt;verdadeira identidade de recusa e de oposição a Deus&lt;/strong&gt;, embora continue a pesar sobre a vida do homem e sobre a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1847) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 387) A realidade do pecado, e mais particularmente a do pecado das origens, só se entende à luz da Revelação divina. Sem o conhecimento de Deus que a Revelação nos dá não se pode reconhecer com clareza o pecado, e somos tentados a explicá-lo unicamente como uma falta de crescimento, como uma fraqueza psicológica, um erro, a conseqüência necessária de uma estrutura social inadequada etc. Somente à luz do desígnio de Deus sobre o homem compreende-se que &lt;strong&gt;o pecado é um abuso da liberdade que Deus dá às pessoas criadas para que possam amá-Lo e amar-se mutuamente&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1848,1739) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PECADO ORIGINAL - UMA VERDADE ESSENCIAL DA FÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 388) Com o progresso da Revelação, &lt;strong&gt;é esclarecida também a realidade do pecado&lt;/strong&gt;. Embora o Povo de Deus do Antigo Testamento tenha conhecido a dor da condição humana à luz da história da queda narrada no Gênesis, não era capaz de entender o significado último desta história, que só se manifesta plenamente à luz da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo (Rm 5,12-21). É preciso conhecer a Cristo como fonte da graça para conhecer Adão como fonte do pecado. É o Espírito-Paráclito, enviado por Cristo ressuscitado, que veio estabelecer &lt;em&gt;"a culpabilidade do mundo a respeito do pecado"&lt;/em&gt; (Jo 16,8), ao revelar Aquele que é o Redentor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 431,208,359,729) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  389) A doutrina do pecado original é, por assim dizer, &lt;em&gt;"o reverso”&lt;/em&gt; da Boa Notícia de que Jesus é o Salvador de todos os homens, de que todos têm necessidade da salvação e de que &lt;em&gt;a salvação é oferecida a todos graças a Cristo&lt;/em&gt;. A Igreja, que tem o senso de Cristo (1Cor 2,16), sabe perfeitamente que &lt;strong&gt;não se pode atentar contra a existência do pecado original sem se observar a revelação do mistério de Cristo&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  422) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARA LER O RELATO DA QUEDA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  390) O relato da queda (Gn 3) utiliza uma linguagem feita de imagens, mas afirma um acontecimento primordial, um fato que ocorreu no início da história do homem. A Revelação dá-nos a certeza de fé de que toda a história humana está marcada pelo pecado original &lt;strong&gt;cometido livremente por nossos primeiros pais&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  289) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II.  A queda dos anjos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ePpPbo6zcFU/TgjFreT2dfI/AAAAAAAAAo0/E14Ydw1OES0/s1600/lucifer2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ePpPbo6zcFU/TgjFreT2dfI/AAAAAAAAAo0/E14Ydw1OES0/s320/lucifer2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622961485433435634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  391) &lt;strong&gt;Por trás da opção de desobediência de nossos primeiros pais&lt;/strong&gt; há  uma voz sedutora que se opõe a Deus (Gn 3, 4-5) e que, por inveja, os faz cair na morte (Sb 2,24). A Escritura e a Tradição da Igreja veem neste ser&lt;strong&gt; um anjo destronado, chamado Satanás ou Diabo&lt;/strong&gt; (Jo 8,44; Ap 12,9). A Igreja ensina que &lt;strong&gt;ele tinha sido anteriormente um anjo bom, criado por Deus&lt;/strong&gt;. &lt;em&gt;"Diabolus enim et alii daemones a Deo quidem natura creati sunt boni, sed ipsi per se facti sunt mali"&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Com efeito, o Diabo e outros demônios foram por Deus criados bons em (sua) natureza, mas se tornaram maus por sua própria iniciativa&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2538) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 392) A Escritura fala de um pecado desses anjos (2Pd 2,4). &lt;strong&gt;Esta "queda" consiste na opção livre desses espíritos criados, que rejeitaram radical e irrevogavelmente a Deus e seu Reino&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;Temos um reflexo desta rebelião nas palavras do Tentador ditas a nossos primeiros pais: &lt;em&gt;"E vós sereis como deuses"&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;(Gn 3,5). O Diabo é &lt;em&gt;"pecador desde o princípio"&lt;/em&gt; (1Jo 3,8), &lt;em&gt;"pai da mentira" &lt;/em&gt;(Jo 8,44). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1850,2482) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aeCXvpmMr_k/TgjFrSK3ptI/AAAAAAAAAos/AOul_Rti-0o/s1600/lucifer.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 317px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-aeCXvpmMr_k/TgjFrSK3ptI/AAAAAAAAAos/AOul_Rti-0o/s320/lucifer.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622961482174539474" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 393) &lt;strong&gt;É o caráter irrevogável de sua opção, e não uma deficiência da infinita misericórdia divina, que faz com que o pecado dos anjos não possa ser perdoado.&lt;/strong&gt; "Não existe arrependimento para eles depois da queda, como não existe para os homens após a morte"(São João Damasceno)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1033,1037,1022) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  394) A Escritura atesta a influência nefasta daquele que Jesus chama de &lt;em&gt;"o homicida desde o princípio"&lt;/em&gt; (Jo 8,44) e que até chegou a tentar desviar Jesus da missão recebida do Pai (Mt 4,1-11). &lt;em&gt;"Para isto é que o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do Diabo" &lt;/em&gt;(1Jo 3,9). &lt;strong&gt;A mais grave dessas obras, devido às suas conseqüências, foi a sedução mentirosa que induziu o homem a desobedecer a Deus.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 538,540,550,2846,2849) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 395) Contudo, &lt;strong&gt;o poder de Satanás não é infinito. Ele não passa de uma criatura, poderosa pelo fato de ser puro espírito, mas sempre criatura: não é capaz de impedir a edificação do Reino de Deus&lt;/strong&gt;. Embora Satanás atue no mundo por ódio contra Deus e seu Reino em Jesus Cristo, e embora a sua ação cause graves danos – de natureza espiritual e, indiretamente, até de natureza física - para cada homem e para a sociedade, esta ação é permitida pela Divina Providência, que com vigor e doçura dirige a história do homem e do mundo. A permissão divina da atividade diabólica é um grande mistério, mas &lt;em&gt;"nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam"&lt;/em&gt; (Rm 8,28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 309,1673,412,2850-2854) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;III. O pecado original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A LIBERDADE POSTA À PROVA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  396) Deus criou o homem à sua imagem e o constituiu em sua amizade. &lt;strong&gt;Criatura espiritual, o homem só pode viver esta amizade como livre submissão a Deus&lt;/strong&gt;. É o que exprime a proibição, feita ao homem, de comer da  árvore do conhecimento do bem e do mal, &lt;em&gt;"pois, no dia em que dela comeres, terás de morrer"&lt;/em&gt; (Gn 2,17). &lt;em&gt;"A árvore do conhecimento do bem e do mal"&lt;/em&gt; (Gn 2,l7) evoca simbolicamente &lt;strong&gt;o limite intransponível que o homem, como criatura, deve livremente reconhecer e respeitar com confiança&lt;/strong&gt;. &lt;strong&gt;O homem depende do Criador, está  submetido às leis da criação e às normas morais que regem o uso da liberdade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1730,311,301) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PRIMEIRO PECADO DO HOMEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  397) &lt;strong&gt;O homem, tentado pelo Diabo, deixou morrer em seu coração a confiança em seu Criador&lt;/strong&gt; (n 3, 1-11) e, abusando de sua liberdade, desobedeceu ao mandamento de Deus. &lt;strong&gt;Foi nisto que consistiu o primeiro pecado do homem&lt;/strong&gt;(Rm 5,19). Todo pecado, daí em diante, ser  uma desobediência a Deus e uma falta de confiança em sua bondade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1707,2541,1850,215) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  398) Neste pecado, &lt;strong&gt;o homem preferiu a si mesmo a Deus&lt;/strong&gt;, e com isso menosprezou a Deus: optou por si mesmo contra Deus, contrariando as exigências de seu estado de criatura e consequentemente de seu próprio bem. &lt;strong&gt;Constituído em um estado de santidade, o homem estava destinado a ser plenamente "divinizado" por Deus na glória&lt;/strong&gt;. Pela sedução do Diabo, quis "ser como Deus" (Gn 3,5), &lt;strong&gt;mas "sem Deus, e antepondo-se a Deus, e não segundo Deus".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2084,2113) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jzjXiG0BzW4/TgjDK1Hd7sI/AAAAAAAAAoc/VUEBGh6_3PY/s1600/PecadoOriginalMichelangelo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 165px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-jzjXiG0BzW4/TgjDK1Hd7sI/AAAAAAAAAoc/VUEBGh6_3PY/s320/PecadoOriginalMichelangelo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5622958725596573378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  399) A Escritura mostra as conseqüências dramáticas desta primeira desobediência. Adão e Eva perdem de imediato a graça da santidade original (Rm 3,23). Têm medo deste Deus (Gn 3, 9-10), do qual fizeram uma falsa imagem, a de um Deus enciumado de suas prerrogativas (Gn 3,5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  400) A harmonia na qual estavam, estabelecida graças à justiça original, está  destruída; o domínio das faculdades espirituais da alma sobre o corpo é rompido (Gn 3,7); a união entre o homem e a mulher é submetida a tensões (Gn 3, 11-13); suas relações serão marcadas pela cupidez e pela dominação (Gn 3, 16). A harmonia com a criação está rompida: a criação visível tornou-se para o homem estranha e hostil (Gn 3,17-19). Por causa do homem, a criação está submetida &lt;em&gt;"à servidão da corrupção"&lt;/em&gt; (Rm 8,20). Finalmente, vai realizar-se a conseqüência explicitamente anunciada para o caso de desobediência (Gn 2, 17): o homem &lt;em&gt;"voltará  ao pó do qual é formado"&lt;/em&gt; (Gn3 ,19). A morte entra na história da humanidade (Rm 5,12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1607,2514,602,1008) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 401) A partir do primeiro pecado, uma verdadeira "invasão" do pecado inunda o mundo: o fratricídio cometido por Caim contra Abel (Gn 4, 3-15); a corrupção universal em decorrência do pecado (Gn 6, 5. 12 ; Rm 1, 18-32); na história de Israel, o&lt;strong&gt; pecado se manifesta freqüentemente e sobretudo como uma infidelidade ao Deus da Aliança e como transgressão da Lei de Moisés&lt;/strong&gt;; e mesmo após a Redenção de Cristo, entre os cristãos, o pecado se manifesta de muitas maneiras (1 Co 1-6 ; Ap 2-3). A  Escritura e a Tradição da Igreja não cessam de recordar a presença e a universalidade do pecado na história do homem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1865,2259,1739) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;"O que nos é manifestado pela Revelação divina concorda com  a própria experiência. Pois o homem, olhando para seu coração, &lt;strong&gt;descobre-se também inclinado ao mal e mergulhado em múltiplos males que não podem provir de seu Criador, que é bom&lt;/strong&gt;. Recusando-se muitas vezes a reconhecer Deus como seu princípio, o homem destruiu a devida ordem em relação ao fim último e, ao mesmo tempo, toda a sua harmonia consigo mesmo, com os outros homens e com as coisas criadas". (&lt;em&gt;Gaudim et Spes&lt;/em&gt;)&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO DE ADÃO PARA A HUMANIDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 402) Todos os homens estão implicados no pecado de Adão. São Paulo o afirma: "Pela desobediência de um só homem, todos se tornaram pecadores" (Rm 5,19). "Como por meio de um só homem o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, assim a morte passou para todos os homens, porque todos pecaram...” (Rm 5,12). À universalidade do pecado e da morte &lt;strong&gt;o Apóstolo opõe a universalidade da salvação em Cristo&lt;/strong&gt;: "Assim como da falta de um só resultou a condenação de todos os homens, &lt;strong&gt;do mesmo modo, da obra de justiça de um só (a de Cristo), resultou para todos os homens justificação que traz a vida&lt;/strong&gt;" (Rm 5,18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 430,605) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 403) Na linha de São Paulo, a Igreja sempre ensinou que a imensa miséria que oprime os homens e sua inclinação para o mal e para a morte são incompreensíveis, a não ser referindo-se ao pecado de Adão e sem o fato de que este nos transmitiu um pecado que por nascença nos afeta a todos e é "morte da alma". Em razão desta certeza de fé, a Igreja ministra o batismo para a remissão dos pecados mesmo às crianças que não cometeram pecado pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2606,1250) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 404) De que maneira o pecado de Adão se tornou o pecado de todos os seus descendentes? O gênero humano inteiro é em Adão "sicut unum corpus unius hominis (como um só corpo de um só homem).&lt;strong&gt; Em virtude desta "unidade do gênero humano", todos os homens estão implicados no pecado de Adão, como todos estão implicados na justiça de Cristo.&lt;/strong&gt; Contudo, a transmissão do pecado original é um mistério que não somos capazes de compreender plenamente. &lt;strong&gt;Sabemos, porém, pela Revelação, que Adão havia recebido a santidade e a justiça originais não exclusivamente para si, mas para toda a natureza humana: ao ceder ao Tentador, Adão e Eva cometem um pecado pessoal, mas este pecado afeta a Natureza humana, que vão transmitir em um estado decaído&lt;/strong&gt;. É um pecado que  será transmitido por propagação à humanidade inteira, isto é, pela transmissão de uma natureza humana privada da santidade e da justiça originais. &lt;strong&gt;E é por isso que o pecado original é denominado "pecado" de maneira analógica: é um pecado "contraído" e não "cometido", é um estado e não um ato.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 360,50) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 405) &lt;strong&gt;Embora próprio a cada um, o pecado original não tem, em nenhum descendente de Adão, um caráter de falta pessoal&lt;/strong&gt;. É, de forma genérica, a privação da santidade e da justiça originais, estado em que todo ser humano nasce, não por ter cometido um ato pecaminoso, mas por ter nascido da descendência de Adão e herdado sua natureza destituída de graça. Mas a natureza humana não é totalmente corrompida: ela é lesada em suas próprias forças naturais, submetida à ignorância, ao sofrimento e ao império da morte, &lt;strong&gt;e inclinada ao pecado (esta propensão ao mal é chamada "concupiscência")&lt;/strong&gt;. O Batismo,  ao conferir a vida da graça de Cristo, apaga o pecado original e faz o homem voltar para Deus. &lt;strong&gt;Porém, as conseqüências de tal pecado sobre a natureza, enfraquecida e inclinada ao mal, permanecem no homem e o incitam ao combate espiritual&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2515,1264) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 406) A doutrina da Igreja sobre a transmissão do pecado original adquiriu precisão sobretudo no século V, em especial sob o impulso da reflexão de Santo Agostinho contra o pelagianismo, e no século XVI, em  oposição à Reforma protestante. &lt;strong&gt;Pelágio sustentava que o homem podia, pela força natural de sua vontade livre, sem a ajuda necessária da graça de Deus, levar uma vida moralmente boa&lt;/strong&gt;; limitava assim a influência da falta de Adão à de um mau exemplo. &lt;strong&gt;Os primeiros Reformadores protestantes, ao contrário, ensinavam que o homem estava radicalmente pervertido e sua liberdade anulada pelo pecado original&lt;/strong&gt;: identificavam o pecado herdado por cada homem com a tendência ao mal ("concupiscentia"), que seria insuperável. A Igreja pronunciou-se especialmente sobre o sentido do dado revelado no tocante ao pecado original no segundo Concílio de Oranges, em 529, e no Concílio de Trento em 1546.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UM DURO COMBATE...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 407) &lt;strong&gt;A doutrina sobre o pecado original ligada à doutrina da Redenção por meio de Cristo propicia um olhar de discernimento lúcido sobre a situação do homem e de sua ação no mundo&lt;/strong&gt;. Pelo pecado dos primeiros pais, o Diabo adquiriu certa dominação sobre o homem, embora este último permaneça livre. O pecado original acarreta a &lt;em&gt;"servidão debaixo do poder daquele que tinha o império da morte, isto é, do Diabo"&lt;/em&gt;. Ignorar que o homem tem uma natureza lesada, inclinada ao mal, dá lugar a graves erros no campo da educação, da política, da ação social e dos costumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  2015,2852,1888) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HUUWnnb9U0U/Tgj8TmkJ9RI/AAAAAAAAApc/mFH1vHLMihU/s1600/angels-and-demons-1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-HUUWnnb9U0U/Tgj8TmkJ9RI/AAAAAAAAApc/mFH1vHLMihU/s320/angels-and-demons-1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623021548471973138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 408) As conseqüências do pecado original e de todos os pecados pessoais dos homens conferem ao mundo em seu conjunto uma condição pecadora, que pode ser designada com a expressão de São João: &lt;em&gt;"O pecado do mundo" &lt;/em&gt;(Jo 1,29). Com esta expressão quer-se exprimir também &lt;strong&gt;a influência negativa que exercem sobre as pessoas as situações comunitárias e as estruturas sociais, que são o fruto dos pecados dos homens&lt;/strong&gt; (Obs.pessoal: vide paralelo com o conceito de inconsciente coletivo de Jung ou Consciência coletva de Durkhein).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1865) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 409) Esta situação dramática do mundo, que &lt;em&gt;"inteiro está sob o poder do Maligno"&lt;/em&gt; (1Jo 5,19), faz da vida do homem um combate:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2516) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;"Uma luta árdua contra o poder das trevas perpassa a história universal da humanidade. Iniciada desde a origem do mundo, vai durar até o último dia, segundo as palavras do Senhor. Inserido nesta batalha, o homem deve lutar sempre para aderir ao bem; não consegue alcançar a unidade interior senão com grandes labutas e o auxílio da graça de Deus."&lt;/em&gt; &lt;/blockquote&gt;(&lt;em&gt;Gaudium et Spes&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV.  "Não o abandonaste ao poder da morte"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 410) Depois da queda, o homem não foi abandonado por Deus. Ao contrário, Deus o chama (Gn 3,9) e lhe anuncia de modo misterioso a vitória sobre o mal e o soerguimento da queda (Gn 3,15). Esta  passagem do Gênesis foi chamada de "proto-evangelho", por ser o primeiro anúncio do Messias redentor, a do combate entre a serpente e a Mulher e a vitória final de um descendente desta última.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 55,705,1609,2568,675) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iiupHKuEr4s/Tgj4CimwKVI/AAAAAAAAApE/RDNVS_vTqgE/s1600/MaryonSerpent3.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 224px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-iiupHKuEr4s/Tgj4CimwKVI/AAAAAAAAApE/RDNVS_vTqgE/s320/MaryonSerpent3.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623016857304836434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 411) A tradição cristã vê nesta passagem um anúncio do "novo Adão" (1 Coe 15, 21-22. 45), que, por sua &lt;em&gt;"obediência até a morte de Cruz"&lt;/em&gt; (Fl 2,8), repara com superabundância a desobediência de Adão (Rm 5,19-20). De resto, numerosos Padres e Doutores da Igreja vêem na mulher anunciada no "proto-evangelho" a mãe de Cristo, Maria, como "nova Eva". Foi ela que, primeiro e de uma forma única, se beneficiou da vitória sobre o pecado conquistada por Cristo: ela foi preservada de toda mancha do pecado original e durante toda a vida terrestre, por uma graça especial de Deus, não cometeu nenhuma espécie de pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  359,615,491) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-IJsGaXMTCYI/Tgj5vU-4lDI/AAAAAAAAApM/8E6bBT3UeaQ/s1600/mulherserpente.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 234px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-IJsGaXMTCYI/Tgj5vU-4lDI/AAAAAAAAApM/8E6bBT3UeaQ/s320/mulherserpente.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623018726253696050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  412) Mas por que Deus não impediu o primeiro homem de pecar? São Leão Magno responde: "&lt;em&gt;A graça inefável de Cristo deu-nos bens melhores do que aqueles que a inveja do Demônio nos havia subtraído&lt;/em&gt;". E Santo Tomás de Aquino: &lt;em&gt;"Nada obsta a que a natureza humana tenha sido destinada a um fim mais elevado após o pecado. Com efeito, Deus permite que os males aconteçam para tirar deles um bem maior. Donde a palavra de São Paulo: 'Onde abundou o pecado superabundou a graça”&lt;/em&gt; (Rm 5,20). E o canto do Exultet: “Ó feliz culpa, que mereceu tal e tão grande Redentor" (São Tomás de Aquino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados:  310,395,272,1994) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nGOiHZ8fSyk/Tgj6b6iGsiI/AAAAAAAAApU/fJcUW6N4I6Q/s1600/ascens%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 266px; height: 190px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-nGOiHZ8fSyk/Tgj6b6iGsiI/AAAAAAAAApU/fJcUW6N4I6Q/s320/ascens%25C3%25A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5623019492247777826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 413) "Deus não fez a morte, nem tem prazer em destruir os viventes... Foi pela inveja do Diabo que a morte entrou no mundo” (Sb 1,13, 2,24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 414) Satanás ou o Diabo, bem como os demais demônios, são anjos decaídos por terem se recusado livremente a servir a Deus a seu desígnio. Sua opção contra Deus é definitiva. Eles tentam associar o homem à sua revolta contra Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 415) "Constituído por Deus em estado de justiça, o homem, instigado pelo Maligno, desde o início da história, abusou da própria liberdade. Levantou-se contra Deus, desejando atingir seu objetivo fora dele."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 416) Por seu pecado, Adão, na qualidade de primeiro homem, perdeu a santidade e a justiça originais que havia recebido de Deus não somente para si, mas para todos os seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 417) À sua descendência, Adão e Eva transmitiram a natureza humana ferida por seu primeiro pecado, portanto privada da santidade e da justiça originais. Esta privação é denominada "pecado original".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 418) Em conseqüência do pecado original, a natureza humana está enfraquecida em suas forças, submetida à ignorância, sofrimento e à dominação da morte, e inclinada ao pecado (inclinação chamada de "concupiscência").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 419) "Afirmamos, portanto, com o Concílio de Trento, que o pecado original é transmitido com a natureza humana, 'não por imitação, mas por propagação', e que ele é, portanto, próprio de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 420) A vitória sobre o pecado, conseguida por Cristo, deu-nos bens melhores do que aqueles que o pecado nos havia tirado: "Onde avultou o pecado, a graça superabundou" (Rm 5,20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 421) "Segundo a fé dos cristãos, este mundo foi criado e conservado pelo amor do Criador; na verdade, este mundo foi reduzido à servidão do pecado, mas Cristo crucificado e ressuscitado quebrou o poder do Maligno e libertou o mundo...".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-2643162473090717777?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/2643162473090717777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=2643162473090717777&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2643162473090717777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2643162473090717777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/06/catecismo-parte-x.html' title='Catecismo - Parte X'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ePpPbo6zcFU/TgjFreT2dfI/AAAAAAAAAo0/E14Ydw1OES0/s72-c/lucifer2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-8024330889517545430</id><published>2011-06-11T13:38:00.018-03:00</published><updated>2011-06-11T16:07:22.628-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte IX</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;(...continuação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; PARÁGRAFO 6 - O HOMEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 355) &lt;em&gt;“Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou"&lt;/em&gt; (Gn 1,27). O homem ocupa um lugar único na criação: (I) ele é "à imagem de Deus"; (II) em sua própria natureza une o mundo espiritual e o mundo material; (III) é criado "homem e mulher"; (IV) Deus o estabeleceu em sua amizade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1700,343) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. "À imagem de Deus"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 356) De todas as criaturas visíveis, só o homem é &lt;em&gt;"capaz de conhecer e amar seu Criador”&lt;/em&gt;; ele é &lt;em&gt;"a única criatura na terra que Deus quis por si mesma"&lt;/em&gt;; só ele é chamado a compartilhar, pelo conhecimento e pelo amor, da vida de Deus. Foi para este fim que o homem foi criado, e aí reside a razão fundamental de sua dignidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1703,2258,225) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;em&gt;&lt;p align=justify&gt;"Que motivo vos fez constituir o homem em dignidade tão grande? O amor inestimável pelo qual enxergastes em vós mesmo vossa criatura, e vos apaixonastes por ela; pois foi por amor que a criastes, foi por amor que lhe destes um ser capaz de degustar vosso Bem eterno (St. Catarina de Sena)."&lt;/em&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  295) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZQX3EzYTisI/TfOun2EP0mI/AAAAAAAAAnM/mWWOeNI4M4U/s1600/homemvitruviano.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 272px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZQX3EzYTisI/TfOun2EP0mI/AAAAAAAAAnM/mWWOeNI4M4U/s320/homemvitruviano.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617025159812600418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 357) Por ser à imagem de Deus, o indivíduo humano tem a dignidade de pessoa: ele não é apenas alguma coisa, mas alguém. É capaz de conhecer-se, de possuir-se e de doar-se livremente e entrar em comunhão com outras pessoas, e é chamado, por graça, a uma aliança com seu Criador, a oferecer-lhe uma resposta de fé e de amor que ninguém mais pode dar em seu lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1935,1877) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 358) Deus criou tudo para o homem, mas o homem foi criado, para servir e amar a Deus e oferecer-lhe toda a criação: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 299,901) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;em&gt; &lt;p align=justify&gt;"Quem é, pois, o ser que vai vir à existência cercado de tal consideração? E o homem, grande e admirável figura viva, mais precioso aos olhos de Deus do que a criação inteira: é o homem, é para ele que existem o céu e a terra e o mar e a totalidade da criação, e é à salvação dele que Deus atribuiu tanta importância que nem sequer poupou seu Filho único em seu favor. Pois Deus não cessou de tudo empreender para fazer o homem subir até ele e fazê-lo sentar-se à sua direita."&lt;/em&gt; (São João Crisóstomo)&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 359) &lt;em&gt;"Na realidade o mistério do homem só se torna claro verdadeiramente no mistério do Verbo Encarnado."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1701) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;"São Paulo ensina-nos que dois homens estão na origem do gênero humano: Adão e Cristo... 'O primeiro Adão', diz ele, 'foi criado como um ser humano que recebeu a vida; o segundo é um ser espiritual que dá a vida.' O primeiro foi criado pelo segundo, de quem recebeu a alma que o faz viver... O segundo Adão estabeleceu sua imagem no primeiro Adão quando o modelou. E assim se revestiu da natureza deste último e dele recebeu o nome, a fim de não deixar perder aquilo que havia feito à sua imagem. Primeiro Adão, segundo Adão: o primeiro começou, o segundo não acabará. Pois o segundo é verdadeiramente o primeiro, como ele mesmo disse: 'Eu sou o Primeiro e o último.'"&lt;/em&gt; (São Pedro Crisólogo)&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 388,411) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uZeOOdqjHd0/TfOxE-rlyMI/AAAAAAAAAnU/P-OKyWlP0G0/s1600/AO.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-uZeOOdqjHd0/TfOxE-rlyMI/AAAAAAAAAnU/P-OKyWlP0G0/s320/AO.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617027859364563138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 360) Graças à Origem comum, o gênero humano forma uma  unidade. Pois Deus "de um só fez toda a raça humana" (At 17,26; Tb 8,6):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 225,404,775,831,842) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;"Maravilhosa visão que nos faz contemplar o gênero humano na unidade de sua origem em Deus...; na unidade de sua natureza, composta igualmente em todos de um corpo material e de uma alma espiritual; na unidade de seu fim imediato e de sua missão no mundo; na unidade de seu hábitat: a terra, de cujos bens todos os homens, por direito natural, podem usar para sustentar e desenvolver a vida; na unidade de seu fim sobrenatural: Deus mesmo, ao qual todos devem tender; na unidade dos meios para atingir este fim;... na unidade do seu resgate, realizado em favor de todos por Cristo." (Encíclica de Pio XII).&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 361) "Esta lei de solidariedade humana e de caridade", sem excluir a rica variedade das pessoas, das culturas e dos povos, nos garante que todos os homens são verdadeiramente irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1939) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bYlvQzAm1Ww/TfOyPx9G-aI/AAAAAAAAAnc/PO8kL4SXtCg/s1600/amizade.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 210px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-bYlvQzAm1Ww/TfOyPx9G-aI/AAAAAAAAAnc/PO8kL4SXtCg/s320/amizade.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617029144438569378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. "Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 362) A pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual. O relato bíblico exprime essa realidade com uma linguagem simbólica, ao afirmar que &lt;em&gt;"O Senhor Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser vivente"&lt;/em&gt; (Gn 2,7). Portanto, o homem &lt;strong&gt;em sua totalidade &lt;/strong&gt;é querido por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1146,2332) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DfpFqx5TJME/TfO0UaZ_KCI/AAAAAAAAAnk/0hTJxM_9Vlo/s1600/corpo%2Be%2Balma.bmp"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 202px; height: 128px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-DfpFqx5TJME/TfO0UaZ_KCI/AAAAAAAAAnk/0hTJxM_9Vlo/s320/corpo%2Be%2Balma.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617031423039842338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 363) Muitas vezes o termo alma designa na Sagrada Escritura a vida humana (Mt 16,25; Jo 15,13) ou a pessoa humana inteira. Mas designa também o que há  de mais íntimo no homem (Mt 26,38; Jo 12,27) e o que há nele de maior valor(Mt 10,28; 2Mc 6,30), aquilo que mais particularmente o faz ser imagem de Deus: "alma" significa o princípio espiritual no homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1703) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 364) O corpo do homem participa da dignidade da "imagem de Deus": ele é corpo humano precisamente porque é animado pela alma espiritual, e é a pessoa humana inteira que está destinada a tornar-se, no Corpo de Cristo, o Templo do Espírito (1 Cor 6,19-20; 1Cor 15, 44-45).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1004) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;&lt;p align=justify&gt;"Unidade de corpo e de alma, o homem, por sua própria condição corporal, sintetiza em si os elementos do mundo material, que nele assim atinge sua plenitude e apresenta livremente ao Criador uma voz de louvor. Não é, portanto, lícito ao homem desprezar a vida corporal; ao contrário, deve estimar e honrar seu corpo, porque criado por Deus e destinado à ressurreição no último dia. (Constituição Pastoral do Concílio Vaticano II)"&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2289) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 365) A unidade da alma e do corpo é tão profunda que se deve considerar a alma como a "forma" do corpo; ou seja, é graças à alma espiritual que o corpo constituído de matéria é um corpo humano e vivo; o espírito e a matéria no homem não são duas naturezas unidas, mas a união deles forma uma única natureza.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rUXOTszJFt0/TfO1FZp6atI/AAAAAAAAAns/U0Z5TCHp92I/s1600/forma%2Bdo%2Bcorpo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 197px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-rUXOTszJFt0/TfO1FZp6atI/AAAAAAAAAns/U0Z5TCHp92I/s320/forma%2Bdo%2Bcorpo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617032264651795154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 366) A Igreja ensina que cada alma espiritual é diretamente criada por Deus - não é "produzida" pelos pais - e é imortal: ela não perece quando da separação do corpo na morte e se unirá novamente ao corpo na ressurreição final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1005,997) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 367) Por vezes ocorre que a alma aparece distinta do espírito. Assim, São Paulo ora para que nosso "ser inteiro, o espírito, a alma e o corpo", seja guardado irrepreensível na Vinda do Senhor (1 Ts 5,23). A Igreja ensina que esta distinção não introduz uma dualidade na alma. "Espírito" significa que o homem está ordenado desde a sua criação para seu fim sobrenatural, e que sua alma é capaz de ser elevada gratuitamente à comunhão com  Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2083) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8_cuZlvBbNU/TfO1ngky2ZI/AAAAAAAAAn0/xMKVDwhdqhY/s1600/ser%2Bhumano.bmp"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-8_cuZlvBbNU/TfO1ngky2ZI/AAAAAAAAAn0/xMKVDwhdqhY/s320/ser%2Bhumano.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617032850624928146" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 368) A tradição espiritual da Igreja insiste também na palavra "coração", no sentido bíblico de "fundo do ser" ou "espírito" (Jr 31,33), onde a pessoa se decide ou não por Deus (Dt 6,5; Dt 29,3; Is 29,13; Ez 36,26; Mt 6,21, Lc 8,15, Rm 5,5). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 478,582,1431,1764,2517,2562,2843,2331,2336) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. "Homem e mulher os criou"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IGUALDADE E DIFERENÇA QUERIDAS POR DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 369) O homem e a mulher são criados, isto é, são queridos por Deus: por um lado, em perfeita igualdade como pessoas humanas e, por outro, em seu ser respectivo de homem e de mulher. "Ser homem, 'ser mulher" é uma realidade boa e querida por Deus: o homem e a mulher têm uma dignidade inamissível que lhes vem diretamente de Deus, seu Criador. O homem e a mulher são criados em idêntica dignidade, "à imagem de Deus". Em seu "ser-homem" e seu "ser-mulher” refletem a sabedoria e a bondade do Criador (Gn 2,7 e 22). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-69mx1rOHwbg/TfO7ZuDuHsI/AAAAAAAAAoU/a4Ph909hpFQ/s1600/adao-e-eva-jesus-e-animais.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-69mx1rOHwbg/TfO7ZuDuHsI/AAAAAAAAAoU/a4Ph909hpFQ/s320/adao-e-eva-jesus-e-animais.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617039210795900610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 370) Deus não é de modo algum à imagem do homem. Não é nem homem nem mulher. Deus é puro espírito, não havendo nele lugar para a diferença dos sexos. Mas as "perfeições" do homem e da mulher refletem algo da infinita perfeição de Deus: as de uma mãe (Is 49,14; Is 66,13) e as de um pai e esposo (Os 11,1-4; Jr 3,4-19).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 42,239) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"UM PARA O OUTRO". "UMA UNIDADE A DOIS"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 371) Criados conjuntamente, Deus quer o homem e a mulher um para o outro. A Palavra de Deus dá-nos a entender isto por meio de diversas passagens do texto sagrado. &lt;em&gt;"Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer uma auxiliar que lhe corresponda" &lt;/em&gt;(Gn 2,18). Nenhum dos animais pode ser este "vis-à-vis" do varão (Gn 2,19-20). A mulher que Deus "modela" da costela tirada do varão e que leva a ele provoca da parte do homem um grito de admiração, uma exclamação de amor e de comunhão: &lt;em&gt;"É osso de meus ossos e carne de minha carne" &lt;/em&gt;(Gn 2,23). O homem descobre a mulher como um outro "eu" da mesma humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1605) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ccgk1ZR7pKI/TfO3Db1ohaI/AAAAAAAAAoE/l1oAisDmd9o/s1600/homiemui%25C3%25A9.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 308px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ccgk1ZR7pKI/TfO3Db1ohaI/AAAAAAAAAoE/l1oAisDmd9o/s320/homiemui%25C3%25A9.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617034429901342114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 372) O homem e a mulher são feitos &lt;em&gt;"um para o outro"&lt;/em&gt;: não que Deus os tivesse feito apenas "pela metade" e "incompletos"; criou-os para uma comunhão de pessoas, na qual cada um dos dois pode ser "ajuda" para o outro, por serem ao mesmo tempo iguais enquanto pessoas ("osso de meus ossos...") e complementares enquanto masculino e feminino. No matrimônio, Deus os une de maneira que, formando &lt;em&gt;"uma só carne"&lt;/em&gt; (Gn 2,24), possam transmitir a vida humana: &lt;em&gt;"Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra" &lt;/em&gt;(Gn 1,28). Ao transmitir a seus descendentes a vida humana, o homem e a mulher, como esposos e pais,  cooperam de forma única na obra do Criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1652,2366) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 373) No desígnio de Deus, o homem e a mulher têm a vocação de "submeter" a terra (Gn 1,28) como "intendentes" de Deus. Esta soberania não deve ser uma dominação arbitrária e destrutiva. &lt;em&gt;À imagem do Criador "que ama tudo o que existe"&lt;/em&gt; (Sb 11,24), o homem e a mulher são chamados a participar da Providência divina em relação às demais criaturas. Daí a responsabilidade deles para com o mundo que Deus lhes confiou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 307,2415) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. O homem no Paraíso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 374) O primeiro homem não só foi criado bom, mas também foi constituído em uma amizade com seu Criador e em tal harmonia consigo mesmo e com a criação que o rodeava que só serão superadas pela glória da nova criação em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  54)  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 375) Interpretando de maneira autêntica o simbolismo da linguagem bíblica à luz do Novo Testamento e da Tradição, a Igreja ensina que nossos primeiros pais, Adão e Eva, foram constituídos em um estado "de santidade e de justiça originais". Esta graça da santidade original era uma participação da vida divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1997) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 376) Pela irradiação desta graça, todas as dimensões da vida do homem eram fortalecidas. Enquanto permanecesse na intimidade divina, o homem não devia nem morrer (Gn 2,17) nem sofrer (Gn 3,16). A harmonia interior da pessoa humana, a harmonia entre o homem e a mulher (Gn 2,25) e, finalmente, a harmonia entre o primeiro casal e toda a criação constituíam o estado denominado "justiça original". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1008,1502) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 377) O  "domínio" do mundo que Deus havia outorgado ao homem desde o início realizava-se antes de tudo no próprio homem como domínio de si mesmo. O homem estava intacto e ordenado em todo o seu ser, porque livre da tríplice concupiscência (1Jo 2,16) que o submete aos prazeres dos sentidos, à cobiça dos bens terrestres e à auto-afirmação contra os imperativos da razão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado: 2514)  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NKnM_ZRfL_U/TfO3d3pF37I/AAAAAAAAAoM/P9knwQ9XlIc/s1600/cuidar%2Bdo%2Bmundo.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-NKnM_ZRfL_U/TfO3d3pF37I/AAAAAAAAAoM/P9knwQ9XlIc/s320/cuidar%2Bdo%2Bmundo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617034884041531314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 378) O  sinal da familiaridade com Deus é o fato de Deus o colocar no jardim (Gn 2,8). Lá, vive &lt;em&gt;"para cultivá-lo e guardá-lo” &lt;/em&gt;(Gn 2,15): o trabalho não é uma penalidade (Gn 3,17-19), mas sim a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação visível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2415,2417) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 379) É toda esta harmonia da justiça original, prevista para o homem pelo desígnio de Deus, que será  perdida pelo pecado de nossos primeiros pais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 380) "Pai Santo, criastes o homem e a mulher à vossa imagem e lhes confiastes todo o universo, para que, servindo a Vós, seu Criador, dominassem toda criatura." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 381) O homem é predestinado a reproduzir a imagem do Filho de Deus feito homem "imagem do Deus invisível" (Cl 1,15), a fim de que Cristo seja o primogênito de uma multidão de irmãos e de irmãs (Ef 1,3-6; Rm 8,29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 382) O homem é "corpore et anima unus" (uno de corpo e alma. A doutrina da fé afirma que a alma espiritual e imortal é criada diretamente por Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 383) "Deus não criou o homem solitário. Desde o início, 'Deus os criou varão e mulher' (Gn 1,27). Esta união constituiu a primeira forma de comunhão de pessoas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 384) A revelação dá-nos a conhecer o estado de santidade e de justiça originais do homem e da mulher antes do pecado: da amizade deles com Deus vinha a felicidade da existência deles no Paraíso.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continua...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-8024330889517545430?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/8024330889517545430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=8024330889517545430&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8024330889517545430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8024330889517545430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/06/catecismo.html' title='Catecismo - Parte IX'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ZQX3EzYTisI/TfOun2EP0mI/AAAAAAAAAnM/mWWOeNI4M4U/s72-c/homemvitruviano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-3178927570731835349</id><published>2011-05-16T12:05:00.003-03:00</published><updated>2011-06-08T13:11:01.114-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte VIII</title><content type='html'>&lt;strong&gt;PARÁGRAFO 5 - O CÉU E A TERRA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 325) O Símbolo dos Apóstolos  professa que Deus é "o Criador do céu e da terra", e o Símbolo niceno-constantinopolitano explicita: "... do universo visível e invisível."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 326) Na Sagrada Escritura, a expressão "céu e terra" significa tudo aquilo que existe, a criação inteira. Indica também o nexo no interior da criação, que ao mesmo tempo une e distingue céu e terra: "a terra" é o mundo dos homens (Sl 115/16); "o céu” ou "os céus" pode designar o firmamento (Sl 19/2), mas também o "lugar" próprio de Deus: "nosso Pai nos céus" (Mt 5,16) e, por conseguinte, também o "céu" que é a glória escatológica. Finalmente, a palavra "céu" indica o "lugar" das criaturas espirituais - os anjos - que estão ao redor de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 290,1023,2794) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VRAwhVcs2ME/TdEzA-G2gBI/AAAAAAAAAmY/7YoGhsAXItk/s1600/ceu-e-astros.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 239px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-VRAwhVcs2ME/TdEzA-G2gBI/AAAAAAAAAmY/7YoGhsAXItk/s320/ceu-e-astros.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607319102817730578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 327) A profissão de fé do IV Concilio de Latrão afirma que Deus "criou conjuntamente, do nada, desde o início do tempo, ambas as criaturas, a espiritual e a corporal, isto é, os anjos e o mundo terrestre; em seguida, a criatura humana, que tem algo de ambas, por compor-se de espírito e de corpo;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  296) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;I. Os anjos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A EXISTÊNCIA DOS ANJOS - UMA VERDADE DE FÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 328) A existência dos seres espirituais, não-corporais, que Sagrada Escritura chama habitualmente de anjos, é uma verdade de fé. O testemunho da Escritura a respeito é tão claro quanto a unanimidade da Tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  150) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;QUEM SÃO OS ANJOS?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 329) Santo Agostinho diz a respeito deles: "Angelus officii nomen est, non naturae. Quaeris nomen huius naturae, spiritus est; quaeris officium, angelus est; quaeris officium, angelus est, ex eo quod est, spiritus est, ex eo quod agit, angelus - Anjo (mensageiro) é designação de encargo, não de natureza. Se perguntares pela designação da natureza, é um espírito; se perguntares pelo encargo, é um anjo: é espírito por aquilo que é, é anjo por aquilo que faz (Sl 103)". Por todo o seu ser, os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Porque contemplam "constantemente a face de meu Pai que está nos céus" (Mt 18,10), são "poderosos executores de sua palavra, obedientes ao som de sua palavra" (Sl 103,20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 330) Como criaturas puramente espirituais, são dotados de inteligência e de vontade: são criaturas pessoais e imortais (Lc 20, 36). Superam em perfeição todas as criaturas visíveis. Disto dá testemunho o fulgor de sua glória (Dn 10, 9-12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d99wT7HmblE/TdEzqLwKMPI/AAAAAAAAAmg/ofxh0RrCsFg/s1600/Anjos-Mae.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 317px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-d99wT7HmblE/TdEzqLwKMPI/AAAAAAAAAmg/ofxh0RrCsFg/s320/Anjos-Mae.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607319810855284978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRISTO "COM TODOS OS SEUS ANJOS"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 331) Cristo é o centro do mundo angélico. São seus os anjos: "Quando o Filho do homem vier em sua glória com todos os seus anjos..." (Mt 25,31). São seus porque foram criados por e para Ele: “Pois foi nele que foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis: Tronos, Dominações, Principados, Potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele" (Cl 1,16). São seus, mais ainda, porque Ele os fez mensageiros de seu projeto de salvação. "Porventura não são todos eles espíritos servidores, enviados ao serviço dos que devem herdar a salvação?" (Hb 1,14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  291) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OlexV36N7Rk/TdE08Q-XoqI/AAAAAAAAAmo/hgIQPQIIdMY/s1600/anjos_jesus.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 166px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-OlexV36N7Rk/TdE08Q-XoqI/AAAAAAAAAmo/hgIQPQIIdMY/s320/anjos_jesus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607321221006336674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p/&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 332) Eles aí estão, desde a criação (Jó 38, 7) e ao longo de toda a História da Salvação, anunciando de longe ou de perto esta salvação e servindo ao desígnio divino de sua realização: fecham o paraíso terrestre (Gn3, 24), protegem Lot (Gn19, 21-37), salvam Agar e seu fi1ho (Gn 21, 17), seguram a mão de Abraão (Gn22, 11), comunicam a lei por seu ministério (At7, 53), conduzem o povo de Deus (Ex23, 20-23), anunciam nascimentos e vocações, assistem os profetas, para citarmos apenas alguns exemplos. Finalmente, é o anjo Gabriel que anuncia o nascimento do Precursor e o do próprio Jesus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 333) Desde a Encarnação até a Ascensão, a vida do Verbo Encarnado é cercada da adoração e do serviço dos anjos. Quando Deus “introduziu o Primogênito no mundo, disse: - Adorem-no todos os anjos de Deus-” (Hb 1,6). O canto de louvor deles ao nascimento de Cristo não cessou de ressoar no louvor da Igreja: "Glória a Deus..." (Lc 2,14). Protegem a infância de Jesus (Mt1, 20), servem a Jesus no deserto (Mt4, 11), reconfortam-no na agonia, embora tivesse podido ser salvo por eles da mão dos inimigos, como outrora fora Israel. São ainda os anjos que "evangelizam", anunciando a Boa Nova da Encarnação e da Ressurreição de Cristo. Estarão presentes no retorno de Cristo, que eles anunciam serviço do juízo que o próprio Cristo pronunciará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  559) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OS ANJOS NA VIDA DA IGREJA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 334) Do mesmo modo, a vida da Igreja se beneficia da ajuda misteriosa e poderosa dos anjos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 335) Em sua Liturgia, a Igreja se associa aos anjos para adorar o Deus três vezes Santo; ela invoca a sua assistência (assim em &lt;em&gt;In Paradisum deducant te Angeli&lt;/em&gt; - Para o Paraíso te levem os anjos-, da Liturgia dos defuntos, ou ainda no "hino querubínico" da Liturgia bizantina).  Além disso, festeja mais particularmente a memória de certos anjos (São Miguel, São Gabriel, São Rafael, os anjos da guarda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1138) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 336) Desde o início até a morte, a vida humana é cercada por sua proteção e por sua intercessão. "Cada fiel é ladeado por um anjo como protetor e pastor para conduzi-lo à vida." Ainda aqui na terra, a vida cristã participa na fé da sociedade bem-aventurada dos anjos e dos homens, unidos em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1020) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c75lt3C0fag/TdE1wWB2ebI/AAAAAAAAAmw/6H5cPhld-xA/s1600/anjo_da_guarda_foto_arquivo_ybs_2005.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 223px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-c75lt3C0fag/TdE1wWB2ebI/AAAAAAAAAmw/6H5cPhld-xA/s320/anjo_da_guarda_foto_arquivo_ybs_2005.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607322115716315570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. O mundo visível&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 337) Foi Deus mesmo quem criou o mundo visível em toda a sua riqueza, diversidade e ordem. A Escritura apresenta a obra do Criador simbolicamente como uma seqüência de seis dias “de trabalho” divino que terminam com o "descanso" do sétimo dia. O texto sagrado ensina, a respeito da criação, verdades reveladas por Deus para nossa salvação que permitem "reconhecer a natureza profunda da criação, seu valor e sua finalidade, que é a glória de Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 290,293) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 338) Não existe nada que não deva sua existência a Deus criador. O mundo começou quando foi tirado do nada pela Palavra de Deus; todos os seres existentes, toda a natureza, toda a história humana têm suas raízes neste acontecimento primordial: é a própria gênese pela qual o mundo foi constituído e o tempo começou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  297) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 339) Cada criatura possui sua bondade e sua perfeição próprias. Para cada uma das obras dos "seis dias" se diz: "E Deus viu que isto era bom". "Pela própria condição da criação, todas as coisas são dotadas de fundamento próprio, verdade, bondade, leis e ordens específicas." As diferentes criaturas, queridas em seu próprio ser, refletem, cada uma a seu modo, um raio da sabedoria e da bondade infinitas de Deus. É por isso que o homem deve respeitar a bondade própria de cada criatura para evitar um uso desordenado das coisas, que menospreze o Criador e acarrete conseqüências nefastas para os homens e seu meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2501,299,226) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 340) A interdependência das criaturas é querida por Deus. O sol e a lua, o cedro e a pequena flor, a águia e o pardal: &lt;strong&gt;as inúmeras diversidades e desigualdades significam que nenhuma criatura se basta a si mesma, que só existem em dependência recíproca, para se completarem mutuamente, a serviço umas das outras.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1937) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 341) A beleza do universo. A ordem e a harmonia do mundo criado resultam da diversidade dos seres e das relações que existem entre eles. O homem as descobre progressivamente como leis da natureza. Elas despertam a admiração dos sábios. A beleza da criação reflete a infinita beleza do Criador. Ela deve inspirar o respeito e a submissão da inteligência do homem e de sua vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 283,2500) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 342) &lt;strong&gt;A hierarquia das criaturas é expressa pela ordem dos "seis dias", que vai do menos perfeito ao mais perfeito.&lt;/strong&gt; Deus ama todas as suas criaturas, cuida de cada uma, até mesmo dos pássaros. Apesar disso, Jesus diz: &lt;strong&gt;"Vós valeis mais do que muitos pardais"&lt;/strong&gt; (Lc 12,7), ou ainda: &lt;strong&gt;"Um homem vale muito mais do que uma ovelha"&lt;/strong&gt; (Mt 12,12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  310) &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4jALszg8FYk/TdE6cQ8EsiI/AAAAAAAAAnA/7yvfin1rpMw/s1600/seis%2Bdias.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 207px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-4jALszg8FYk/TdE6cQ8EsiI/AAAAAAAAAnA/7yvfin1rpMw/s320/seis%2Bdias.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607327268310659618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 343) O homem é a obra-prima do obra do criação. A narração bíblica exprime isto distinguindo nitidamente a criação do homem da criação das outras criaturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  335) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 344) Existe uma solidariedade entre todas as criaturas pelo fato de terem todas o mesmo Criador e de todas estarem ordenadas à sua glória:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 293,139,2416) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Louvado sejas, meu Senhor.&lt;br /&gt;Com todas as tuas criaturas,&lt;br /&gt;Especialmente o senhor irmão Sol,&lt;br /&gt;Que clareia o dia&lt;br /&gt;E com sua LUZ nos alumia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louvado sejas, meu Senhor,&lt;br /&gt;Pela irmã água,&lt;br /&gt;Que é muito útil e humilde&lt;br /&gt;E preciosa e casta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louvado sejas, meu Senhor,&lt;br /&gt;Por nossa irmã, a mãe Terra,&lt;br /&gt;Que nos sustenta e governa,&lt;br /&gt;E produz frutos diversos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E coloridas flores e ervas.&lt;br /&gt;Louvai e bendizei a meu Senhor,&lt;br /&gt;E dai-lhe graças,&lt;br /&gt;E servi-o com grande humildade."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;---- (Cântico das criaturas - São Francisco de Assis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  1218) &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/yaEzHKjbgy8" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br&gt;(O cântico das criaturas - interpretado por Pe. Fábio de Melo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/VNI0lqtVjKI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;(Trecho de um filme sobre São Francisco)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 345) O Sábado é fim da obra dos "seis dias". O texto sagrado diz que "Deus concluiu no sétimo dia a obra que tinha feito", e assim "o céu e a terra foram terminados", e no sétimo dia Deus "descansou", e santificou e abençoou este dia (Gn 2,1-3). Essas palavras inspiradas são ricas de ensinamentos salutares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2168) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 346) Na criação, Deus depositou um fundamento e leis que permanecem estáveis, nos quais o crente poder apoiar-se com confiança e que para ele serão o sinal e a garantia da fidelidade inabalável da Aliança de Deus. Por sua parte, o homem deverá ficar fiel a este fundamento e respeitar as leis que o Criador inscreveu nele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2169) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 347) A criação está em função do Sábado e portanto do culto e da adoração de Deus. O culto está inscrito na ordem da criação. &lt;strong&gt;"Nada se anteponha à obra de Deus", diz a regra de São Bento, indicando assim a ordem correta das preocupações humanas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 1145,1152) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 348) O Sábado constitui o coração da lei de Israel. Observar os mandamentos é corresponder à sabedoria e à vontade de Deus expressa em sua obra de criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafo relacionado:  2172) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O oitavo dia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 349) Mas para nós nasceu um dia novo: o dia da Ressurreição de Cristo. O sétimo dia encerra a primeira criação. &lt;strong&gt;O oitavo dia dá início à nova criação.&lt;/strong&gt; Assim, a obra da criação culmina na obra maior da redenção.&lt;strong&gt; A primeira criação encontra seu sentido e seu ponto culminante na nova criação em Cristo, cujo esplendor ultrapassa o da primeira&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Parágrafos relacionados: 2174,1046) &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bCQ_1lX6btE/TdE3orapsNI/AAAAAAAAAm4/o12NB364oWA/s1600/Cristo-e-o-sol.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-bCQ_1lX6btE/TdE3orapsNI/AAAAAAAAAm4/o12NB364oWA/s320/Cristo-e-o-sol.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607324183041781970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;(O Novo Sol. A Nova Criação)&lt;br&gt; (&lt;em&gt;"Dixitque Deus: fiat lux! Et facta est lux. - Gn 1,3)&lt;br&gt;("Ego sum Lux mundi" - Jo 8,12)&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Obs. pessoal: para entender melhor o final deste post, sugiro a leitura &lt;a href="http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2009/04/por-que-jesus-cristo-morreu-na-sexta.html"target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; deste&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt; outro post antigo, e também &lt;a href="http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2009/04/por-que-jesus-cristo-ressuscitou-no_19.html"target="_blank"&gt; &lt;strong&gt;deste&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt; outro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 350) Os anjos são criaturas espirituais que glorificam a Deus sem cessar e servem a seus desígnios salvíficos em relação às demais criaturas: "Ad omnia bona nostra cooperantur angeli. - Os anjos cooperam para todos os nossos bens;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 351) Os anjos cercam Cristo, seu Senhor. Servem-no particularmente, no cumprimento de sua missão salvífica para com os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 352) A Igreja venera os anjos que a ajudam em sua peregrinação terrestre e protegem cada ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 353) Deus quis a diversidade de suas criaturas e a bondade própria delas, sua interdependência e ordem. Destinou todas a criaturas materiais ao bem do gênero humano. O homem, e por meio dele a criação inteira, destina-se à glória de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 354) Respeitar as leis inscritas na criação e as relações que derivam da natureza das coisas é princípio de sabedoria e fundamento da moral.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Continua...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-3178927570731835349?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/3178927570731835349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=3178927570731835349&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3178927570731835349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3178927570731835349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/05/catecismo-parte-viii.html' title='Catecismo - Parte VIII'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VRAwhVcs2ME/TdEzA-G2gBI/AAAAAAAAAmY/7YoGhsAXItk/s72-c/ceu-e-astros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-609972149443726486</id><published>2011-04-17T14:24:00.013-03:00</published><updated>2011-04-17T19:09:52.148-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte VII</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARÁGRAFO 4 - O CRIADOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 279) "No princípio, Deus criou o céu e a terra" (Gn 1,1). Com essas solenes palavras inicia-se a Sagrada Escritura. O Símbolo da fé retoma estas palavras confessando Deus Pai Todo-Poderoso como "O Criador do céu e da terra", "de todas as coisas visíveis e invisíveis". Por isso, falaremos primeiro do Criador, em seguida de sua criação e, finalmente, da queda no pecado, do qual Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio resgatar-nos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 280) A criação é o fundamento de "todos os desígnios salvíficos de Deus", "o começo da história da salvação", que culmina em Cristo. Inversamente, o mistério de Cristo é a luz decisiva sobre o mistério da criação; ele revela o fim em vista do qual, "no princípio, Deus criou o céu e a terra" (Gn 1,1): desde o início, Deus tinha em vista a glória da nova criação em Cristo (Rm 8, 18-23). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 281) É por isso que as leituras da Vigília Pascal, celebração da criação nova em Cristo, começam pelo relato da criação; da mesma forma, na liturgia bizantina, o relato da criação constitui sempre a primeira leitura das vigílias das grandes festas do Senhor. Segundo o testemunho dos antigos, a instrução dos catecúmenos para o batismo segue o mesmo caminho. &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-o1nMib-07dk/TatZUE49lEI/AAAAAAAAAlQ/o5H5lNF-qUs/s1600/Deus-Criador.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-o1nMib-07dk/TatZUE49lEI/AAAAAAAAAlQ/o5H5lNF-qUs/s320/Deus-Criador.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596665163382887490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. A catequese sobre a criação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 282) A catequese sobre a criação se reveste de uma importância capital. Ela diz respeito aos próprios fundamentos da vida humana e cristã, pois explicita a resposta da fé cristã à pergunta elementar feita pelos homens de todas as épocas: &lt;em&gt;"De onde viemos?" "Para onde vamos?" "Qual é a nossa origem?" "Qual é o nosso fim?" "De onde vem e para onde vai tudo o que existe?" &lt;/em&gt;As duas questões, a da origem e a do fim, são inseparáveis. São decisivas para o sentido e a orientação de nossa vida e de nosso agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 283) A questão das origens do mundo e do homem é objeto de numerosas pesquisas científicas que enriqueceram magnificamente nossos conhecimentos sobre a idade e as dimensões do cosmo, o "devir" das formas vivas, o aparecimento do homem. Essas descobertas nos convidam a admirar tanto mais a grandeza do Criador, a render-lhe graças por todas as suas obras, pela inteligência e pela sabedoria que dá aos estudiosos e aos pesquisadores. Com Salomão, estes últimos podem dizer: &lt;em&gt;"Ele me deu um conhecimento infalível dos seres para entender a estrutura do mundo, a atividade dos elementos... pois a Sabedoria, artífice do mundo, mo ensinou"&lt;/em&gt; (Sb 7,17.22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 284) O grande interesse reservado a essas pesquisas é fortemente estimulado por uma questão de outra ordem e que ultrapassa o âmbito próprio das ciências naturais. Não se trata somente de saber quando e como surgiu materialmente o cosmo, nem quando o homem apareceu, mas, antes, de descobrir qual é o sentido de tal origem: se ela é governada pelo acaso, um destino cego, uma necessidade anônima, ou por um Ser transcendente, inteligente e bom, chamado Deus. E, se o mundo provém da sabedoria e da bondade de Deus, por que existe o mal? De onde vem? Quem é o responsável por ele? Haverá como libertar-se dele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 285) Desde os inícios, a fé cristã tem-se confrontado com respostas diferentes da sua no que diz respeito à questão das origens. Assim, encontram-se nas religiões e nas culturas antigas numerosos mitos acerca das origens. Certos filósofos afirmaram que tudo é Deus, que o mundo é Deus, ou que o devir do mundo é o devir de Deus (panteísmo); outros afirmaram que o mundo é uma emanação necessária de Deus, emanação esta que deriva dessa fonte e volta a ela; outros ainda afirmaram a existência de dois princípios eternos, o Bem e o Mal, a Luz e as Trevas, em luta permanente entre si (dualismo, maniqueísmo); segundo algumas dessas concepções, o mundo (pelo menos o mundo material) seria mau, produto de uma queda, e portanto deve ser rejeitado ou superado (gnose); outros admitem que o mundo tenha sido feito por Deus, mas à maneira de um relojoeiro que, uma vez terminado o serviço, o teria abandonado a si mesmo (deísmo); outros, finalmente, não aceitam nenhuma origem transcendente do mundo, vendo neste o mero jogo de uma matéria que teria existido sempre (materialismo). Todas essas tentativas de explicação dão prova da permanência e da universalidade da questão das origens. Esta busca é própria do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 286) Sem dúvida, a inteligência humana já pode encontrar uma resposta para a questão das origens. Com efeito, a existência de Deus Criador, com certeza, pode ser conhecida por meio de suas obras, graças à luz da razão humana, ainda que este conhecimento seja muitas vezes obscurecido e desfigurado pelo erro.  É por isso que a fé vem confirmar e iluminar a razão na compreensão correta desta verdade:&lt;em&gt; "Foi pela fé que compreendemos que os mundos foram formados por uma palavra de Deus. Por isso é que o mundo visível não tem sua origem em coisas manifestas"&lt;/em&gt; (Hb 11,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 287) A verdade da criação é tão importante para toda a vida humana que Deus, em sua ternura, quis revelar a seu Povo tudo o que é útil conhecer a este respeito. Para além do conhecimento natural que todo homem pode ter do Criador (At 17,24-29; Rm 1,19-20), Deus revelou progressivamente a Israel o mistério da criação. Ele, que escolheu os patriarcas, que fez Israel sair do Egito e que, ao escolher Israel, o criou e o formou (Is 43,1), se revela como Aquele a quem pertencem todos os povos da terra, e a terra inteira, como o único que "fez o céu e a terra" (Sl 115,15; 124,8; 134,3).&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-f_8zYX20dyg/TataQr9UMNI/AAAAAAAAAlY/bdV0ISyaw1g/s1600/sol.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 243px; height: 207px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-f_8zYX20dyg/TataQr9UMNI/AAAAAAAAAlY/bdV0ISyaw1g/s320/sol.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596666204662280402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 288) Assim, a revelação da criação é inseparável da revelação e da realização da Aliança de Deus, o Único, com o seu Povo. A criação é revelada como sendo o primeiro passo rumo a essa Aliança, como o testemunho primeiro e universal do amor Todo-Poderoso de Deus (Gn 15,5; Jr 33,19-26). Além disso, a verdade da criação se exprime com um vigor crescente na mensagem dos profetas (Is 44,24), na oração dos salmos (Sl 104) e da liturgia, na reflexão da sabedoria (Pr 8,22-31) do Povo eleito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 289) Entre todas as palavras da Sagrada Escritura sobre a criação, os três primeiros capítulos do Gênesis ocupam um lugar único. Do ponto de vista literário, esses textos podem ter diversas fontes. Os autores inspirados puseram-nos no começo da Escritura, de sorte que eles exprimem, em sua linguagem solene, as verdades da criação, da origem e do fim desta em Deus, de sua ordem e de sua bondade, da vocação do homem e finalmente do drama do pecado e da esperança da salvação. Lidas à luz de Cristo, na unidade da Sagrada Escritura e na Tradição viva da Igreja, essas palavras são a fonte principal para a catequese dos Mistérios do "princípio": criação, queda, promessa da salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A criação - obra da Santíssima Trindade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 290) "No princípio, Deus criou o céu e a terra" (Gn 1,1). Três coisas são afirmadas nestas primeiras palavras da Escritura: o Deus eterno pôs um começo a tudo o que existe fora dele. Só ele é Criador (o verbo “criar” - em hebraico, "bara"  sempre tem como sujeito Deus). Tudo o que existe (expresso pela fórmula "o céu e a terra") depende daquele que lhe dá o ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 291) "No princípio era o Verbo... e o Verbo era Deus... Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi feito"(Jo 1,1-3). O Novo Testamento revela que Deus criou tudo por meio do Verbo Eterno, seu Filho bem-amado. Nele "foram criadas todas coisas, nos céus e na terra... tudo foi criado por Ele e para Ele. Ele é antes de tudo e tudo nele subsiste" (Cl 1,16-17). A fé da Igreja afirma outrossim a ação criadora do Espírito Santo: Ele é o "doador de vida", "o Espírito Criador" ("Veni, Creator Spiritus"), a "Fonte de todo bem".&lt;br /&gt;&lt;P ALIGN=CENTER&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d9rjGwoP7s0/TatbncpM96I/AAAAAAAAAl4/2NTU5vg3W44/s1600/jesus-criador.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 245px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-d9rjGwoP7s0/TatbncpM96I/AAAAAAAAAl4/2NTU5vg3W44/s320/jesus-criador.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596667695200008098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/P&gt;&lt;P ALIGN=JUSTIFY&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 292) Insinuada no Antigo Testamento (Gn 1,2-3; Sl 33,6; Sl 104,30), revelada na Nova Aliança, a ação criadora do Filho e do Espírito, inseparavelmente una com a do Pai, é claramente afirmada pela regra de fé da Igreja: "Só existe um Deus...: ele é o Pai, é Deus, é o Criador, é o Autor, é o Ordenador. Ele fez todas as coisas por Si mesmo, isto é, pelo seu Verbo e Sabedoria", "pelo Filho e pelo Espírito", que são como "suas mãos". A criação é a obra comum da Santíssima Trindade.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bmZzzTfObxI/TatbztwZYII/AAAAAAAAAmI/p8FPckDjq6I/s1600/particuladeus.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-bmZzzTfObxI/TatbztwZYII/AAAAAAAAAmI/p8FPckDjq6I/s320/particuladeus.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596667905952014466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;("E o Espírito de Deus pairava sobre as águas...")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iMBzn5gmjCo/TatbnG6WwwI/AAAAAAAAAlw/b9k5m6nEvbE/s1600/jesus-agua.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 218px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-iMBzn5gmjCo/TatbnG6WwwI/AAAAAAAAAlw/b9k5m6nEvbE/s320/jesus-agua.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596667689366373122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;(Jesus andou sobre as águas...) &lt;br&gt;("Não temam! SOU EU" - Mt 14, 26-27; Jo 6, 19-20)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. "O mundo foi criado para a glória de Deus"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 293) Eis uma verdade fundamental que a Escritura e a Tradição não cessam de ensinar e de celebrar: "O mundo foi criado para a glória de Deus". Deus criou todas as coisas, explica São Boaventura, "non propter gloriam augendam, sed propter gloriam manifestandam et propter gloriam suam communicandam" ("não para aumentar a [sua] glória, mas para manifestar a glória e para comunicar a sua glória"). Pois Deus não tem outra razão para criar a não ser seu amor e sua bondade: "Aperta manu clave amoris creaturae prodierunt" ("Aberta a mão pela chave do amor, as criaturas surgiram"). E o Concílio Vaticano I explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Este único e verdadeiro Deus, por sua bondade e por sua "virtude onipotente", não para aumentar sua felicidade nem para adquirir sua perfeição, mas para manifestar essa perfeição por meio dos bens que prodigaliza às criaturas, com vontade plenamente livre, criou simultaneamente no início do tempo ambas as criaturas do nada: a espiritual e a corporal.&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 294) A glória de Deus consiste em que se realize esta manifestação e esta comunicação de sua bondade em vista das quais o mundo foi criado. Fazer de nós "filhos adotivos por Jesus Cristo: conforme o beneplácito de sua vontade para louvor à glória da sua graça" (Ef 1,5-6): "Pois a glória de Deus é o homem vivo, e a vida do homem é a visão de Deus: se já a revelação de Deus por meio da criação proporcionou a vida a todos os seres que vivem na terra, quanto mais a manifestação do Pai pelo Verbo proporciona a vida àqueles que vêem a Deus (São Irineru)". O fim último da criação é que Deus, "Criador do universo, tornar-se-á “tudo em todas as coisas' (1Cor 15,28), procurando, ao mesmo tempo, a sua glória e a nossa felicidade".&lt;br /&gt;&lt;P ALIGN=CENTER&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-MFIuvN1-qX0/Tatbntpl07I/AAAAAAAAAmA/6Uey2GQoL-Y/s1600/m%25C3%25A3o-criador.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-MFIuvN1-qX0/Tatbntpl07I/AAAAAAAAAmA/6Uey2GQoL-Y/s320/m%25C3%25A3o-criador.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596667699765040050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/P&gt;&lt;P ALIGN=JUSTIFY&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. O mistério da criação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS CRIA POR SABEDORIA E POR AMOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 295) Cremos que Deus criou o mundo segundo sua sabedoria (Sb9,9). O mundo não é o produto de uma necessidade qualquer, de um destino cego ou do acaso. Cremos que o mundo procede da vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas participarem de seu ser, de sua sabedoria e de sua bondade: "Pois tu criaste todas as coisas; por tua vontade é que elas existiam e foram criadas” (Ap 4,11). "Quão numerosas são as tuas obras, Senhor, e todas fizeste com sabedoria!" (Sl 104,24). "O Senhor é bom para todos, compassivo com todas as suas obras" (Sl 145,9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS CRIA "DO NADA"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 296) Cremos que Deus não precisa de nada preexistente nem de nenhuma ajuda para criar. A criação também não é uma emanação necessária da substância divina. Deus cria livremente "do nada":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Que haveria de extraordinário se Deus tivesse tirado o mundo de uma matéria preexistente? Um artífice humano, quando se lhe dá um material, faz dele tudo o que quiser. Ao passo que o poder de Deus se mostra precisamente quando parte do nada para fazer tudo o que quer (São Teófilo de Antioquia).&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 297) A fé na criação a partir "do nada" é atestada na Escritura como uma verdade cheia de promessa e de esperança. Assim a mãe dos sete filhos os encoraja ao martírio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Não sei como é que viestes a aparecer no meu seio, nem fui eu que vos dei o espírito e a vida, nem também fui eu que dispus organicamente os elementos de cada um de vós. Por conseguinte, foi o Criador do mundo que formou o homem em seu nascimento e deu origem a todas as coisas, quem vos retribuirá, na sua misericórdia,   o espírito e a vida, uma vez que agora fazeis pouco caso de vós mesmos, por amor às leis dele... Eu te suplico, meu filho, contempla o céu e a terra e observa tudo o que neles existe. Reconhece que não foi de coisas existentes que Deus os fez, e que também o gênero humano surgiu da mesma forma (2Mc 7,22-23.28). &lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 298) Uma vez que Deus pôde criar do nada, pode, pelo Espírito Santo, dar a vida da alma a pecadores, criando neles um coração puro (Sl 51,12), e a vida do corpo aos falecidos, pela ressurreição, Ele, "que faz viver os mortos e chama à existência as coisas que não existem" (Rm 4,17). E uma vez que, pela sua Palavra, pôde fazer resplandecer a luz a partir das trevas (Gn 1,3), pode também dar a luz da fé àqueles que a desconhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS CRIA UM MUNDO ORDENADO E BOM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 299) Já que Deus cria com sabedoria, a criação é ordenada: "Tu dispuseste tudo com medida número e peso" (Sb 11,20). Feita no e por meio do Verbo eterno, "imagem do Deus invisível" (Cl 1,15), a criação está destinada e dirigida ao homem, imagem de Deus (Gn 1,26), chamado a uma relação pessoal com Ele. Nossa inteligência, que participa da luz do Intelecto divino, pode entender o que Deus nos diz por sua criação (Sl 19, 2-5), sem dúvida não sem grande esforço e num espírito de humildade e de respeito diante do Criador e de sua obra. Originada da bondade divina, a criação participa desta bondade: "E Deus viu que isto era bom... muito bom" (Gn 1,4.10.12.18.21.31). Pois a criação é querida por Deus como um dom dirigido ao homem, como uma herança que lhe é destinada e confiada. Repetidas vezes a Igreja teve de defender a bondade da criação, inclusive do mundo material.&lt;br /&gt;&lt;P ALIGN=CENTER&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mvsDlioWEJE/TatbmpOVNvI/AAAAAAAAAlg/RvOOQqkJdoU/s1600/criador.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 255px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-mvsDlioWEJE/TatbmpOVNvI/AAAAAAAAAlg/RvOOQqkJdoU/s320/criador.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596667681397094130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/P&gt;&lt;P ALIGN=JUSTIFY&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS TRANSCENDE A CRIAÇÃO E ESTÁ PRESENTE NELA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 300) Deus é infinitamente maior que todas as suas obras (Eclo 43, 30): "Sua majestade é mais alta do que os céus" (Sl 8,2), "é incalculável a sua grandeza" (S1 145,3). Mas, por ser o Criador soberano e livre, causa primeira de tudo o que existe, Ele está presente no mais íntimo das suas criaturas: "Nele vivemos, nos movemos e existimos" (At 17,28). Segundo as palavras de Santo Agostinho, ele é &lt;em&gt;"superior summo meo et interior intimo meo" &lt;/em&gt; ("maior do que o que há de maior em mim e mais íntimo do que o que há de mais íntimo em mim").&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ferxLrCX1ck/TathkF7dOLI/AAAAAAAAAmQ/GVObZiw2CYE/s1600/maria%2Bsacr%25C3%25A1rio.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 251px; height: 201px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ferxLrCX1ck/TathkF7dOLI/AAAAAAAAAmQ/GVObZiw2CYE/s320/maria%2Bsacr%25C3%25A1rio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596674234632714418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS MANTÉM E SUSTENTA A CRIAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 301) Com a criação, Deus não abandona sua criatura a ela mesma. Não somente lhe dá o ser e a existência, mas também a sustenta a todo instante no ser, dá-lhe o dom de agir e a conduz a seu termo. Reconhecer esta dependência completa em relação ao Criador é uma fonte de sabedoria e liberdade, alegria e confiança:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Sim, tu amas tudo o que criaste, não te aborreces com nada do que fizeste; se alguma coisa tivesses odiado, não a terias feito. E como poderia subsistir alguma coisa se não a tivesses querido? Como conservaria a sua existência se não a tivesses chamado? Mas a todos perdoas, porque são teus: Senhor, amigo da vida! (Sb 11,24-26)&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;V. Deus realiza o seu projeto: a divina providência&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 302) A criação tem sua bondade e sua perfeição próprias, mas não saiu completamente acabada das mãos do Criador. Ela é criada "em estado de caminhada" ("in statu viae") para uma perfeição última a ser ainda atingida, para a qual Deus a destinou. Chamamos de divina providência as disposições pelas quais Deus conduz sua criação para esta perfeição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Deus conserva e governa com sua providência tudo o que criou; ela se estende "com vigor de um extremo ao outro e governa o universo com suavidade" (Sb 8,1). Pois "tudo está nu e descoberto aos seus olhos" (Hb 4,13), mesmo os atos dependentes da ação livre das criaturas.&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 303) O testemunho da Escritura é unânime: a solicitude da divina providência é concreta e direta, toma cuidado de tudo, desde as mínimas coisas até os grandes acontecimentos do mundo e da história. Com vigor, os livros sagrados afirmam a soberania absoluta de Deus no curso dos acontecimentos: "O nosso Deus está no céu e faz tudo o que deseja" (S1 115,3); e de Cristo se diz: "O que abre e ninguém mais fecha, e, fechando, ninguém mais abre" (Ap 3,7). "Muitos são os projetos do coração humano, mas é o desígnio do Senhor que permanece firme" (Pr 19,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 304) Assim vemos o Espírito Santo, autor principal da Escritura, atribuir muitas vezes ações a Deus, sem mencionar causas segundas. Esta não é uma "maneira de falar" primitiva, mas uma forma profunda de lembrar o primado de Deus e o seu senhorio absoluto sobre a história e o mundo (Is 45,5-7; Dt 32, 39; Eclo 11,14) e de assim educar para a confiança nele. A oração dos Salmos é a grande escola desta confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 305) Jesus pede uma entrega filial à providência do Pai Celeste, que cuida das mínimas necessidades de seus filhos: &lt;em&gt;"Por isso, não andeis preocupados, dizendo: Que iremos comer? Ou, que iremos beber?... Vosso Pai celeste sabe que tendes necessidade de todas essas coisas. Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas"&lt;/em&gt; (Mt 6,31-33; Mt 10, 29-31).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PROVIDÊNCIA E AS CAUSAS SEGUNDAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 306) Deus é o Senhor soberano de seus desígnios. Mas, para a realização dos mesmos, serve-se também do concurso das criaturas. Isso não é um sinal de fraqueza, mas da grandeza e da bondade do Deus Todo-Poderoso. Pois Deus não somente dá às suas criaturas o existir, mas também a dignidade de agirem elas mesmas, de serem causas e princípios umas das outras e de, assim, cooperarem no cumprimento de seu desígnio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 307) Aos homens, Deus concede até de poderem participar livremente de sua providência, confiando-lhes a responsabilidade de "submeter" a terra e de dominá-la (Gn 1,28). Deus concede assim aos homens serem causas inteligentes e livres para completar a obra da Criação, aperfeiçoar sua harmonia para o bem deles e de seus próximos. Cooperadores muitas vezes inconscientes da vontade divina, os homens podem entrar deliberadamente no plano divino, por suas ações, por suas orações, mas também por seus sofrimentos (Cl 1,24). Tornam-se então plenamente "cooperadores de Deus" (1Cor 3,9) e do seu Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 308) Eis uma verdade inseparável da fé em Deus Criador: Deus age em todo o agir de suas criaturas. E é a causa primeira que opera nas causas segundas e por meio delas: "Pois é Deus quem opera em vós o querer e o operar, segundo a sua vontade" (Fl 2,13; 1Cor 12,6). Longe de diminuir a dignidade da criatura,  esta verdade a realça. Tirada do nada pelo poder, sabedoria, bondade de Deus, a criatura não pode nada se for cortada de sua origem, pois "a criatura sem o Criador se esvai"; muito menos pode atingir seu fim último sem a ajuda da graça (Mt 19,26; Jo 15,5; Fl 4,13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;P ALIGN=CENTER&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-lCqRrZJtL5Q/Tatbm04snxI/AAAAAAAAAlo/bOdEytChyyg/s1600/aguas_19.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-lCqRrZJtL5Q/Tatbm04snxI/AAAAAAAAAlo/bOdEytChyyg/s320/aguas_19.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5596667684527578898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/P&gt;&lt;P ALIGN=JUSTIFY&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PROVIDÊNCIA E O ESCÂNDALO DO MAL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 309) Se Deus Pai Todo-Poderoso, Criador do mundo ordenado e bom, cuida de todas as suas criaturas, por que então o mal existe? Para esta pergunta tão premente quão inevitável, tão dolorosa quanto misteriosa, não há uma resposta rápida. É o conjunto da fé cristã que constitui a resposta a esta pergunta: a bondade da criação, o drama do pecado, o amor paciente de Deus que se antecipa ao homem por suas Alianças, pela Encarnação redentora de seu Filho, pelo dom do Espírito, pelo congraçamento da Igreja, pela força dos sacramentos, pelo chamado a uma vida bem-aventurada à qual as criaturas livres são convidadas antecipadamente a assentir, mas da qual podem, por um terrível mistério, abrir mão também antecipadamente. Não há nenhum elemento da mensagem cristã que não seja, por uma parte, uma resposta à questão do mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 310) Mas por que Deus não criou um mundo tão perfeito que nele não possa existir mal algum? Segundo seu poder infinito, Deus sempre poderia criar algo melhor. Todavia, em sua sabedoria e bondade infinitas, Deus quis livremente criar um mundo "em estado de caminhada" para sua perfeição última. Este devir permite, no desígnio de Deus, juntamente com o aparecimento de determinados seres, também o desaparecimento de outros, juntamente com o mais perfeito, também o menos imperfeito, juntamente com as construções da natureza, também as destruições. Juntamente com o bem físico existe, portanto, o mal físico, enquanto a criação não houver atingido sua perfeição (São Tomás de Aquino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 311) Os anjos e os homens, criaturas inteligentes e livres, devem caminhar para seu destino último por opção livre e amor preferencial. Podem, no entanto, desviar-se. E, de fato, pecaram. Foi assim que o mal moral entrou no mundo, incomensuravelmente mais grave do que o mal físico. Deus não é de modo algum, nem direta nem indiretamente, a causa do mal moral. Todavia, permite-o, respeitando a liberdade de sua criatura e, misteriosamente, sabe auferir dele o bem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Pois o Deus Todo-Poderoso..., por ser soberanamente bom, nunca deixaria qualquer mal existir em suas obras se não fosse bastante poderoso e bom para fazer resultar o bem do próprio mal.&lt;/blockquote&gt;(St. Agostinho).&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 312) Assim, com o passar do tempo, pode-se descobrir que Deus, em sua providência todo-poderosa, pode extrair um bem das conseqüências de um mal, mesmo moral, causado por suas criaturas: "Não fostes vós, diz José a seus irmãos, que me enviastes para cá, foi Deus;  - o mal que tínheis a intenção de fazer-me, o desígnio de Deus o mudou em bem a fim de salvar a vida de um povo numeroso" (Gn 45,8; 50,20). Do maior mal moral jamais cometido, a saber, a rejeição e homicídio do Filho de Deus, causado pelos pecados de todos os homens, Deus, pela superabundância de sua graça (Rm 5,20), tirou o maior dos bens: a glorificação de Cristo e a nossa Redenção. Com isso, porém, o mal não se converte em um bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 313) "Sabemos que, para os que amam a Deus, tudo concorre para o bem" (Rm 8,28). O testemunho dos santos não cessa de confirmar esta verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, Sta. Catarina de Sena diz àqueles que se escandalizam e se revoltam com o que lhes acontece:&lt;em&gt; "Tudo procede do amor tudo está ordenado à salvação do homem, Deus não faz nada que não seja para esta finalidade."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Santo Tomás More, pouco antes de seu martírio, consola sua filha: &lt;em&gt;"Não pode acontecer nada que Deus não tenha querido. Ora, tudo o que ele quer, por pior que possa parecer-nos, é o que há de melhor para nós."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Lady Juliana de Norwich: &lt;em&gt;"Aprendi, portanto, pela graça de Deus, que era preciso apegar-me com firmeza à fé e crer com não menor firmeza que todas as coisas irão bem.... 'Tu mesmo verás que qualquer tipo de circunstância servirá para o bem' - Thou shalt see thyself that all MANNER of thing shall be well." &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 314) Cremos firmemente que Deus é o Senhor do mundo e da história. Mas os caminhos de sua providência muitas vezes nos são desconhecidos. Só no final, quando acabar o nosso conhecimento parcial, quando virmos Deus "face a face" (1 Cor 13,12), teremos pleno conhecimento dos caminhos pelos quais, mesmo por meio dos dramas do mal e do pecado, Deus terá conduzido sua criação até o descanso desse Sábado definitivo (Gn 2,2), em vista do qual criou o céu e a terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 315) Na criação do mundo e dos homens, Deus colocou o primeiro e universal testemunho de seu amor Todo-Poderoso e de sua sabedoria, o primeiro anúncio de seu "desígnio benevolente", o qual encontra sua meta na nova criação em Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 316) Embora a obra da criação seja particularmente atribuída ao Pai, é igualmente verdade de fé que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são o único e indivisível princípio da criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 317) Só Deus criou o universo, livremente, diretamente, sem nenhuma ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 318) Nenhuma criatura tem o poder infinito que é necessário para "criar" no sentido próprio da palavra, isto é, produzir e dar o ser àquilo que não o tinha de modo algum (chamar à existência "ex nihilo" "do nada").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 319) Deus criou o mundo para manifestar e para comunicar sua glória. Que suas criaturas participem de sua verdade, de sua bondade e de sua beleza, é a glória para a qual Deus as criou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 320) Deus, que criou o universo o mantém na existência por seu Verbo, "este Filho que sustenta o universo com o poder de sua palavra" (Hb 1,3) e pelo seu Espírito Criador que dá a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 321) A Divina Providência são as disposições pelas quais Deus conduz com sabedoria e amor todas as criaturas até seu fim último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 322) Cristo convida-nos à entrega filial à Providência de nosso Pai celeste(Mt 6,26-31), e o Apóstolo São Pedro lembra: "Lançai sobre ele toda a vossa preocupação porque é ele que cuida de vós (1Pd 57; Sl 55,23)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 323) A Providência divina age também por meio da ação das criaturas. Aos seres humanos Deus concede cooperar livremente para seus desígnios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 324) A permissão divina do mal físico e do mal moral é um mistério que Deus ilumina por seu Filho, Jesus Cristo, morto e ressuscitado para vencer o mal. A fé nos dá a certeza de que Deus não permitiria o mal se do próprio mal não tirasse o bem, por caminhos que só conheceremos plenamente na vida eterna.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-609972149443726486?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/609972149443726486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=609972149443726486&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/609972149443726486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/609972149443726486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/04/catecismo-parte-vii.html' title='Catecismo - Parte VII'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-o1nMib-07dk/TatZUE49lEI/AAAAAAAAAlQ/o5H5lNF-qUs/s72-c/Deus-Criador.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-3608274676058581259</id><published>2011-04-10T12:01:00.008-03:00</published><updated>2011-04-17T14:07:22.867-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte VI</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PARÁGRAFO 3 - O TODO-PODEROSO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 268) De todos os atributos divinos, só a onipotência de Deus é mencionada no Símbolo: confessá-la é de grande importância para nossa vida. Nós cremos que ela é universal, pois Deus que criou tudo (Gn 1, 1-3; Jo 1, 3), governa tudo e pode tudo. A Onipotência é também de amor, pois Deus é nosso Pai (Mt 6, 9); e é misteriosa, pois somente a fé pode discerni-la, quando (a onipotência divina) &lt;em&gt;"se manifesta na fraqueza"&lt;/em&gt; (2Cor 12, 9; 1Cor 1, 18).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"ELE FAZ TUDO O QUE QUER" (Sl 115,3)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 269) As Sagradas Escrituras professam reiteradas vezes o poder universal de Deus. Ele é chamado "o Poderoso de Jacó" (Gn 49,24; Is 1,24 e.o.), "o Senhor dos exércitos", "o Forte, o Valente” (Sl 24,8-10). Se Deus é Todo-Poderoso "no céu e na terra" (Sl 135,6), é porque os fez. Por isso, nada lhe é (Jr 32, 17; Lc 1, 37) impossível, e Ele dispõe à vontade de sua obra (Jr 27, 5); Ele é o Senhor do universo, cuja ordem estabeleceu, ordem esta que lhe permanece inteiramente submissa e disponível; Ele é o Senhor da história: governa os corações e os acontecimentos à vontade (Est 4, 17; Pr 21, 1; Tb 13, 2). "Teu grande poder está sempre a teu serviço, e quem pode resistir à força de teu braço?" (Sb 11,21).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"TU TE COMPADECES DE TODOS, PORQUE TUDO PODES" (SB 11,23)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 270) Deus é o Pai Todo-Poderoso. Sua paternidade e seu poder iluminam-se mutuamente. Com efeito, ele mostra sua onipotência paternal pela maneira como cuida de nossas necessidades (Mt 6, 32), pela adoção filial que nos outorga ("Serei para vós um pai, e sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso": 2Cor 6,18), e finalmente por sua misericórdia infinita, pois mostra seu poder no mais alto grau, perdoando livremente os pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 271) A onipotência divina de modo algum é arbitrária. &lt;em&gt;"Em Deus o poder e a essência, a vontade e a inteligência, a sabedoria e a justiça são uma só e mesma coisa, de sorte que nada pode estar no poder divino que não possa estar na vontade justa de Deus ou em sua inteligência sábia"&lt;/em&gt; (São Tomás de Aquinos. th. 1, 25, 5, ad 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MISTÉRIO DA APARENTE IMPOTÊNCIA DE DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 272) A fé em Deus Pai Todo-Poderoso pode ser posta à prova pela experiência do mal e do sofrimento. Por vezes, Deus pode parecer ausente e incapaz de impedir o mal. Ora, Deus Pai &lt;strong&gt;revelou sua Onipotência da maneira mais misteriosa no rebaixamento voluntário e na Ressurreição de seu Filho, pelos quais venceu o mal&lt;/strong&gt;. Assim, o Cristo crucificado é &lt;em&gt;"poder de Deus e sabedoria de Deus. Pois o que é loucura de Deus é mais sábio do que os homens, e o que é fraqueza de Deus é mais forte do que os homens"&lt;/em&gt; (1Cor 1,25). Foi na Ressurreição e na exaltação de Cristo que o Pai &lt;em&gt;"desdobrou o vigor de sua força"&lt;/em&gt; e manifestou &lt;em&gt;"que extraordinária grandeza reveste seu poder para nós, os que cremos" &lt;/em&gt;(Ef 1,19-22).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 273) Somente a fé pode aderir aos caminhos misteriosos onipotência de Deus. Esta fé gloria-se de suas fraquezas a fim de atrair sobre si o poder de Cristo (2Cor 12, 9). Desta fé, a Virgem Maria é o modelo supremo, ela que acreditou que &lt;em&gt;"nada impossível a Deus"&lt;/em&gt; (Lc 1,37) e que pôde engrandecer o Senhor: &lt;em&gt;"O Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor, seu nome é Santo"&lt;/em&gt; (Lc 1, 49).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 274) "Por isso, nada é mais adequado para consolidar nossa Fé e nossa esperança do que a convicção profundamente gravada em nossas almas de que &lt;strong&gt;nada é impossível a Deus&lt;/strong&gt;. Pois tudo o que [o Credo] a seguir nos proporá a crer (as maiores coisas, as mais incompreensíveis, bem como as que mais ultrapassam as leis ordinárias da natureza), desde que a nossa razão tenha pelo menos idéia da onipotência divina, ela as admitirá facilmente e sem qualquer hesitação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 275) Juntamente com Jó, o justo, nós confessamos: &lt;em&gt;"Reconheço que tudo podes e que nenhum dos Teus desígnios fica frustado" &lt;/em&gt;(Jó 42,2). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  276) Fiel ao testemunho da Escritura, a Igreja dirige com freqüência sua prece ao "Deus Todo-Poderoso e eterno" (&lt;em&gt;"omnipotens sempiterne Deus...&lt;/em&gt;"), crendo firmemente que &lt;em&gt;"nada é impossível a Deus"&lt;/em&gt; (Gn 18, 14; Lc 1, 37; Mt 19, 26). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 277) Deus manifesta sua onipotência convertendo-nos dos nossos pecados e restabelecendo-nos em sua amizade pela graça (&lt;em&gt;"Deus, qui omnipotentiam tuam parcendo maxime et miserando manifestas&lt;/em&gt;... - O Deus, que manifestais o vosso poder sobretudo na misericórdia..."). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 278) Se não crermos que o amor de Deus é Todo-Poderoso, como crer que o Pai pode nos criar, que o Filho pode nos remir e que o Espírito pode nos santificar?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt; &lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/YaqQnhBtxaI" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;The Voice &lt;br&gt;(Celtic Woman)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo e a música não fazem parte do catecismo, mas inseri no post apenas como complemento. A seguir, a letra e a tradução da música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Human Being): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I hear your voice on the wind&lt;br /&gt;And I hear you call out my name&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Voice):&lt;br /&gt;"Listen, my child," you say to me&lt;br /&gt;"I am the voice of your history&lt;br /&gt;Be not afraid, come follow me&lt;br /&gt;Answer my call, and I'll set you free"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I am the voice in the wind and the pouring rain&lt;br /&gt;I am the voice of your hunger and pain&lt;br /&gt;I am the voice that always is calling you&lt;br /&gt;I am the voice, I will remain&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I am the voice in the fields when the summer's gone&lt;br /&gt;The dance of the leaves when the autumn winds blow&lt;br /&gt;Ne'er do I sleep thoughout all the cold winter long&lt;br /&gt;I am the force that in springtime will grow&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I am the voice of the past that will always be&lt;br /&gt;Filled with my sorrow and blood in my fields&lt;br /&gt;I am the voice of the future, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Human being):&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bring me your peace,&lt;br /&gt;Bring me your peace, and my wounds, they will heal...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Voice): &lt;br /&gt;I am the voice in the wind and the pouring rain&lt;br /&gt;I am the voice of your hunger and pain&lt;br /&gt;I am the voice that always is calling you&lt;br /&gt;I am the voice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I am the voice of the past that will always be&lt;br /&gt;I am the voice of your hunger and pain&lt;br /&gt;I am the voice of the future&lt;br /&gt;I am the voice, I am the voice&lt;br /&gt;I am the voice, I am the voice &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRADUÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ser humano):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouço a sua voz no vento.&lt;br /&gt;E ouço-a chamar meu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Voz):&lt;br /&gt;"Ouça, minha criança!" Você diz para mim,&lt;br /&gt;"Eu sou a voz de sua história,&lt;br /&gt;Não tema - venha, siga-me,&lt;br /&gt;Responda meu convite e vou tornar você livre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a voz do vento e da chuva torrencial,&lt;br /&gt;Eu sou a voz de seu anseio e dor;&lt;br /&gt;Eu sou a voz que sempre está chamando você,&lt;br /&gt;Eu sou a voz - Eu persistirei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a voz nos domínios em que o verão acabou,&lt;br /&gt;A dança das folhas no Outono, quando os ventos sopram;&lt;br /&gt;Posso dormir ao longo de todo o frio do Inverno;&lt;br /&gt;Eu sou a força que na primavera vai crescer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a voz do passado que será sempre,&lt;br /&gt;Pleno com meu sofrimento e com sangue em meus campos.&lt;br /&gt;Eu sou a voz do futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Ser humano):&lt;br /&gt;Traga-me a sua paz, traga a sua paz, e as minhas feridas irão cicatrizar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Voz):&lt;br /&gt;Eu sou a voz do vento e da chuva torrencial,&lt;br /&gt;Eu sou a voz do seu anseio e da dor;&lt;br /&gt;Eu sou a voz que sempre está chamando você,&lt;br /&gt;Eu sou a voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou a voz no passado que será sempre&lt;br /&gt;Eu sou a voz de fome e dor;&lt;br /&gt;Eu sou a voz do futuro;&lt;br /&gt;Eu sou a voz!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-3608274676058581259?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/3608274676058581259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=3608274676058581259&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3608274676058581259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3608274676058581259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/04/catecismo-parte-vi.html' title='Catecismo - Parte VI'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/YaqQnhBtxaI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-4560660411165643293</id><published>2011-04-01T23:40:00.001-03:00</published><updated>2011-04-02T00:06:17.910-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte V</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRIMEIRA PARTE - SEGUNDA SEÇÃO &lt;br /&gt;A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ&lt;br /&gt;OS SÍMBOLOS DA FÉ &lt;br /&gt;- PARÁGRAFO 2 - O PAI&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 232) Os cristãos são batizados "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19). Antes disso, eles respondem "Creio" à tríplice pergunta que os manda confessar sua fé no Pai, no Filho e no Espírito: &lt;em&gt;"Fides omnium christianorum in Trinitate consistit"&lt;/em&gt; (A fé de todos os cristãos consiste na Trindade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 233) Os cristãos são batizados "em nome" do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e não "nos nomes" destes três, pois só existe um Deus, o Pai Todo-Poderoso, seu Filho Único e o Espírito Santo: a Santíssima Trindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 234) O mistério da Santíssima é, portanto, a fonte de todos os outros mistérios da fé, sendo a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial na "hierarquia das verdades de fé". "Toda a história da salvação não é senão a história da via e dos meios pelos quais o Deus verdadeiro e Único, Pai, Filho e Espírito Santo, se revela, reconcilia Consigo e une a Si os homens que se afastam do pecado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 235) Neste parágrafo se exporá brevemente de que modo é revelado o mistério da Santíssima Trindade (I), de que maneira a Igreja formulou a doutrina da fé sobre este mistério (II), e, finalmente, de que modo, mediante as missões divinas do Filho e do Espírito Santo, Deus Pai realiza seu "desígnio benevolente" de criação, de redenção e de santificação (III).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 236) Os Padres da Igreja distinguem entre a "Theologia" (Teologia) e a "Oikonomia" (Economia), designando com o primeiro termo o mistério da vida íntima do Deus-Trindade e com o segundo todas as obras de Deus por meio das quais ele se revela e comunica sua vida. É mediante a "Oikonomia" que nos é revelada a "Theologia"; mas, inversamente, é a "Theologia" que ilumina toda a "Oikonomia". As obras de Deus revelam quem Ele é em Si mesmo e, inversamente, o mistério de Seu Ser íntimo ilumina a compreensão de todas as suas obras. Acontece o mesmo, analogicamente, entre as pessoas humanas. A pessoa mostra-se em seu agir e, quanto melhor conhecermos uma pessoa, tanto melhor compreenderemos seu agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 237) A Trindade é um mistério de fé no sentido estrito, um do “mistérios escondidos em Deus que não podem ser conhecidos se não forem revelados do alto". Sem dúvida, Deus deixou vestígios de Seu Ser trinitário em Sua obra de Criação e em Sua Revelação ao longo do Antigo Testamento. Mas a intimidade de Seu Ser como Santíssima Trindade constitui um mistério inacessível à pura razão e até mesmo à fé de Israel antes da Encarnação do Filho de Deus e da missão do Espírito Santo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. A revelação de Deus como Trindade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PAI REVELADO PELO FILHO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 238) A invocação de Deus como "Pai" é conhecida em muitas religiões. A divindade é muitas vezes considerada "pai dos deuses e dos homens". Em Israel, Deus é chamado de Pai enquanto Criador do mundo (Dt 32, 6; Ml 2, 10). Deus é Pai, mais ainda, em razão da Aliança, e do dom da Lei a Israel, que é Seu "filho primogênito" (Ex 4,22). É também chamado de Pai do rei de Israel (2Sm 7, 14). Muito particularmente Ele é "o Pai dos pobres", do órfão e da viúva que estão sob sua proteção de amor (Sl 68, 6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 239) Ao designar a Deus com o nome de "Pai", a linguagem da fé indica principalmente dois aspectos: que Deus é origem primeira de tudo, autoridade transcendente, e que, ao mesmo tempo, é bondade e solicitude de amor para todos os seus filhos. Esta ternura paterna de Deus pode também ser expressa pela imagem da maternidade (Is 66, 13), que indica mais imanência de Deus, a intimidade entre Deus e sua criatura. A linguagem da fé inspira-se, assim, na experiência humana dos pais (genitores), que são de certo modo os primeiros representantes de Deus para o homem. Mas esta experiência humana ensina também que os pais humanos são falíveis e que podem desfigurar o rosto da paternidade e da maternidade. Convém então lembrar que Deus transcende a distinção humana dos sexos. Ele não é nem homem nem mulher, é Deus. Transcende também a paternidade e a maternidade humanas (Sl 27, 10), embora seja a sua origem e a medida (Ef 3, 14): ninguém é pai como Deus o é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 240) Jesus revelou que Deus é "Pai" num sentido inaudito: não o é somente enquanto Criador, mas é eternamente Pai em relação a Seu Filho único, que só é eternamente Filho em relação a Seu Pai: "Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho O quiser revelar" (Mt 11,27).&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZBrmnkD40so/TZZThp2-87I/AAAAAAAAAlI/v0cqZ6RXf28/s1600/DeusJesuseEspiritoSanto.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZBrmnkD40so/TZZThp2-87I/AAAAAAAAAlI/v0cqZ6RXf28/s320/DeusJesuseEspiritoSanto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590747825064309682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 241) E por isso que Os apóstolos confessam Jesus como "o Verbo" que "no início estava junto de Deus" e que "é Deus" (Jo 1,1), como "a imagem do Deus invisível" (Cl 1,15), como "o resplendor de sua glória e a expressão do seu ser" (Hb 1,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 242) Na esteira deles, seguindo a Tradição apostólica, a Igreja, no ano de 325, no primeiro Concílio Ecumênico de Nicéia, confessou que o Filho é "consubstancial" ao Pai, isto é, um só Deus com Ele. O segundo Concílio Ecumênico, reunido em Constantinopla em 381, conservou esta expressão em sua formulação do Credo de Nicéia e confessou "o Filho Único de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O PAI E O FILHO REVELADOS PELO ESPÍRITO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 243) Antes de sua Páscoa, Jesus anuncia o envio de "outro Paráclito" (Defensor), o Espírito Santo, em ação desde a criação (Gn 1, 2). Depois de ter outrora "falado pelos profetas, ele está agora junto dos discípulos e neles (Jo 14, 17), a fim de ensiná-1os (Jo 14, 26) e conduzi-los "à verdade inteira" (Jo 16,13). O Espírito Santo é assim revelado como outra pessoa divina em relação a Jesus e ao Pai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 244) A origem eterna do Espírito revela-se em sua missão temporal. O Espírito Santo é enviado aos apóstolos e à Igreja tanto pelo Pai, em nome do Filho, como pelo Filho em pessoa, depois que este tiver voltado para junto do Pai (Jo 14, 26; Jo 15, 16). O envio da pessoa do Espírito após a glorificação de Jesus (Jo 7, 39) revela em plenitude o mistério da Santíssima Trindade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 245) A fé apostólica no tocante ao Espírito foi confessada pelo segundo Concílio Ecumênico, em 381, em Constantinopla: "Cremos no Espírito Santo, que é Senhor e que dá a vida; ele procede do Pai". Com isso a Igreja reconhece o Pai como "a fonte e a origem de toda a divindade". Mas a origem eterna do Espírito Santo não deixa de estar vinculada à do Filho: "O Espírito Santo que é a Terceira Pessoa da Trindade, é Deus, uno e igual ao Pai e ao Filho, da mesma substância e também da mesma natureza... Contudo, não se diz que Ele é somente o Espírito do Pai, mas ao mesmo tempo o Espírito do Pai e do Filho". O Credo da Igreja do Concilio de Constantinopla, confessa: "Com o Pai e o Filho, Ele recebe a mesma adoração e a mesma glória."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 246) A tradição latina do Credo confessa que o Espírito "procede do Pai e do Filho (Filio que)". O Concílio de Florença, em 1438, explicita: "O Espírito Santo tem sua essência e seu ser subsistente ao mesmo tempo do Pai e do Filho e procede eternamente de Ambos como de um só Princípio e por uma única expiração... E uma vez que tudo O que é do Pai o Pai mesmo o deu ao seu Filho Único ao gerá-lo, excetuado Seu ser de Pai, esta própria processão do Espírito Santo a partir do Filho, Ele a tem eternamente de Seu Pai que O gerou eternamente". &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-4WD3eY3vJ_A/TZZS7yOnJlI/AAAAAAAAAlA/Cmo3TS50vLs/s1600/espirito-santo-11.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-4WD3eY3vJ_A/TZZS7yOnJlI/AAAAAAAAAlA/Cmo3TS50vLs/s320/espirito-santo-11.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590747174475867730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 247) A afirmação do "filioque" não figurava no símbolo professado em 381 em Constantinopla. Mas, com base em uma antiga tradição latina e alexandrina, o papa São Leão o havia já confessado dogmaticamente e em 447, antes que Roma conhecesse e recebesse, em 451, no Concílio de Calcedônia, o símbolo de 381. O uso desta fórmula no Credo foi sendo admitido pouco a pouco na liturgia latina (entre os séculos VIII e XI). Todavia, a introdução do "filioque" no Símbolo niceno-constantinopolitano pela liturgia latina constitui, ainda hoje, um ponto de discórdia em relação ás Igrejas ortodoxas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 248) A tradição oriental põe primeiramente em relevo o caráter de origem primeira do Pai em relação ao Espírito. Ao confessar o Espírito como "procedente do Pai" (Jo 15,26), ela afirma que o Espírito procede do Pai pelo Filho. A tradição ocidental põe primeiramente em relevo a comunhão consubstancial entre o Pai e o Filho, afirmando que o Espírito procede do Pai e do Filho (Filioque). Ela o afirma "de forma legítima e racional", pois a ordem eterna das pessoas divinas em sua comunhão consubstancial implica não só que o Pai seja a origem primeira do Espírito enquanto "princípio sem princípio", mas também, enquanto Pai do Filho Único, que seja com ele "o único princípio do qual procede o Espírito Santo". Esta legítima complementaridade, se não for radicalizada, não afeta a identidade da fé na realidade do mesmo mistério confessado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;III. A Santíssima Trindade na doutrina da fé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A FORMAÇÃO DO DOGMA TRINITÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 249) A verdade revelada da Santíssima Trindade esteve desde as origens na raiz da fé viva da Igreja, principalmente por meio do Batismo. Ela encontra sua expressão na regra da fé batismal, formulada na pregação, na catequese e na oração da Igreja. Tais formulações encontram-se já nos escritos apostólicos, como na seguinte saudação, retomada na liturgia eucarística: "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós" (2Cor 13,13; 1Cor 12, 4). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 250) No decurso dos primeiros séculos, a Igreja procurou formular mais explicitamente sua fé trinitária, tanto para aprofundar sua própria compreensão da fé como para defendê-la de erros que a estavam deformando. Isso foi obra dos Concílios antigos, ajudados pelo trabalho teológico dos Padres da Igreja e apoiados pelo senso da fé do povo cristão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 251) Para a formulação do dogma da Trindade, a Igreja teve de desenvolver uma terminologia própria, recorrendo a noções de origem filosófica: "substância", "pessoa" ou "hipóstase", "relação", etc. Ao fazer isso, não submeteu a fé a uma sabedoria humana, mas imprimiu um sentido novo, inaudito, a esses termos, chamados a significar, a partir daí, também um Mistério inefável, que "supera infinitamente tudo o que nós podemos compreender dentro do limite humano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 252) A Igreja utiliza o termo "substância" (traduzido também, às vezes, por "essência" ou por "natureza") para designar ser divino em sua Unidade, o termo "pessoa" ou "hipóstase” para designar o Pai, o Filho e o Espírito Santo em sua distinção real entre Si, e o termo "relação" para designar o fato de a distinção entre eles residir na referência de uns aos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOGMA DA SANTÍSSIMA TRINDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 253) A Trindade é Una. Não professamos três deuses, mas só Deus em três pessoas: "a Trindade consubstancial". As pessoas divinas &lt;strong&gt;não dividem &lt;/strong&gt;entre Si a única divindade, mas cada uma delas é Deus por inteiro: "O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Pai e o Filho, &lt;strong&gt;isto é, um só Deus por natureza&lt;/strong&gt;[fca47] ". "Cada uma das três pessoas é esta realidade, isto é, a substância, a essência ou a natureza divina".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 254) As pessoas divinas são realmente distintas entre si. "Deus é único, mas não solitário". "Pai", "Filho", "Espírito Santo” não são simplesmente nomes que designam modalidades do ser divino, pois são realmente distintos entre Si: "Aquele que é o Pai não é o Filho, e aquele que é o Filho não é o Pai, nem o Espírito Santo é aquele que é o Pai ou o Filho". São distintos entre Si por suas relações de origem: "É o Pai O que gera, o Filho é O que é gerado, o Espírito Santo é O que procede".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Unidade divina é Trina.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 255) As pessoas divinas são relativas umas às outras. &lt;strong&gt;Por não dividir a unidade divina, a distinção real das pessoas entre Si reside unicamente nas relações que as referem umas às outras&lt;/strong&gt;: "Nos nomes relativos das pessoas, o Pai é referido ao Filho, o filho ao Pai, o Espírito Santo aos dois; quando se fala destas três pessoas considerando as relações, &lt;strong&gt;crê-se todavia em uma só natureza ou substância&lt;/strong&gt;. Pois "tudo é uno (Neles), onde não se encontra a oposição de relação. "Por causa desta Unidade, o Pai está todo inteiro no Filho, todo inteiro no Espírito Santo; o Filho está todo inteiro no Pai, todo inteiro no Espírito Santo; o Espírito Santo, todo inteiro no Pai, todo inteiro no Filho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 256) Aos Catecúmenos de Constantinopla, São Gregório Nazianzeno, denominado também "o Teólogo", confia o seguinte resumo da fé trinitária:&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Antes de todas as coisas, conservai-me este bom depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me faz suportar todos os males e desprezar todos os prazeres: refiro-me à profissão de fé no Pai e no Filho e no Espírito Santo Eu vo-la confio hoje. É por ela que daqui a pouco vou mergulhar-vos na água e vos tirar dela. Eu vo-la dou como companheira e dona de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Poder, que existe Una nos Três, e que contém os Três de maneira distinta. Divindade sem diferença de substância ou de natureza, sem grau superior que eleve ou grau inferior que rebaixe... A infinita conaturalidade é de três infinitos. Cada um, considerado em Si mesmo, é Deus todo inteiro... Deus os Três considerados juntos. Nem comecei a pensar na Unidade, e a Trindade me banha em seu esplendor. Nem comecei a pensar na Trindade, e a Unidade toma conta de mim. &lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. As obras divinas e as missões trinitárias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 257) "O lux beata Trinitas et principalis Unitas ("Ó Luz da Trindade bendita e primordial Unidade”). Deus é beatitude eterna, vida imortal, luz sem ocaso. Deus é amor: Pai, Filho e Espírito Santo. Livremente, Deus quer comunicar a glória de sua vida bem-aventurada. Este é o "desígnio" de benevolência (Ef 1,9), que Ele concebeu desde antes da criação do mundo no Seu Filho bem-amado, predestinando-nos à adoção filial neste" (Ef 1,5), isto é, "a reproduzir a imagem do seu Filho" (Rm 8,29) graças ao "Espírito de adoção filial" (Rm 8,5). Esta decisão prévia é uma "graça concedida antes de todos os séculos" (2Tm 1,9), proveniente diretamente do amor trinitário. Ele se desdobra na obra da criação, em toda história da salvação após a queda, nas missões do Filho e do Espírito, prolongadas pela missão da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 258) Toda a economia divina é obra comum das três pessoas divinas. Pois da mesma forma que a Trindade não tem senão uma única e mesma natureza, assim também não tem senão uma única e mesma operação. "O Pai, o Filho e o Espírito Santo não são três princípios das criaturas, mas um só princípio". Contudo, cada pessoa divina cumpre a obra comum segundo sua propriedade pessoal. Assim a Igreja confessa, na linha do Novo Testamento (1 Cor 8, 6): &lt;em&gt;"Um Deus e Pai do qual são todas as coisas, um Senhor, Jesus Cristo, mediante o qual são todas as coisas, um Espírito Santo em quem são todas as coisas&lt;/em&gt;”. São sobretudo as missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo que manifestam as propriedades das pessoas divinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 259) Obra ao mesmo tempo comum e pessoal, toda a Economia divina dá a conhecer tanto a propriedade das pessoas divinas como sua única natureza. Outrossim, toda a vida cristã é comunhão com cada uma das pessoas divinas, sem de modo algum separá-Las. Quem rende glória ao Pai o faz pelo Filho no Espírito Santo; quem segue a Cristo, o faz porque o Pai atrai (Jo 6, 44) e o Espírito o impulsiona (Rm 8, 14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 260)&lt;strong&gt; O fim último de toda a Economia divina é a entrada das criaturas na Unidade perfeita da Santíssima Trindade &lt;/strong&gt;(Jo 17, 21-23). Mas desde já somos chamados a ser habitados pela Santíssima Trindade: "Se alguém me ama - diz o Senhor -, guardará a Minha palavra, e Meu Pai o amará e viremos a ele, e faremos nele a Nossa morada" (Jo 14,23):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;blockquote&gt;Ó meu Deus, Trindade que adoro, ajudai-me a esquecer-me de mim inteiramente para firmar-me em Vós, imóvel e pacífica, como se a minha alma já estivesse na eternidade: que nada consiga perturbar a minha paz, nem fazer-me sair de Vós, ó meu Imutável, mas que cada minuto me leve mais longe na profundidade do vosso Mistério! Pacificai a minha alma! Fazei dela o vosso céu, vossa amada morada e o lugar do vosso repouso. Que nela eu nunca Vos deixe só, mas que eu esteja aí, toda inteira, completamente vigilante na minha fé, toda adorante, toda entregue à vossa ação criadora (Oração da beata Elisabete da Trindade).&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 261) O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só Deus no-lo pode dar a conhecer, revelado-se como Pai, Filho e Espírito Santo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  262) A Encarnação do Filho de Deus revela que Deus é o Pai eterno, e que o Filho é consubstancial ao Pai, isto é, que Ele é, no Pai e com o Pai, o mesmo Deus único. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  263) A missão do Espírito Santo, enviado pelo Pai em nome do Filho (Jo 14, 26) e pelo Filho "de junto do Pai" (Jo 15,26), revela que o Espírito é com eles o mesmo Deus único. "Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  264) "O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  265) Pela graça do Batismo "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19) somos chamados a compartilhar da vida da Santíssima Trindade, aqui na terra, na obscuridade da fé, e para além da morte, na luz eterna. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 266) &lt;em&gt;"Fides autem catholica haec est, ut unum Deum in Trinitate, et Trinitatem in unitate veneremur, neque confundentes personas, neque substantiam separantes: alia enim est persona Patris, alia Filii, alia Spiritus Sancti; sed Patris et Fuji et Spiritus Sancti est una divinitas, aequalis gloria, coaeterna majestas"&lt;/em&gt; ("A fé católica é esta: que veneremos o único Deus na Trindade, e a Trindade na Unidade, não confundindo as pessoas, nem separando a substância: pois uma é a pessoa do Pai, outra, a do Filho, outra, a do Espírito Santo; mas uma só é a divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, igual a glória, co-eterna a majestade.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 267) Inseparáveis naquilo que são, da mesma forma o são naquilo que fazem. Mas na única operação divina cada uma delas manifesta o que lhe é próprio na Trindade, sobretudo nas missões divinas da Encarnação do Filho e do dom do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-4560660411165643293?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/4560660411165643293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=4560660411165643293&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/4560660411165643293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/4560660411165643293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/03/catecismo-parte-iv_01.html' title='Catecismo - Parte V'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZBrmnkD40so/TZZThp2-87I/AAAAAAAAAlI/v0cqZ6RXf28/s72-c/DeusJesuseEspiritoSanto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-8882519662485830693</id><published>2011-03-24T20:07:00.004-03:00</published><updated>2011-03-24T20:25:04.867-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Religião nas Artes'/><title type='text'>O Poder da Unidade</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/clI1Fe4-LMo" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br&gt;&lt;em&gt; The Power of One&lt;/em&gt; (Donna Summer) &lt;br&gt; (Tema do filme "Pokémon 2000")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Poder da Unidade (TRADUÇÃO livre por Mizi):&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve sempre se lembrar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida pode ser um desafio.&lt;br /&gt;A vida pode parecer impossível.&lt;br /&gt;Nunca é fácil&lt;br /&gt;Quando há muita coisa envolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você pode fazer a diferença.&lt;br /&gt;Com coragem, &lt;br /&gt;Você pode colocar as coisas em ordem.&lt;br /&gt;O dom de sonhar e de tornar sonhos realidade&lt;br /&gt;É seu e Meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poder da Unidade&lt;br /&gt;se origina com a Crença.&lt;br /&gt;Ele começa no coração,&lt;br /&gt;Então flui através da alma,&lt;br /&gt;E transforma o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine como a vida será&lt;br /&gt;Quando nós vivermos em Comunhão.&lt;br /&gt;Cada um de nós carrega a chave&lt;br /&gt;Para o Poder da Unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um de nós é um escolhido.&lt;br /&gt;Há uma missão específica para você.&lt;br /&gt;Apenas olhe para dentro de si,&lt;br /&gt;Você ficaria surpreso com o que pode fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poder da Unidade&lt;br /&gt;se origina com a Crença.&lt;br /&gt;Ele começa no coração,&lt;br /&gt;Então flui através da alma,&lt;br /&gt;E transforma o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine como a vida será&lt;br /&gt;Quando nós vivermos em Comunhão.&lt;br /&gt;Cada um de nós carrega a chave&lt;br /&gt;Para o Poder da Unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, um a um,&lt;br /&gt;Podemos fazer do mundo&lt;br /&gt;Um lugar muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poder da Unidade&lt;br /&gt;se origina com a Crença.&lt;br /&gt;Ele começa no coração,&lt;br /&gt;Então flui através da alma,&lt;br /&gt;E transforma o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine como a vida será&lt;br /&gt;Quando nós vivermos em Comunhão.&lt;br /&gt;Cada um de nós carrega a chave,&lt;br /&gt;Ela está dentro de você e de Mim,&lt;br /&gt;Cada um de nós carrega a chave&lt;br /&gt;Para o Poder da Unidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-8882519662485830693?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/8882519662485830693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=8882519662485830693&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8882519662485830693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8882519662485830693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/03/o-poder-da-unidade.html' title='O Poder da Unidade'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/clI1Fe4-LMo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-624072739315251349</id><published>2011-03-12T12:20:00.002-03:00</published><updated>2011-03-13T13:00:07.495-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte IV</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt; &lt;br /&gt;A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ&lt;br /&gt;OS SÍMBOLOS DA FÉ&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 185) Quem diz creio diz "dou minha adesão àquilo que nós cremos". A comunhão na fé precisa de uma linguagem comum da fé, normativa para todos e que una na mesma confissão de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 186) Desde a origem, a Igreja apostólica exprimiu e transmitiu sua própria fé em fórmulas breves e normativas para todos. Mas já muito cedo a Igreja quis também recolher o essencial de sua fé em resumos orgânicos e articulados, destinados sobretudo aos candidatos ao Batismo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;Esta síntese da fé não foi elaborada segundo as opiniões humanas mas da Escritura inteira recolheu-se o que existe de mais importante, para dar, na sua totalidade, a única doutrina da fé. E assim com a semente de mostarda contém em um pequeníssimo grão um grande número de ramos, da mesma forma este resumo da fé encerra em algumas palavras todo o conhecimento da verdadeira piedade contida no Antigo e no Novo Testamento.&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 187) Estas sínteses da fé chamam-se "profissões de fé", pois resumem a fé que os cristãos professam. Chamam-se "Credo” em razão da primeira palavra com que normalmente começam: "Creio". Denominam-se também "Símbolos da fé".&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-60urYCsHiy8/TXt6q9m8jRI/AAAAAAAAAkA/Gq-kdPc5nK4/s1600/symbolon2007.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 318px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-60urYCsHiy8/TXt6q9m8jRI/AAAAAAAAAkA/Gq-kdPc5nK4/s320/symbolon2007.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583191041566870802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 188) A palavra grega "symbolon" significava a metade de um objeto quebrado (por exemplo, um sinete) que era apresentada como sinal de reconhecimento. As partes quebradas eram juntadas para se verificar a identidade do portador. O "símbolo da fé" é, pois, um sinal de reconhecimento e de comunhão entre os crentes. "Symbolon" passa em seguida a significar coletânea, coleção ou sumário. O "símbolo da fé" é a coletânea das principais verdades da fé. Daí o fato de ele servir como ponto de referência primeiro e fundamental da catequese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 189) A primeira "profissão de fé" é feita por ocasião do Batismo. O "símbolo da fé" é inicialmente o símbolo batismal. Uma vez que o Batismo é dado "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28,19), as verdades de fé professadas por ocasião do Batismo estão articuladas segundo sua referência às três pessoas da Santíssima Trindade .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 190) O símbolo está, pois, dividido em três partes: "Primeiro, fala-se da primeira Pessoa divina e da obra admirável da criação; em seguida, da segunda Pessoa divina e do Mistério da Redenção dos homens; finalmente, da terceira Pessoa divina, fonte e princípio de nossa santificação". Esses são "os três capítulos de nosso selo (batismal)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 191) "Estas três partes são distintas, embora interligadas. Segundo uma comparação usada com freqüência pelos Padres, chamamo-las de artigos. Pois da mesma forma que em nossos membros existem certas articulações que os distinguem e os separam, assim também nesta profissão de fé, com acerto e razão, se deu o nome de artigos às verdades em que devemos crer especificamente e de forma distinta". Segundo uma antiga tradição, já atestada por Santo Ambrósio, também se costuma contar doze artigos do Credo, simbolizando com o número dos apóstolos o conjunto da fé apostólica.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5RVDuB8B2Zo/TXt_E0lkCYI/AAAAAAAAAkQ/tyEnORspax0/s1600/trint.bmp"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-5RVDuB8B2Zo/TXt_E0lkCYI/AAAAAAAAAkQ/tyEnORspax0/s320/trint.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583195883868260738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 192) As profissões ou símbolos da fé têm sido numerosos ao longo dos séculos e em resposta às necessidades das diversas épocas: os símbolos das diferentes Igrejas apostólicas e antigas, o Símbolo "Quicumque", dito de Santo Atanásio, as profissões de fé de certos Concílios (Toledo; Latrão; Lião; Trento) ou de certos papas, como a "Fides Damasi" (Profissão de Fé de São Dâmaso) ou o "Credo do Povo de Deus", de Paulo VI (1968) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 193) Nenhum dos símbolos das diferentes etapas da vida da Igreja pode ser considerado ultrapassado e inútil. Eles nos ajudam a viver e a aprofundar hoje a fé de sempre por meio dos diversos resumos que dela têm sido feitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre todos os símbolos da fé, dois ocupam um lugar particularíssimo na vida da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 194) O Símbolo dos Apóstolos, assim chamado por ser, com razão, considerado o resumo fiel da fé dos apóstolos. É o antigo símbolo batismal da Igreja de Roma. Sua grande autoridade vem do seguinte ato: "Ele é o símbolo guardado pela Igreja Romana, aquela onde Pedro, o primeiro apóstolo, teve sua Sé e para onde ele trouxe comum expressão de fé (sententia communis = opinião comum)”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 195) O Símbolo denominado niceno-constantinopolitano tem sua grande autoridade no fato de ter resultado dos dois primeiros Concílios ecumênicos (325 e 381). Ainda hoje ele é comum a todas as grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 196) Nossa exposição da fé seguirá o Símbolo dos Apóstolos que constitui, por assim dizer, "&lt;em&gt;o mais antigo catecismo romano&lt;/em&gt;". Contudo, a exposição será completada por constantes referências ao Símbolo niceno-constantinopolitano, muitas vezes mais explícito e mais detalhado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 197) Como no dia de nosso batismo, quando toda a nossa vida foi confiada "a regra de doutrina" (Rm 6,17), acolhamos Símbolo de nossa fé que da vida. Recitar com fé o "Credo" é entrar em comunhão com Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. É também entrar em comunhão com a Igreja inteira, que nos transmite a fé e no seio da qual cremos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;Este Símbolo é o selo espiritual, a meditação do nosso coração e o guardião sempre presente; ele é, seguramente, o tesouro da nossa alma. &lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAPÍTULO I - CREIO EM DEUS PAI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 198) Nossa profissão de fé começa com Deus, pois Deus é o Primeiro e o ultimo" (Is 44,6), o Começo e o Fim de tudo. O Credo começa com Deus Pai, pois o Pai é a Primeira Pessoa Divina da Santíssima Trindade; nosso Símbolo começa pela criação do céu e da terra, porque a criação é o começo e o fundamento de todas as obras de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"CREIO EM DEUS PAI TODO-PODEROSO,&lt;br /&gt;CRIADOR DO CÉU E DA TERRA"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARÁGRAFO 1 - CREIO EM DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 199) "Creio em Deus": esta primeira afirmação da profissão de fé é também a mais fundamental. O Símbolo inteiro fala de Deus, e, se fala também do homem e do mundo, assim o faz pela relação que eles têm com Deus. Os artigos do Credo dependem todos do primeiro, da mesma forma que os mandamentos explicitam o primeiro deles. Os demais artigos nos fazem conhecer melhor a Deus tal como se revelou progressivamente aos homens. "Os fiéis fazem primeiro profissão de crer em Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. "Creio em um só Deus"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 200) É com estas palavras que começa o Símbolo niceno-constantinopolitano. A confissão da Unicidade de Deus, que tem sua raiz na Revelação Divina da Antiga Aliança, é inseparável da confissão da existência de Deus, e igualmente fundamental. Deus é único, só existe um Deus. "A fé cristã confessa que há Um só Deus, por natureza, por substância e por essência."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 201) A Israel, seu eleito, Deus revelou-se como o Único: &lt;em&gt;"Ouve, ó Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor! Portanto, amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua força"&lt;/em&gt; (Dt 6,4-5). Por meio dos profetas, Deus chama Israel e todas as nações a se voltarem para Ele, o Único: "Voltai-vos para mim e sereis salvos, todos os confins da terra, porque eu sou Deus e não há nenhum outro!... Com efeito diante de mim se dobrará todo joelho, toda língua há de Me confessar, dizendo: Só no Senhor há justiça e força" (Is 45, 22; Fl 2, 10-11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 202) Jesus mesmo confirma que Deus é "o único Senhor" e que é preciso amá-Lo de todo o coração, com toda a alma, com todo o espírito e com todas as forças (Mc 12, 29). Ao mesmo tempo, dá a entender que ele mesmo é "o Senhor" (Mc 12, 35). Confessar que "Jesus é Senhor" é o específico da fé cristã. Isso não contraria a fé no Deus único. Da mesma forma, crer no Espírito Santo "que é o Senhor e dá a Vida" não introduz nenhuma divisão no Deus único:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;Cremos firmemente e afirmamos simplesmente que há um só verdadeiro Deus eterno, imenso e imutável, incompreensível, Todo-Poderoso e inefável, que é Pai, Filho e Espírito Santo: Três Pessoas, mas uma Essência, uma Substância ou Natureza absolutamente simples.&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rwyjsdfZK6o/TXt73rL-ufI/AAAAAAAAAkI/62GmHqAotBQ/s1600/Trindade_Santa5.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-rwyjsdfZK6o/TXt73rL-ufI/AAAAAAAAAkI/62GmHqAotBQ/s320/Trindade_Santa5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583192359471856114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. Deus revela seu nome&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 203) A seu povo, Israel, Deus revelou-se, dando-lhe a conhecer o seu nome. O nome exprime a essência, a identidade da pessoa e o sentido de sua vida. Deus tem um nome. Ele não é uma força anônima. Desvendar o próprio nome é dar-se a conhecer aos outros; é, de certo modo, entregar-se a si mesmo, tornando-se acessível, capaz de ser conhecido mais intimamente e de ser chamado pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 204) Deus revelou-se progressivamente a seu povo e com diversos nomes, mas é a revelação do nome divino feita a Moisés na teofania da sarça ardente, pouco antes do Êxodo e da Aliança do Sinai, que se tornou a revelação fundamental para a Antiga e a Nova Aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O DEUS VIVO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 205) Deus chama Moisés do meio de uma sarça que queima sem consumir-se. Ele diz a Moisés: "Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó" (Ex 3,6). Deus é o Deus dos pais, Aquele que havia guiado os patriarcas em suas peregrinações. Ele é o Deus fiel e compassivo que se lembra deles e de suas próprias promessas; vem para libertar seus descendentes da escravidão. Ele é o Deus que, para além do espaço e do tempo, pode e quer fazê-lo, e que colocará sua onipotência em ação a serviço desse projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Eu sou AQUELE QUE É”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;Moisés disse a Deus: "Quando eu for aos filhos de Israel e disser: 'O Deus de vossos pais me enviou até vós', e me perguntarem: 'Qual é o seu nome?', o que direi?" Disse Deus a Moisés: &lt;strong&gt;"Eu sou AQUELE QUE É". &lt;/strong&gt;Disse mais: "Assim dirás aos filhos de Israel: “EU SOU me enviou até vós”... Este é o meu nome para sempre, e esta será a minha lembrança de geração em geração (Ex 3,13-15).&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 206) Ao revelar seu nome misterioso de &lt;strong&gt;YaHVeH&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;"Eu sou AQUELE QUE É"&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;"Eu Sou Aquele que SOU"&lt;/strong&gt; ou também &lt;strong&gt;"Eu sou Quem sou"&lt;/strong&gt;, Deus declara quem Ele é e com que nome se deve chamá-lo. Este nome divino é misterioso como Deus é mistério. Ele é ao mesmo tempo um nome revelado e como que a recusa de um nome, e é por isso mesmo que exprime da melhor forma a realidade de Deus como ele é, infinitamente acima de tudo o que podemos compreender ou dizer: ele é o "Deus escondido" (Is 45,15), seu nome é inefável (Jz 13, 18), mas também é o Deus que se faz próximo dos homens.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LvEv4cqgmJA/TXuGqpRds1I/AAAAAAAAAkY/LYURyIHZ4uY/s1600/YHWH-InClouds.png"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 208px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-LvEv4cqgmJA/TXuGqpRds1I/AAAAAAAAAkY/LYURyIHZ4uY/s320/YHWH-InClouds.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583204230247592786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 207) Ao revelar seu nome, Deus, revela ao mesmo tempo sua fidelidade, que é de sempre e para sempre, válida tanto para o passado ("Eu sou o Deus de teus pais", Ex 3,6) como para o futuro ("Eu estarei contigo", Ex 3,12). Deus, que revela seu nome como &lt;strong&gt;"Eu sou"&lt;/strong&gt;, revela-se como o Deus que está sempre presente junto a seu povo para salvá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 208) Diante da presença atraente e misteriosa de Deus, o homem descobre sua pequenez. Diante da sarça ardente, Moisés tira as sandálias e cobre o rosto (Ex 3, 5-6) em face da Santidade Divina. Diante da glória de Deus três vezes santo, Isaias exclama: "Ai de mim, estou perdido! Com efeito, sou um homem de lábios impuros” (Is 6,5). Diante dos sinais divinos que Jesus faz, Pedro exclama "Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador" (Lc 5,8). Mas porque Deus é santo, pode perdoar o homem que se descobre pecador diante dele: &lt;em&gt;"Não executarei o ardor da minha ira... porque sou Deus e não homem, eu sou santo no meio de ti”&lt;/em&gt; (Os 11,9). O apóstolo João dirá: "Se nosso coração nos acusa, diante Dele tranqüilizaremos nosso coração, porque Deus é maior do que nosso coração e conhece todas as coisas" (1Jo 3,19-20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 209) Por respeito à santidade de Deus, o povo de Israel não pronuncia seu nome. Na leitura da Sagrada Escritura, o nome revelado é substituído pelo título divino "Senhor" ("Adonai", em hebraico, e "Kýrios", em grego). É com este título que deve ser aclamada a divindade de Jesus: "Jesus é Senhor" (1 Cor 2, 8; 1 Cor 12, 3; 1 Cor 16, 22; Mt 22, 41-46; Mt 8, 2; Mt 14, 30; Mt 15, 22; Lc 1, 43; Lc 2, 11; Mc 12, 17; Jo 13, 13; At 2, 34-36; At 5, 29; Hb 1, 13; Rm 9, 5; Rm 10, 9; Tt 2, 13; Fl 2, 11; Ap 2, 20; Ap 5, 13; Ap 11, 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"DEUS DE TERNURA E DE COMPAIXÃO"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 210) Depois do pecado de Israel, que se desviou de Deus para adorar o bezerro de ouro (Ex 32), Deus ouve a intercessão de Moisés e aceita caminhar no meio de um povo infiel, manifestando, assim o seu amor (Ex 33, 12-17). A Moisés, que pede para ver sua glória, Deus responde: "Farei passar diante de ti toda a minha beleza e diante de ti pronunciarei o nome de Iahweh" (Ex 33,18-19). E o Senhor passa diante de Moisés e proclama: "Iahweh, Iahweh, Deus de ternura e de compaixão, lento para a cólera e rico em amor e fidelidade" (Ex 34,6). Moisés confessa então que o Senhor é um Deus que perdoa (Ex 34, 9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 211) O Nome divino "Eu sou" ou "Ele é" exprime a fidelidade de Deus, que, apesar da infidelidade do pecado dos homens e do castigo que ele merece, "guarda seu amor a milhares" (Ex 34,7). Deus revela que é "rico em misericórdia" (Ef 2,4), indo até o ponto de dar seu próprio Filho. Ao dar sua vida para libertar-nos do pecado, Jesus revelará que ele mesmo traz o Nome divino: "Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que “EU SOU" (Jo 8,28).&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-R2WmKWjuTNA/TXuJPR4sJTI/AAAAAAAAAkg/KZFIgkZQSPs/s1600/ASCENSAO%2BJESUS"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 224px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-R2WmKWjuTNA/TXuJPR4sJTI/AAAAAAAAAkg/KZFIgkZQSPs/s320/ASCENSAO%2BJESUS" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583207058648081714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SÓ DEUS É&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 212) Ao longo dos séculos, a fé de Israel pôde desenvolver e aprofundar as riquezas contidas na revelação do nome divino. Deus é único, fora dele não há deuses (Is 44, 6). Transcende o mundo e a história. Foi Ele quem fez o céu e a terra: "Eles perecem, mas tu permaneces; todos ficam gastos como a roupa... mas tu existes, e teus anos jamais findarão!" (§ 1102, 27-28). Nele "não há mudança, nem sombra de variação" (Tg 1,17). Ele é &lt;strong&gt;"AQUELE QUE É"&lt;/strong&gt;, desde sempre e para sempre, e é assim que permanece sempre fiel a si mesmo e às suas promessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 213) A revelação do nome inefável &lt;strong&gt;"EU SOU AQUELE QUE SOU"&lt;/strong&gt; contém, pois, a verdade de que &lt;strong&gt;só Deus é&lt;/strong&gt;. E neste sentido que a tradução dos Setenta e, na esteira deles, a Tradição da Igreja compreenderam o nome divino: &lt;strong&gt;Deus é a plenitude do Ser e de toda perfeição, sem origem e sem fim. Ao passo que as criaturas receberam dele todo o seu ser e o seu ter, só Ele é seu próprio Ser, e é por Si mesmo tudo o que é&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. Deus, "AQUELE QUE É", é Verdade e Amor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 214) Deus, "Aquele que é", revelou-se a Israel como "Aquele que é rico em amor e em fidelidade" (Ex 34,6). Esses dois termos exprimem de forma condensada as riquezas do nome divino. Em todas as suas obras, Deus mostra sua benevolência, bondade, graça, amor, mas também sua confiabilidade, constância, fidelidade, verdade. "Celebro Teu nome por Teu amor e Verdade" (Sl 138,2). Ele é a Verdade, pois "Deus é Luz, nele não há trevas" (1Jo 1,5), e “Amor", como ensina o apóstolo João (1Jo 4,8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS É A VERDADE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 215) "O princípio de tua palavra é a verdade, tuas normas são justiça para sempre" (Sl 119,160). "Sim, Senhor Deus, és tu que és Deus, tuas palavras são verdade" (2Sm 7,28); é por isso que as promessas de Deus sempre se realizam (Dt 7, 9). Deus é a própria Verdade, suas palavras não podem enganar. É por isso que podemos entregar-nos com toda a confiança à verdade e à fidelidade de sua palavra em todas as coisas. O começo do pecado e da queda do homem foi uma mentira do tentador que induziu duvidar da palavra de Deus, de sua benevolência e fidelidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 216) A verdade de Deus é sua sabedoria que comanda toda ordem da criação e do governo do mundo (Sb 13). Deus, que sozinho criou o céu e a terra  (Sl 115, 15), é o único que pode dar o conhecimento verdadeiro de toda coisa criada e de sua relação com Ele (Sb 7, 17-21).&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Pp3iWFKaN0g/TXuL_Mo2P3I/AAAAAAAAAko/bLMFQyfuzgo/s1600/VINDE%2BESPIRITO%2BSANTO%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 296px; height: 235px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-Pp3iWFKaN0g/TXuL_Mo2P3I/AAAAAAAAAko/bLMFQyfuzgo/s320/VINDE%2BESPIRITO%2BSANTO%2B2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583210080896434034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 217) Deus é verdadeiro também quando se revela: o ensinamento que vem de Deus é "uma doutrina de verdade" (Ml 2,6). Quando Ele enviar seu Filho ao mundo, será "para dar testemunho da Verdade" (Jo 18,37): "Nós sabemos (...) que veio o Filho de Deus e nos deu o entendimento para conhecermos o Verdadeiro (1Jo 5, 20; Jo 17, 3)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS É AMOR&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 218) Ao longo de sua história, Israel pôde descobrir que Deus tinha uma única razão para revelar-Se a ele e para tê-lo escolhido dentre todos os povos para ser Dele: seu amor gratuito (Dt 4, 37; Dt 7, 8; Dt 19, 15). E Israel entendeu, graças a seus profetas, que foi também por amor que Deus não cessou de salvá-1o (Is 43) e de perdoar-lhe sua infidelidade e seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;219) O amor de Deus por Israel é comparado ao amor de um pai por seu filho (Os 11, 1). Este amor é mais forte que o amor de uma mãe por seus filhos (Is 49, 14-15). Deus ama seu Povo mais do que um esposo ama sua bem-amada (Is 62, 4-5); este amor se sobrepor até às piores infidelidades; ir até a mais preciosa doação: "Deus amou tanto o mundo, que entregou seu Filho único" (Jo 3,16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 220) O amor de Deus é "eterno" (Is 54,8): "Os montes podem mudar de lugar, e as colinas podem abalar-se, mas o Meu amor não mudará" (Is 54,10). "Eu te amei com um amor eterno, conservei por ti o amor" (Jr 31,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 221) Mas São João vai ainda mais longe ao afirmar: "Deus é Amor" (1Jo 4,8.16); o próprio Ser de Deus é Amor. Ao enviar, na plenitude dos tempos, seu Filho único e o Espírito de Amor, Deus revela Seu segredo mais íntimo (1 Cor 2, 7-16; Ef 3, 9-12): Ele mesmo é eternamente intercâmbio de amor: Pai, Filho e Espírito Santo, e destinou-nos a participar deste intercâmbio.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-50DuLDZbVVc/TXuO6iABZOI/AAAAAAAAAk4/YqLiD1cc1QQ/s1600/Trindade.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 248px; height: 224px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-50DuLDZbVVc/TXuO6iABZOI/AAAAAAAAAk4/YqLiD1cc1QQ/s400/Trindade.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5583213299266315490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. O alcance da fé no Deus Único&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 222) Crer em Deus, o Único, e amá-Lo com todo o próprio ser em conseqüências imensas para toda a nossa vida: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 223) &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Significa conhecer a grandeza e a majestade de Deus&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. "Deus, é grande demais para que o possamos conhecer" (Jó 36,26). E por isso que Deus deve ser o "primeiro a ser servido".(Santa Joana d’Arc, dictum).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 224) &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Significa viver em ação de graças.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Se Deus é o Único, tudo o que somos e tudo o que possuímos vem Dele: "Que é que possuis, que não tenhas recebido?" (1Cor 4,7). "Como retribuirei ao Senhor todo o bem que me fez?" (Sl 116,12). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 225) &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Significa conhecer a unidade e a verdadeira dignidade de todos os homens&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Todos eles são feitos "à imagem e à semelhança de Deus" (Gn 1,27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 226) &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Significa usar corretamente das coisas criadas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. A fé no Deus único nos leva a usar de tudo o que não é Ele, na medida em que isso nos aproxima Dele, e a desapegar-nos das coisas, na medida em que nos desviam Dele (Mt 5, 29-30; Mt 16, 24; Mt 19, 23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;"Meu Senhor e meu Deus, tirai-me tudo o que me afasta de vós. &lt;br /&gt;Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo o que me aproxima de vós.&lt;br /&gt;Meu Senhor e meu Deus, desprendei-me de mim mesmo, para&lt;br /&gt;que eu me dê todo a Ti." (Oração de São Nicolau de Flüe)&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 227) &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Significa confiar em Deus em qualquer circunstancia, mesmo na adversidade&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. Uma oração de Sta. Teresa de Jesus exprime-o de maneira admirável:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Nada te perturbe. &lt;br /&gt;Nada te assuste.&lt;br /&gt;Tudo passa. &lt;br /&gt;Deus não muda.&lt;br /&gt;A paciência tudo alcança. &lt;br /&gt;Quem a Deus tem,&lt;br /&gt;Nada lhe falta. &lt;br /&gt;Só Deus basta." &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 228) "Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o Único Senhor...”. (Dt 6,4; Mc 12,29). "É preciso necessariamente que o supremo seja O único, isto é, sem igual... Se Deus não for o único não é Deus (Tertuliano)." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 229) A fé em Deus leva-nos a nos voltar só para Ele como nossa primeira origem e nosso fim último, e a nada preferir, nem substitui-Lo por nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 230) Ao revelar-se, Deus permanece Mistério inefável: "Se o compreendesses, ele não seria Deus (St. Agostinho)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 231) O Deus de nossa fé revelou-se como "Aquele que é"; deu-se a conhecer como "cheio de amor e fidelidade" (Ex 34,6). Seu próprio ser é Verdade e Amor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-624072739315251349?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/624072739315251349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=624072739315251349&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/624072739315251349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/624072739315251349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/03/catecismo-parte-iv.html' title='Catecismo - Parte IV'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-60urYCsHiy8/TXt6q9m8jRI/AAAAAAAAAkA/Gq-kdPc5nK4/s72-c/symbolon2007.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-8587654190435400722</id><published>2011-03-04T13:46:00.001-03:00</published><updated>2011-03-05T12:49:13.159-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte III</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAPÍTULO III - A RESPOSTA DO HOMEM A DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 142) Por sua Revelação, "o Deus invisível, levado por seu grande amor, fala aos homens como a amigos, e com eles se entretém para os convidar à comunhão consigo e nela os receber". A resposta adequada a este convite é a fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 143) Pela fé, o homem submete completamente sua inteligência e sua vontade a Deus. Com todo o seu ser, o homem dá seu assentimento a Deus revelado. A Sagrada Escritura denomina "obediência da fé" esta resposta do homem ao Deus que Se revela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO 1 - EU CREIO  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 144) I. A obediência da fé&lt;br /&gt;Obedecer ("ob-audire") na fé significa submeter-se livremente à palavra ouvida, visto que sua verdade é garantida por Deus, a própria Verdade. Desta obediência, Abraão é o modelo que a Sagrada Escritura nos propõe, e a Virgem Maria, sua mais perfeita realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ABRAÃO "O PAI DE TODOS OS CRENTES"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 145) A Epístola aos Hebreus, no grande elogio à fé dos antepassados, insiste particularmente na fé de Abraão: "Foi pela fé que Abraão, respondendo ao chamado, obedeceu e partiu para uma terra que devia receber como herança, e partiu sem saber para onde ia" (Hb 11,8). Pela fé, viveu como estrangeiro e como peregrino na Terra Prometida. Pela fé, Sara recebeu a graça de conceber o filho da promessa. Pela fé, finalmente, Abraão ofereceu seu filho único em sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 146) Abraão realiza, assim, a definição da fé dada pela Epístola aos Hebreus: "A fé é uma posse antecipada do que se espera, um meio de demonstrar as realidades que não se vêem" (Hb 11,1). "Abraão creu em Deus, e isto lhe foi levado em conta de justiça" (Rm 4,3). Graças a esta "fé poderosa" (Rm 4,20), Abraão tornou-se "o pai de todos os que haveriam de crer" (Rm 4,1 1.18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 147) O Antigo Testamento é rico em testemunhos desta fé. A Epístola aos Hebreus proclama o elogio da fé exemplar dos antigos, "que deram o seu testemunho" (Hb 11,2.39). No entanto, "Deus previa para nós algo melhor": a graça de crer em seu Filho Jesus, "o autor e realizador da fé, que a leva à perfeição" (Hb11,40; 12,2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MARIA "BEM-AVENTURADA A QUE ACREDITOU"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 148) A Virgem Maria realiza da maneira mais perfeita a obediência da fé. Na fé, Maria acolheu o anúncio e a promessa trazida pelo anjo Gabriel, acreditando que "nada é impossível a Deus" (Lc 1,37) e dando seu assentimento: "Eu sou a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra" (Lc 1,38). Isabel a saudou: "Bem-aventurada a que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido" (Lc 1,45). É em virtude desta fé que todas as gerações a proclamarão bem-aventurada. &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iePHFI4-hfw/TXET5DUgdVI/AAAAAAAAAjY/jNLO4nMfU8w/s1600/sagrado%2Bcoracao%2Bde%2Bmaria.png"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 248px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-iePHFI4-hfw/TXET5DUgdVI/AAAAAAAAAjY/jNLO4nMfU8w/s320/sagrado%2Bcoracao%2Bde%2Bmaria.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580263284153546066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 149) Durante toda a sua vida e até sua última provação, quando Jesus, seu filho, morreu na cruz, sua fé não vacilou. Maria não deixou de crer "no cumprimento" da Palavra de Deus. Por isso a Igreja venera em Maria a realização mais pura da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;II. "Sei em quem pus minha fé" (2Tm 1,12)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRER SOMENTE EM DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 150) A fé é primeiramente uma adesão pessoal do homem a Deus; é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, o assentimento livre a toda a verdade que Deus revelou. Como adesão pessoal a Deus e assentimento à verdade que ele revelou, a fé cristã é diferente da fé em uma pessoa humana. E justo e bom entregar-se totalmente a Deus e crer absolutamente no que ele diz. Seria vão e falso pôr tal fé em uma criatura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRER EM JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 151) Para o cristão, crer em Deus é, inseparavelmente, crer naquele que Ele enviou, "seu Filho bem-amado", no qual Ele pôs toda à sua complacência (Marcos 1, 11); Deus mandou que O escutássemos (Marcos 9, 7). O próprio Senhor disse a seus discípulos: "Crede em Deus, crede também em mim" (Jo 14,1). Podemos crer em Jesus Cristo por que ele mesmo é Deus, o Verbo feito carne: "Ninguém jamais viu a Deus: o Filho unigênito, que está voltado para o seio do Pai; este o deu a conhecer" (Jo 1,18). Por ter ele "visto o Pai" (Jo 6,46), ele é o único que o conhece e pode revelá-lo (Mt 11, 27).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CRER NO ESPÍRITO SANTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 152) Não se pode crer em Jesus Cristo sem participar de seu Espírito. É o Espírito Santo que revela aos homens quem é Jesus. Pois "ninguém pode dizer 'Jesus é Senhor' a não ser no Espírito Santo" (1 Cor 12,3). "O Espírito sonda todas as coisas, até mesmo as profundidades de Deus... O que está em Deus, ninguém o conhece a não ser o Espírito de Deus" (1 Cor 2,10-11). Só Deus conhece a Deus por inteiro. Cremos no Espírito Santo porque Ele é Deus. A Igreja não cessa de confessar sua fé em um só Deus, Pai, Filho e Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yTGZihqBw6Y/TXEUY5jAHUI/AAAAAAAAAjg/-a8xlMyJkOk/s1600/pentecostes.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 318px; height: 291px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-yTGZihqBw6Y/TXEUY5jAHUI/AAAAAAAAAjg/-a8xlMyJkOk/s320/pentecostes.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580263831285800258" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;III. As características da fé&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;A FÉ É UMA GRAÇA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 153) Quando São Pedro confessa que Jesus é o Cristo, Filho do Deus vivo, Jesus lhe declara que esta revelação não lhe veio "da carne e do sangue, mas de meu Pai que está nos céus" (Mt 16, 17). A fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. "Para que se preste esta fé, exigem-se a graça prévia e adjuvante de Deus e os auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente e dá a todos suavidade no consentir e crer na verdade" (Mt 11, 25; Gl 1, 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A FÉ É UM ATO HUMANO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 154) Crer só é possível pela graça e pelos auxílios interiores do Espírito Santo Mas não é menos verdade que crer é um ato autenticamente humano. Não contraria nem a liberdade nem a inteligência do homem confiar em Deus e aderir às verdades por Ele reveladas. Já no campo das relações humanas, não é contrário à nossa própria dignidade crer no que outras pessoas nos dizem sobre si mesmas e sobre suas intenções e confiar nas promessas delas (como, por exemplo, quando um homem e uma mulher se casam), para entrar assim em comunhão recíproca. Por isso, é ainda menos contrário à nossa dignidade "prestar, pela fé, à revelação de Deus plena adesão do intelecto e da vontade" e entrar, assim, em comunhão íntima com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 155) Na fé, a inteligência e a vontade humanas cooperam com a graça divina: "Credere est actus intellectus assentientis veritati divinae ex imperio voluntatis a Deo motae per gratiam - Crer é um ato da inteligência que assente à verdade divina a mando da vontade movida por Deus através da graça."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A FÉ E A INTELIGÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 156) O motivo de crer não é o fato de as verdades reveladas aparecerem como verdadeiras e inteligíveis à luz de nossa razão natural. Cremos "por causa da autoridade de Deus que revela e que não pode nem enganar-se nem enganar-nos". "Todavia, para que o obséquio de nossa fé fosse conforme à razão, Deus quis que os auxílios interiores do Espírito Santo fossem acompanhados das provas exteriores de sua Revelação. Por isso, os milagres de Cristo e dos santos (Mt 16, 20; Hb 2, 4), as profecias, a propagação e a santidade da Igreja, sua fecundidade e estabilidade "constituem sinais certíssimos da Revelação, adaptados à inteligência de todos", "motivos de credibilidade" que mostram que o assentimento da fé não é "de modo algum um movimento cego do espírito".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 157) A fé é certa, mais certa que qualquer conhecimento humano, porque se funda na própria Palavra de Deus, que não pode mentir. Sem dúvida, as verdades reveladas podem parecer obscuras à razão e à experiência humanas, mas "a certeza dada pela luz divina é maior que a que é dada pela luz da razão natural. "Dez mil dificuldades não fazem uma única dúvida". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MTYZ7-GGLGo/TXEU6uC2NTI/AAAAAAAAAjo/zHtfTZ_pPHQ/s1600/espirito_santo1.jpg"&gt; &lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 251px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-MTYZ7-GGLGo/TXEU6uC2NTI/AAAAAAAAAjo/zHtfTZ_pPHQ/s320/espirito_santo1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580264412313695538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 158) "A fé procura compreender": e característico da fé o crente desejar conhecer melhor Aquele em quem pôs sua fé e compreender melhor o que Ele revelou; um conhecimento mais penetrante despertará por sua vez uma fé maior, cada vez mais ardente de amor. A graça da fé abre "os olhos do coração" (Ef. 1,18) para uma compreensão viva dos conteúdos da Revelação, isto é, do conjunto do projeto de Deus e dos mistérios da fé, do nexo deles entre si e com Cristo, centro do Mistério revelado. Ora, para "tomar cada vez mais profunda a compreensão da Revelação, o mesmo Espírito Santo aperfeiçoa continuamente a fé por meio de seus dons. Assim, segundo o adágio de Santo Agostinho, "eu creio para compreender, e compreendo para melhor crer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 159) Fé e ciência. "Porém, ainda que a fé esteja acima da razão, não poderá jamais haver verdadeira desarmonia entre uma e outra, porquanto o mesmo Deus que revela os mistérios e infunde a fé dotou o espírito humano da luz da razão; e Deus não poderia negar-se a si mesmo, nem a verdade jamais contradizer a verdade." "Portanto, se a pesquisa metódica, em todas as ciências, proceder de maneira verdadeiramente científica, segundo as leis morais, na realidade nunca será oposta à fé: tanto as realidades profanas quanto as da fé originam-se do mesmo Deus. Mais ainda: quem tenta perscrutar com humildade e Perseverança, os segredos das coisas, ainda que disso não tome consciência, e como que conduzido pela mão de Deus, que sustenta todas as coisas, fazendo com que elas sejam o que são."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A LIBERDADE DA FÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  160) Para que o ato de fé seja humano, "o homem deve responder a Deus, crendo por livre vontade. Por conseguinte, ninguém deve ser forçado contra sua vontade a abraçar a fé. Pois o ato de fé é por sua natureza voluntário". "Deus de fato chama os homens para servi-lo em espírito e verdade. Com isso os homens são obrigados em consciência, mas não são forçados... Foi o que se patenteou em grau máximo em Jesus Cristo." Com efeito, Cristo convidou à fé e à conversão, mas de modo algum coagiu. "Deu testemunho da verdade, mas não quis impô-la pela força aos que a ela resistiam. Seu reino... se estende graças ao amor com que Cristo, exaltado na cruz, atrai a si os homens."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-x2p1Tk06aPo/TXEVSj4s0tI/AAAAAAAAAjw/KnCGD03ZR7k/s1600/VEM_ES%257E1.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-x2p1Tk06aPo/TXEVSj4s0tI/AAAAAAAAAjw/KnCGD03ZR7k/s320/VEM_ES%257E1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580264821903643346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A NECESSIDADE DA FÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 161) E necessário, para obter esta salvação, crer em Jesus Cristo e naquele que o enviou para nossa salvação "Como, porém, 'sem fé é impossível agradar a Deus' (Hb 11,6) e chegar ao consórcio dos seus filhos, ninguém jamais pode ser justificado sem ela, nem conseguir a vida eterna, se nela não permanecer até o fim" (Mt 10,22; 24,13)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A PERSEVERANÇA NA FÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  162) A fé é um dom gratuito que Deus concede ao homem. Podemos perder este dom inestimável; São Paulo alerta Timóteo sobre isso: 'Combate... o bom combate, com fé e boa consciência; pois alguns, rejeitando a boa consciência, vieram a naufragar na fé" (1Tm 1,18-19). Para viver, crescer e perseverar até o fim na fé, devemos alimentá-la com a Palavra de Deus; devemos implorar ao Senhor que a aumente(Mc 9, 24; Lc 15,5; Lc 22, 32); ela deve "agir pela caridade" (Gl 5,6), ser carregada pela esperança (Rm 15, 13) e estar enraizada na fé da Igreja[a59] .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A FÉ - COMEÇO DA VIDA ETERNA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  163) A fé nos faz degustar como por antecipação a alegria e a luz da visão beatífica, meta de nossa caminhada na terra. Veremos então a Deus "face a face" (1Cor 13,12), "tal como Ele é" (1Jo 3,2). A fé já é, portanto, o começo da vida eterna:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Enquanto desde já contemplamos as bênçãos da fé, como um reflexo no espelho, é como se já possuíssemos as coisas maravilhas que um dia desfrutaremos, conforme nos garante nossa fé.&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  164) Por ora, todavia, "caminhamos pela fé, não pela visão" (2Cor 5,7), e conhecemos a Deus "como que em um espelho, de uma forma confusa..., imperfeita" (1Cor 13,12). Luminosa em virtude daquele em que ela crê, a fé é muitas vezes vivida na obscuridade. A fé pode ser posta à prova. O mundo em que vivemos muitas vezes parece estar bem longe daquilo que a fé nos assegura; as experiências do mal e do sofrimento, das injustiças e da morte parecem contradizer a Boa Nova; podem abalar a fé e tornar-se para ela uma tentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  165) É então que devemos nos voltar para as testemunhas da fé: Abraão, que creu, "esperando contra toda esperança" (Rm 4,18); a Virgem Maria, que na "peregrinação à fé" foi até a "noite da fé", comungando com o sofrimento de seu Filho e com a noite de seu túmulo e tantas outras testemunhas da fé: "Com tal nuvem de testemunhas ao nosso redor, rejeitando todo fardo e o pecado que nos envolve, corramos com perseverança para o certame que nos é proposto, com os olhos fixos naquele que é autor e realizador da fé, Jesus" (Hb 12,1-2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO 2 - NÓS CREMOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  166) A fé é um ato pessoal: a resposta livre do homem à iniciativa de Deus que se revela. Ela não é, porém, um ato isolado. Ninguém pode crer sozinho, assim como ninguém pode viver sozinho. Ninguém deu a fé a si mesmo, assim como ninguém deu a vida a si mesmo. O crente recebeu a fé de outros, deve transmiti-la a outros. Nosso amor por Jesus e pelos homens nos impulsiona a falar a outros de nossa fé. Cada crente é como um elo na grande corrente dos crentes. Não posso crer sem ser carregado pela fé dos outros, e pela minha fé contribuo para carregar a fé dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  167) "Eu creio": esta é a fé da Igreja, professada pessoalmente por todo crente, principalmente pelo batismo. "Nós cremos": esta é a fé da Igreja confessada pelos bispos reunidos em Concílio ou, mais comumente, pela assembléia litúrgica dos crentes. "Eu creio" é também a Igreja, nossa Mãe, que responde a Deus com sua fé e que nos ensina a dizer: "eu creio", "nós cremos".&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2xQwwQFO95c/TXEWUIILIzI/AAAAAAAAAj4/Odx5j_UKUgE/s1600/Shield-Trinity-Scutum-Fidei-basic.png"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 286px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-2xQwwQFO95c/TXEWUIILIzI/AAAAAAAAAj4/Odx5j_UKUgE/s320/Shield-Trinity-Scutum-Fidei-basic.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580265948323717938" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;I. "Olhai, Senhor, para a fé da vossa Igreja"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  168) É antes de tudo a Igreja que crê e que desta forma carrega, alimenta e sustenta minha fé. E antes de tudo a Igreja que, em toda parte, confessa o Senhor ("Te per orbem terrarum sancta confitetur Ecclesia A vós por toda a terra proclama a Santa Igreja", assim cantamos no Te Deum), e com ela e nela também nós somos impulsionados e levados a confessar: "Eu creio", "nos cremos". É por intermédio da Igreja que recebemos a fé e a vida nova no Cristo pelo batismo. No "Ritual Romano", o ministro do batismo pergunta ao catecúmeno: "Que pedes à Igreja de Deus?" E a resposta: "A fé." "E que te dá a fé?" "A vida eterna." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  169) A salvação vem exclusivamente de Deus, mas, por recebermos a vida de fé por meio da Igreja, esta última é nossa mãe: "Nós cremos na Igreja como a mãe de nosso novo nascimento, e não como se ela fosse a autora de nossa salvação". Por ser nossa mãe, a Igreja é também a educadora de nossa fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;II. A linguagem da fé&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  170) Não cremos em fórmulas, mas nas realidades que elas expressam e que a fé nos permite "tocar". "O ato (de fé) do crente não pára no enunciado, mas chega até a realidade (enunciada). Todavia, temos acesso a essas realidades com o auxílio das formulações da fé. Estas permitem expressar e transmitir a fé, celebrá-la em comunidade, assimilá-la e vivê-la cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 171) A Igreja, que é "a coluna e o sustentáculo da verdade" (1 Tm 3,15), guarda fielmente a fé uma vez por todas confiada aos santos (Jd 1,3). E ela que conserva a memória das Palavras de Cristo, é ela que transmite de geração em geração a confissão de fé dos apóstolos. Como uma mãe que ensina seus filhos a falar e, com isto, a compreender e a comunicar, a Igreja, nossa Mãe, nos ensina a linguagem da fé para introduzir-nos na compreensão e na vida da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;III. Uma única fé&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  172) Há séculos, mediante tantas línguas, culturas, povos e nações, a Igreja não cessa de confessar sua única fé, recebida de só Senhor, transmitida por um único batismo, enraizada na convicção de que todos os homens têm um só Deus e Pai (Ef 4,4), São Irineu de Lião, testemunha desta fé, declara:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  173) "Com efeito, a Igreja, embora espalhada pelo mundo inteiro até os confins da terra, tendo recebido dos apóstolos e dos discípulos deles a fé... guarda [esta pregação e esta fé] com cuidado, como se habitasse em uma só casa; nelas crê de forma idêntica, como se tivesse uma só alma; e prega as verdades de fé, as ensina e transmite com voz unânime, como se possuísse uma só boca". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 174) "Pois, se no mundo as línguas diferem, o conteúdo da Tradição é uno e idêntico. E nem as Igrejas estabelecidas na Germânia têm outra fé ou outra Tradição, nem as que estão entre os iberos, nem as que estão entre os celtas, nem as do Oriente, do Egito, da Líbia, nem as que estão estabelecidas no centro do mundo..." "A mensagem da Igreja é, portanto, verídica e sólida, pois é nela que um único caminho de salvação aparece no mundo inteiro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 175) "Esta fé que recebemos da Igreja, nós a guardamos com cuidado, pois sem cessar, sob a ação do Espírito de Deus, à guisa de um depósito de grande preço encerrado em um vaso precioso, ela rejuvenesce e faz rejuvenescer o próprio vaso que a contém."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 176) A fé é uma adesão pessoal do homem inteiro a Deus que se revela. Ela inclui uma adesão da inteligência e da vontade à Revelação que Deus fez de si mesmo por suas ações e palavras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 177) Por conseguinte, "crer" tem uma dupla referência: à pessoa e à verdade; à verdade, por confiança na pessoa que a atesta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 178) Não devemos crer em ninguém a não ser em Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 179) A fé é um dom sobrenatural de Deus. Para crer, o homem tem necessidade dos auxílios interiores do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  180) "Crer" é um ato humano, consciente e livre, que corresponde à dignidade da pessoa humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 181) "Crer" é um ato eclesial. A fé da Igreja precede, gera, tenta e alimenta nossa fé. A Igreja é a mãe de todos os crentes. "Ninguém pode ter a Deus por Pai, que não tenha Igreja por mãe. " &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 182) "Nós cremos em tudo o que está contido na Palavra de Deus escrita ou transmitida, e que a Igreja propõe a crer c divinamente revelado." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  183) A fé é necessária à salvação. O próprio Senhor afirma: “Aquele que crer e for batizado será salvo; aquele que não crer será condenado”   (Mc 16, 16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  184) "A fé é um antegozo do conhecimento que nos tornará bem-aventurados na vida futura".&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-8587654190435400722?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/8587654190435400722/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=8587654190435400722&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8587654190435400722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8587654190435400722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/03/catecismo-parte-iii.html' title='Catecismo - Parte III'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iePHFI4-hfw/TXET5DUgdVI/AAAAAAAAAjY/jNLO4nMfU8w/s72-c/sagrado%2Bcoracao%2Bde%2Bmaria.png' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-4005239612150853046</id><published>2011-02-26T14:49:00.006-03:00</published><updated>2011-03-02T22:31:19.939-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Religião nas Artes'/><title type='text'>Eu sempre estarei presente...</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Dando uma pequena pausa nas postagens sobre o catecismo, resolvi postar uma musiquinha, muito linda, que nos lembra com que amor Deus tem nos amado. E, de certa forma, essa música tem a ver com o assunto tratado no catecismo, publicado no post passado, ou seja, tem a ver com as alianças divinas com a humanidade (mais propriamente sobre a última e definitiva aliança divina feita com a humanidade por meio do Filho). Tá certo. É uma música que fala sobre um amor humano, me falaram... sim... eu sei disso. A música fala sobre um amor entre um homem e uma mulher, unidos em sagrado matrimônio (ou seja, suprema união e unidade, onde Dois se tornam Um, em perfeita comunhão). A música fala claramente sobre um amor esponsal, ou seja, entre um esposo e sua esposa. No entanto, nitidamente podemos perceber um apelo maior nessas palavras. Um amor divino. E isso não está errado. É por isso que a Igreja ensina que o matrimônio é um sacramento, cujo significado só se torna compreensível mediante a luz do mistério de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O catecismo ensina que o amor matrimonial nada mais é do que um reflexo do amor esponsal de Deus pela humanidade. Ou seja, o esposo/noivo, que é o Cristo, é aquele que dá a sua vida por sua noiva/esposa, que é Sua Igreja (ou seja, todos nós, Israel). O amor esponsal de Cristo pela Igreja é o segredo da eterna comunhão, a última e definitiva aliança de Deus com cada um de nós. Ouçam essa música e sintam como se fosse uma declaração de amor de Deus para você, uma aliança de comunhão que Ele quer fazer com você. A primeira parte da música é uma declaração de Amor de Deus ("porque Ele nos amou primeiro..."). A segunda parte da música é uma Resposta que nós devemos dar a Deus. Porque o Amor é um caminho de duas vias. Tal qual em um casamento, você precisa dizer o seu "sim".    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/PfebnNzYyVA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br&gt; I'll Always be right there &lt;br&gt; (Bryan Adans)&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I'll Always Be Right There&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;I swear to you: I will always be there for you &lt;br /&gt;There's nothing I won't do.&lt;br /&gt;I promise you: all my life I will live for you &lt;br /&gt;We will make it through.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forever we will be.&lt;br /&gt;Together, you and me.&lt;br /&gt;Oh and when I hold you, nothing can compare,&lt;br /&gt;With all of my heart you know I'll always be right there.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I believe in us &lt;br /&gt;Nothing else could ever mean so much,&lt;br /&gt;You're the one I trust. &lt;br /&gt;Our time has come &lt;br /&gt;We're not two people,&lt;br /&gt;Now we are one, ya you're second to none&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forever we will be&lt;br /&gt;Together: a family.&lt;br /&gt;The more I get to know you - nothing can compare,&lt;br /&gt;With all of my heart - you know I'll always be right there.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forever we will be&lt;br /&gt;Together: just you and me.&lt;br /&gt;The more I get to know you, the more I really care,&lt;br /&gt;With all of my heart - you know I'll always be...&lt;br /&gt;You know I really love you - and nothing can compare,&lt;br /&gt;For all of my life - you know I'll always be... right there.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;TRADUÇÃO (por Mizi): Eu sempre estarei Presente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu juro a você: Eu sempre estarei presente por você &lt;br /&gt;Não há nada que Eu não vá fazer.&lt;br /&gt;Eu prometo a vocÊ: Viverei minha vida toda por você &lt;br /&gt;Nós vamos fazer valer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sempre nós ficaremos&lt;br /&gt;Juntos, você e Eu.&lt;br /&gt;Oh e quando Eu te amparo, nada se compara,&lt;br /&gt;Do fundo do meu coração, você sabe que Eu sempre estarei Presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu creio em nós &lt;br /&gt;Nada mais poderia ser tão importante,&lt;br /&gt;Você é o Único em quem confio. &lt;br /&gt;Nossa hora chegou &lt;br /&gt;Nós não somos duas pessoas,&lt;br /&gt;Agora nós somos Um, e você não uma segunda pessoa sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sempre nós estaremos&lt;br /&gt;Juntos: uma família.&lt;br /&gt;Quanto mais eu te conheço, nada se compara,&lt;br /&gt;Do fundo do meu coração, Você sabe que Eu sempre estarei Presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sempre nós estaremos&lt;br /&gt;Juntos: você e Eu.&lt;br /&gt;Quanto mais eu te conheço, mais eu me importo de verdade,&lt;br /&gt;Do fundo do meu coração, você sabe que Eu sempre estarei... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe que eu te amo de verdade, e nada se compara a isso,&lt;br /&gt;Por toda a minha vida, você sabe que Eu sempre estarei... Presente.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: e entao?  vamos dizer o nosso "sim"? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Amém, Senhor. Dê-me a graça de também amá-Lo. Permita que, por toda minha vida, eu também esteja presente com Você. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-4005239612150853046?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/4005239612150853046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=4005239612150853046&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/4005239612150853046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/4005239612150853046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/02/eu-sempre-estarei-presente.html' title='Eu sempre estarei presente...'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/PfebnNzYyVA/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-1386812178883683843</id><published>2011-02-18T23:15:00.000-02:00</published><updated>2011-02-18T23:21:48.279-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte II</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS VEM AO ENCONTRO DO HOMEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 50) Mediante a razão natural, o homem pode conhecer a Deus com certeza a partir de suas obras. Mas existe outra ordem de conhecimento que o homem de modo algum pode atingir por suas próprias forças, a da Revelação divina. Por uma decisão totalmente livre, Deus se revela e se doa ao homem. Faz isso revelando seu mistério, seu projeto benevolente, que concebeu desde toda a eternidade em Cristo em prol de todos os homens. Revela plenamente seu projeto enviando seu Filho bem-amado, nosso Senhor Jesus Cristo, e o Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARTIGO 1 - A REVELAÇÃO DE DEUS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I. Deus revela seu "projeto benevolente"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 51) "Aprouve a Deus, em Sua bondade e sabedoria, revelar-Se a Si mesmo e tornar conhecido o mistério de Sua vontade, pelo qual os homens, por intermédio de Cristo, Verbo feito carne no Espírito Santo, têm acesso ao Pai e se tornam participantes da natureza divina."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 52) Deus, que "habita uma luz inacessível" (1 Tm 6,16), quer comunicar Sua própria vida divina aos homens, criados livremente por Ele, para fazer deles, no seu Filho único, filhos "adotivos". Ao revelar-se, Deus quer tornar os homens capazes de responder-Lhe, de conhecê-Lo e de amá-Lo bem além do que seriam capazes por si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 53) O projeto divino da Revelação realiza-se ao mesmo tempo "por ações e por palavras, intimamente ligadas entre si e que se iluminam mutuamente". Este projeto comporta uma "pedagogia divina" peculiar: Deus comunica-se gradualmente com o homem, prepara-o por etapas a acolher a Revelação sobrenatural que faz de si mesmo e que vai culminar na Pessoa e na missão do Verbo encarnado, Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;&lt;p align=justify&gt;São Irineu de Lião fala repetidas vezes desta pedagogia divina sob a imagem da familiaridade mútua entre Deus e o homem: "O Verbo de Deus habitou no homem e fez-se Filho do homem para acostumar o homem a apreender a Deus, e acostumar Deus a habitar no homem, segundo o beneplácito do Pai."&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. As etapas da Revelação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DESDE A ORIGEM, DEUS SE DÁ A CONHECER&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 54) "Criando pelo Verbo o universo e conservando-o, Deus proporciona aos homens, nas coisas criadas, um permanente testemunho de Si e, além disso, no intuito de abrir o caminho de uma salvação superior, manifestou-Se a Si mesmo, desde os primórdios, a nossos primeiros pais." Convidou-os a uma comunhão íntima Consigo mesmo, revestindo-os de uma graça e de uma justiça resplandecentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 55) Esta Revelação não foi interrompida pelo pecado de nossos primeiros pais. Com efeito, "após a queda destes, Deus alentou-os a esperar uma salvação e velou permanentemente pelo gênero humano, a fim de dar a vida eterna a todos aqueles que, pela perseverança na prática do bem, procuram a salvação."&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; "E quando pela desobediência perderam vossa amizade, não os abandonastes ao poder da morte. (...) Oferecestes muitas vezes aliança aos homens e às mulheres."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ALIANÇA COM NOÉ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 56) Desfeita a unidade do gênero humano pelo pecado, Deus procura antes de tudo salvar a humanidade passando por cada uma de suas partes. A Aliança com Noé, depois do dilúvio, exprime o princípio da Economia divina para com as "nações", isto é, para com os homens agrupados: "segundo seus países, cada um segundo sua língua, e segundo seus clãs" (Gn 10.5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bnzVcJ-eiTk/TV8T9MMGS5I/AAAAAAAAAiQ/mgVKwbA3eMQ/s1600/no%25C3%25A9"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 263px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-bnzVcJ-eiTk/TV8T9MMGS5I/AAAAAAAAAiQ/mgVKwbA3eMQ/s320/no%25C3%25A9" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575196805672881042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 57) Esta ordem, ao mesmo tempo cósmica, social e religiosa, da pluralidade das nações destina-se a limitar o orgulho de uma humanidade decaída que, unânime em sua perversidade, gostaria de construir por si mesma sua unidade à maneira de Babel. Contudo, devido ao pecado, o politeísmo, assim como a idolatria da nação e de seu chefe, constitui uma contínua ameaça de perversão pagã para essa Economia provisória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kjD7JZIwKuM/TV8UY8GBp4I/AAAAAAAAAiY/oqIQvWwctjE/s1600/no%25C3%25A92.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-kjD7JZIwKuM/TV8UY8GBp4I/AAAAAAAAAiY/oqIQvWwctjE/s320/no%25C3%25A92.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575197282388780930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 58) A Aliança com Noé permanece em vigor durante todo o tempo das nações, até a proclamação universal do Evangelho. A Bíblia venera algumas grandes figuras das "nações", tais como "Abel, o justo", o rei-sacerdote Melquisedeque (figura de Cristo) ou os justos "Noé, Daniel e Jó". Assim, a Escritura exprime que grau elevado de santidade podem atingir os que vivem segundo a Aliança de Noé, na expectativa de que Cristo "congregue na unidade todos os filhos de Deus dispersos" (Jo 11,52).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS ELEGE ABRÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 59) Para congregar a humanidade dispersa, Deus elegeu Abrão, chamando-o "para fora de seu país, de sua parentela e de sua casa" (Gn 12,1), para fazer dele "Abr&lt;strong&gt;aã&lt;/strong&gt;o", isto é, "o pai de uma multidão de nações" (Gn 17,5): "Em ti serão abençoadas todas as nações da terra" (Gn 12,3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 60 ) O povo originado de Abraão será o depositário da promessa feita aos patriarcas, o povo da eleição, chamado a preparar o congraçamento, um dia, de todos os filhos de Deus na unidade da Igreja; será a raiz sobre a qual serão enxertados os pagãos tornados crentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZHSfo1Cr9RE/TV8VPVLTb4I/AAAAAAAAAig/8bIhtZpIeOk/s1600/abra%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 194px; height: 259px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZHSfo1Cr9RE/TV8VPVLTb4I/AAAAAAAAAig/8bIhtZpIeOk/s320/abra%25C3%25A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575198216834740098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 61) Os patriarcas e os profetas, bem como outras personalidades do Antigo Testamento, foram e serão sempre venerados como santos em todas as tradições litúrgicas da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS FORMA SEU POVO ISRAEL&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 62) Depois dos patriarcas, Deus formou Israel como seu povo, salvando-o da escravidão do Egito. Fez com ele a Aliança do Sinal e deu-lhe, por intermédio de Moisés, a sua Lei, para que O reconhecesse e O servisse como o único Deus vivo e verdadeiro, Pai providente e juiz justo, e para que esperasse o Salvador prometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-p0T3ATxeghM/TV8X5B4KmYI/AAAAAAAAAiw/xC7-K4L5BNM/s1600/sar%25C3%25A7a"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 164px; height: 220px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-p0T3ATxeghM/TV8X5B4KmYI/AAAAAAAAAiw/xC7-K4L5BNM/s320/sar%25C3%25A7a" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575201132231956866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 63) Israel é o Povo sacerdotal de Deus, aquele que "traz o Nome do Senhor" (Dt 28,10). É o povo daqueles "aos quais Deus falou em primeiro lugar", o povo dos "irmãos mais velhos" da fé de Abraão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gID_c0sIFZk/TV8YJKEjAPI/AAAAAAAAAi4/CNOtpOGfdws/s1600/moises.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 255px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-gID_c0sIFZk/TV8YJKEjAPI/AAAAAAAAAi4/CNOtpOGfdws/s320/moises.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575201409309278450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 64) Por meio dos profetas, Deus forma seu povo na esperança da salvação, na expectativa de uma Aliança nova e eterna destinada a todos os homens, e que será impressa nos corações. Os profetas anunciam uma redenção radical do Povo de Deus, a purificação de todas as suas infidelidades, uma salvação que incluirá &lt;strong&gt;todas as nações&lt;/strong&gt;. Serão sobretudo os pobres e os humildes do Senhor os portadores desta esperança. As mulheres santas como Sara, Rebeca, Raquel, Míriam, Débora, Ana, Judite e Ester mantiveram viva a esperança da salvação de Israel. Delas todas, a figura mais pura é a de Maria, Nossa Senhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TWnOp4CH33I/TV8YpyErwaI/AAAAAAAAAjA/qBl7Z1uo7K8/s1600/arca_da_alianca%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 305px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-TWnOp4CH33I/TV8YpyErwaI/AAAAAAAAAjA/qBl7Z1uo7K8/s320/arca_da_alianca%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575201969803084194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;III. Cristo Jesus, "Mediador e Plenitude de toda a Revelação"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DEUS TUDO DISSE POR MEIO DE SEU VERBO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 65) "Muitas vezes e de modos diversos falou Deus, outrora, aos pais pelos profetas; agora, nestes dias que são os últimos, falou-nos por meio do Filho" (Hb 1,1-2). Cristo, o Filho de Deus feito homem, é a Palavra única, perfeita e insuperável do Pai. Nele, o Pai disse tudo, e não há outra palavra senão esta. São João da Cruz, depois de tantos outros, exprime isto de maneira luminosa, comentando Hb 1,1-2:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;p align=justify&gt; &lt;em&gt; Porque ao dar-nos, como nos deu seu Filho, que é sua Palavra única (e outra não há), tudo nos falou de uma só vez nessa única Palavra, e nada mais tem a falar, (...) pois o que antes falava por partes aos profetas agora nos revelou inteiramente, dando-nos o Tudo que é seu Filho. Se atualmente, portanto, alguém quisesse interrogar a Deus, pedindo-Lhe alguma visão ou revelação, não só cairia numa insensatez, mas ofenderia muito a Deus por não dirigir os olhares unicamente para Cristo sem querer outra coisa ou novidade.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Yst_auphSuI/TV8ZxcnIniI/AAAAAAAAAjI/gqNa6z5eLA4/s1600/CRUz"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 195px; height: 171px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Yst_auphSuI/TV8ZxcnIniI/AAAAAAAAAjI/gqNa6z5eLA4/s320/CRUz" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575203200992583202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NÃO HAVERÁ OUTRA REVELAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 66) "A Economia cristã, portanto, como aliança nova e definitiva, jamais passará, e já não há se que esperar nenhuma nova revelação pública antes da gloriosa manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo". &lt;strong&gt;Todavia, embora a Revelação esteja terminada, não está explicitada por completo; caberá à fé cristã captar gradualmente todo o seu alcance ao longo dos séculos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 67) No decurso dos séculos houve revelações denominadas "privadas", e algumas delas têm sido reconhecidas pela autoridade da Igreja. Elas não pertencem, contudo, ao depósito da fé. A função delas não é "melhorar" ou "completar" a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a viver dela com mais plenitude em determinada época da história. Guiado pelo Magistério da Igreja, o senso dos fiéis sabe discernir e acolher o que nessas revelações constitui um apelo autêntico de Cristo ou de seus santos à Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QQE8fOIxaBw/TV8aDCyiDmI/AAAAAAAAAjQ/-IvAixtQo2k/s1600/jesus.gif"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 230px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-QQE8fOIxaBw/TV8aDCyiDmI/AAAAAAAAAjQ/-IvAixtQo2k/s320/jesus.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575203503298711138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A fé cristã não pode aceitar "revelações" que pretendam ultrapassar ou corrigir a Revelação da qual Cristo é a perfeição. Este é o caso de certas religiões não-cristãs e também de certas seitas recentes que se fundamentam em tais "revelações”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 68) Por amor, Deus revelou-se e doou-se ao homem. Traz assim uma resposta definitiva e superabundante às questões que o homem se faz acerca do sentido e do objetivo de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  69) Deus revelou-se ao homem, comunicando-lhe gradualmente seu próprio Mistério por meio de ações e de palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 70) Para além do testemunho que Deus dá de Si mesmo nas coisas criadas, Ele manifestou-Se pessoalmente aos nossos primeiros pais. Falou-lhes e, depois da queda, prometeu-lhes a salvação, oferecendo-lhes Sua aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 71) Deus fez com Noé uma aliança eterna entre Ele e todos os seres vivos. Esta há de durar enquanto durar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 72) Deus escolheu Abraão e fez uma aliança com ele e sua descendência. Daí formou seu povo, ao qual revelou sua lei por intermédio de Moisés. Pelos profetas preparou este povo a acolher a salvação destinada à humanidade inteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 73) Deus revelou-Se plenamente enviando seu próprio Filho, no qual estabeleceu Sua Aliança para sempre. O Filho é a Palavra definitiva do Pai, de sorte que, depois Dele, não haverá outra Revelação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-1386812178883683843?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/1386812178883683843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=1386812178883683843&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1386812178883683843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1386812178883683843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/02/catecismo-parte-ii.html' title='Catecismo - Parte II'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bnzVcJ-eiTk/TV8T9MMGS5I/AAAAAAAAAiQ/mgVKwbA3eMQ/s72-c/no%25C3%25A9' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-1816605250440090363</id><published>2011-02-05T13:05:00.001-02:00</published><updated>2011-02-07T23:09:49.115-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Parte I</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O HOMEM É "CAPAZ” DE DEUS&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;I - O desejo de Deus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 27) O desejo de Deus está inscrito no coração do homem, já que o homem é criado por Deus e para Deus; e Deus não cessa de atrair o homem a si, e somente em Deus o homem há de encontrar a verdade e a felicidade que não cessa de procurar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;O aspecto mais sublime da dignidade humana está nesta vocação do homem à comunhão com Deus. Este convite que Deus dirige ao homem, de dialogar com ele, começa com a existência humana. Pois se o homem existe, é porque Deus o criou por amor e, por amor, não cessa de dar-lhe o ser, e o homem só vive plenamente, segundo a verdade, se reconhecer livremente este amor e se entregar ao seu Criador&lt;/em&gt;.&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 28) Em sua história, e até os dias de hoje, os homens têm expressado de múltiplas maneiras sua busca de Deus por meio de suas crenças e de seus comportamentos religiosos (orações, sacrifícios, cultos, meditações etc.). Apesar das ambigüidades que podem comportar, estas formas de expressão são tão universais que o homem pode ser chamado de um ser religioso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;De um só (homem), Deus fez toda a raça humana para habitar sobre toda a face da terra, fixando os tempos anteriormente determinados e os limites de seu hábitat. Tudo isto para que procurassem a divindade e, mesmo se às apalpadelas, se esforçassem por encontrá-la, embora Ele não esteja longe de cada um de nós. Pois nele vivemos, nos movemos e existimos (At 17,23-28).&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TU1rrAFcPZI/AAAAAAAAAiA/BKIFo_mgizw/s1600/cria%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 270px; height: 187px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TU1rrAFcPZI/AAAAAAAAAiA/BKIFo_mgizw/s320/cria%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570226700628540818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 29) Mas esta "união íntima e vital com Deus" pode ser esquecida, ignorada e até rejeitada explicitamente pelo homem. Tais atitudes podem ter origens muito diversas: a revolta contra o mal no mundo, a ignorância ou a indiferença religiosas, as preocupações com as coisas do mundo e com as riquezas, o mau exemplo dos crentes, as correntes de pensamento hostis à religião, e finalmente essa atitude do homem pecador que, por medo, se esconde diante de Deus e foge diante de seu chamado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 30) &lt;em&gt;"Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor!" &lt;/em&gt;(Sl 105,3). Se o homem pode esquecer ou rejeitar a Deus, este, de sua parte, não cessa de chamar todo homem a procurá-lO, para que viva e encontre a felicidade. Mas esta busca exige do homem todo o esforço de sua inteligência, a retidão de sua vontade, "um coração reto", e também o testemunho dos outros, que o ensinam a procurar a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp &lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;Vós sois grande, Senhor, e altamente digno de louvor: grande é o vosso poder, e a vossa sabedoria não tem medida. E o homem, pequena parcela de vossa criação, pretende louvar-vos, precisamente o homem que, revestido de sua condição mortal, traz em si o testemunho de seu pecado e de que resistis aos soberbos. A despeito de tudo, o homem, pequena parcela de vossa criação, quer louvar-vos. Vós mesmo o incitais a isto, fazendo com que ele encontre suas delícias no vosso louvor, porque nos fizestes para vós e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em vós.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. As vias de acesso ao conhecimento de Deus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 31) Criado à imagem de Deus, chamado a conhecer e a amar a Deus, o homem que procura a Deus descobre certas "vias" para ascender ao conhecimento de Deus. Chamamo-las também de "provas da existência de Deus", não no sentido das provas que as ciências naturais buscam, mas no sentido de "argumentos convergentes e convincentes" que permitem chegar a verdadeiras certezas. Estas "vias" para chegar a Deus têm como ponto de partida a criação: o mundo material e a pessoa humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 32) O mundo: a partir do movimento e do devir, da contingência, da ordem e da beleza do mundo, pode-se conhecer a Deus como origem e fim do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;São Paulo afirma a respeito dos pagãos: "O que se pode conhecer de Deus é manifesto entre eles, pois Deus lho revelou. Sua realidade invisível - seu eterno poder e sua divindade - tornou-se inteligível desde a criação do mundo através das criaturas" (Rm 1,19-20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Santo Agostinho: "Interroga a beleza da terra, interroga a beleza do mar, interroga a beleza do ar que se dilata e se difunde, interroga a beleza do céu... interroga todas estas realidades. Todas elas te respondem: olha-nos, somos belas. Sua beleza é um hino de louvor (confessio). Essas belezas sujeitas à mudança, quem as fez senão o Belo (Pulcher, pronuncie "púlquer"), não sujeito à mudança?"&lt;/em&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 33) O homem: Com sua abertura à verdade e à beleza, com seu senso do bem moral, com sua liberdade e a voz de sua consciência, com sua aspiração ao infinito e à felicidade, o homem se interroga sobre a existência de Deus. Mediante tudo isso, percebe sinais de sua alma espiritual. Como "semente de eternidade que leva dentro de si, irredutível à só matéria", sua alma não pode ter origem senão em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 34) O mundo e o homem atestam que não têm em si mesmo nem seu princípio primeiro nem seu fim último, mas que participam do Ser em si, que é sem origem e sem fim. Assim por estas diversas "vias", o homem pode ascender ao conhecimento da existência de uma realidade que é a causa primeira e o fim último de tudo, "e que todos chamam Deus".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 35) As faculdades do homem o tornam capaz de conhecer a existência de um Deus pessoal. Mas, para que o homem possa entrar em sua intimidade, Deus quis revelar-se ao homem e dar-lhe a graça de poder acolher esta revelação na fé. Contudo, as provas da existência de Deus podem dispor à fé e ajudar a ver que a fé não se opõe à razão humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;III. O conhecimento de Deus segundo a Igreja&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 36) &lt;em&gt;"A santa Igreja, nossa mãe, sustenta e ensina que Deus, princípio e fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana a partir das coisas criadas”. &lt;/em&gt;Sem esta capacidade, o homem não poderia acolher a revelação de Deus. O homem tem esta capacidade por ser criado "à imagem de Deus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 37) Todavia, nas condições históricas em que se encontra, o homem enfrenta muitas dificuldades para conhecer a Deus apenas com a luz de sua razão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt; &lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;"Pois, embora a razão humana, absolutamente falando, possa chegar com suas forças e lume naturais ao conhecimento verdadeiro e certo de um Deus pessoal, que governa e protege o mundo com sua Providência, bem como chegar ao conhecimento da lei natural impressa pelo Criador em nossas almas, de fato, muitos são os obstáculos que impedem a mesma razão de usar eficazmente e com resultado desta sua capacidade natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As verdades que se referem a Deus e às relações entre os homens e Deus são verdades que transcendem completamente a ordem das coisas sensíveis, e, quando estas verdades atingem a vida prática e a regem, requerem sacrifício e abnegação. A inteligência humana, na aquisição destas verdades, encontra dificuldades tanto por parte dos sentidos e da imaginação como por parte das más inclinações, provenientes do pecado original. Donde vemos que os homens em tais questões, facilmente procuram persuadir-se de que seja falso ou ao menos duvidoso aquilo que não desejam que seja verdadeiro" &lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 38) Por isso, o homem tem necessidade de ser iluminado pela revelação de Deus, não somente sobre o que ultrapassa seu entendimento, mas também sobre &lt;em&gt;"as verdades religiosas e morais que, de per si, não são inacessíveis à razão, a fim de que estas no estado atual do gênero humano possam ser conhecidas por todos sem dificuldade, com uma certeza firme e sem mistura de erro.&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IV. Como falar de Deus?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 39) Ao defender a capacidade da razão humana de conhecer a Deus, a Igreja exprime sua confiança na possibilidade de falar de Deus a todos os homens e com todos os homens. Esta convicção está na base de seu diálogo com as outras religiões, com a filosofia e com as ciências, como também com os não-crentes e os ateus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 40) Uma vez que nosso conhecimento de Deus é limitado, também limitada é nossa linguagem sobre Deus. Só podemos falar de Deus a partir das criaturas e segundo nosso modo humano limitado de conhecer e de pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 41) As criaturas, todas elas, trazem em si certa semelhança com Deus, muito particularmente o homem criado à imagem e à semelhança de Deus. Por isso as múltiplas perfeições das criaturas (sua verdade, bondade e beleza) refletem a perfeição infinita de Deus. Em razão disso podemos falar de Deus a partir das perfeições de suas criaturas, &lt;em&gt;"pois a grandeza e a beleza das criaturas fazem, por analogia, contemplar seu Autor" &lt;/em&gt;(Sb 13,5).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TU1rrZLxYRI/AAAAAAAAAiI/Cwl4gojGvX8/s1600/BXK15424_paisagem_tropical800.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TU1rrZLxYRI/AAAAAAAAAiI/Cwl4gojGvX8/s320/BXK15424_paisagem_tropical800.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570226707365978386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 42) Deus transcende a toda criatura. Por isso, é preciso incessantemente purificar nossa linguagem daquilo que possui de limitado, de proveniente de pura imaginação, de imperfeito, para não confundirmos o Deus "inefável, incompreensível, invisível, inatingível” com as nossas representações humanas. Nossas palavras humanas permanecem sempre aquém do Mistério de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 43) Assim, falando de Deus, nossa linguagem se exprime, sem dúvida, de maneira humana, mas ela atinge realmente O próprio Deus, ainda que sem poder exprimi-lO em Sua infinita simplicidade. Com efeito, é preciso lembrar que &lt;em&gt;"entre o Criador e a criatura não se pode notar uma semelhança, sem que se deva notar entre eles uma ainda maior dessemelhança&lt;/em&gt;”, e que &lt;em&gt;"não podemos apreender de Deus o que ele é, mas apenas O que ele não é e de que maneira os outros seres se situam em relação a ele&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RESUMINDO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 44) O homem é, por natureza e por vocação, um ser religioso. Porque provém de Deus e para Ele caminha, o homem só vive uma vida plenamente humana se viver livremente sua relação com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 45) O homem é feito para viver em comunhão com Deus, no qual encontra sua felicidade: &lt;em&gt;"Quando eu estiver inteiramente em Vós, nunca mais haverá dor e provação; repleta de Vós por inteiro, minha vida será verdadeira&lt;/em&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 46) Quando escuta a mensagem das criaturas e a voz de sua consciência, o homem pode atingir a certeza da existência de Deus, causa e fim de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 47) A Igreja ensina que o Deus único e verdadeiro, nosso Criador e Senhor, pode ser conhecido com certeza por meio de suas obras graças à luz natural da razão humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 48) Podemos realmente falar de Deus partindo das múltiplas perfeições das criaturas, semelhanças do Deus infinitamente perfeito, ainda que nossa linguagem limitada não esgote seu mistério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp 49) &lt;em&gt;"Sem o Criador, a criatura se esvai”. &lt;/em&gt;Eis porque os crentes sabem que são impelidos pelo amor de Cristo a levar a luz do Deus vivo àqueles que o desconhecem ou o recusam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-1816605250440090363?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/1816605250440090363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=1816605250440090363&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1816605250440090363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1816605250440090363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/02/catecismo-parte-i.html' title='Catecismo - Parte I'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TU1rrAFcPZI/AAAAAAAAAiA/BKIFo_mgizw/s72-c/cria%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-7970713531498024745</id><published>2011-02-01T09:59:00.006-02:00</published><updated>2011-02-01T10:54:41.918-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>Catecismo - Prólogo</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A vida do homem: conhecer e amar a Deus&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 1)  Deus, infinitamente Perfeito e Bem-aventurado em si mesmo, em um desígnio de pura bondade, criou livremente o homem para fazê-lo participar de sua vida bem-aventurada. Eis porque, desde sempre e em todo lugar, está perto do homem. Chama-o e ajuda-o a procurá-lo, a conhecê-lo e a amá-lo com todas as suas forças. Convoca todos os homens, dispersos pelo pecado, para a unidade de sua família, a Igreja. Faz isto por meio do Filho, que enviou como Redentor e Salvador quando os tempos se cumpriram. Nele e por Ele, chama os homens a se tornarem, no Espírito Santo, seus filhos adotivos, e portanto os herdeiros de sua vida bem-aventurada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 2)  A fim de que este chamado ressoe pela terra inteira, Cristo enviou os apóstolos que escolhera, dando-lhes o mandato de anunciar o Evangelho: "Ide, fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos" (Mt 28,19-20). Fortalecidos com esta missão, os apóstolos “saíram a pregar por toda parte, agindo com eles o Senhor, e confirmando a Palavra por meio dos sinais que a acompanhavam" (Mc 16,20). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 3)  Os que com a ajuda de Deus acolheram o chamado de Cristo e lhe responderam livremente foram por sua vez impulsionados pelo amor de Cristo a anunciar por todas as partes do mundo a Boa Notícia. Este tesouro recebido dos apóstolos foi guardado fielmente por seus sucessores. Todos os fiéis de Cristo são chamados a transmiti-lo de geração em geração, anunciando a fé, vivendo-a na partilha fraterna e celebrando-a na liturgia e na oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfHOw_sI/AAAAAAAAAhk/GaLwv1OlyMA/s1600/escritura.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 233px; height: 216px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfHOw_sI/AAAAAAAAAhk/GaLwv1OlyMA/s320/escritura.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568701473760542402"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;A estrutura deste Catecismo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 13)  O  projeto deste Catecismo inspira-se na grande tradição dos catecismos que articulam a catequese em tomo de quatro "pilares": a profissão da fé batismal (o Símbolo), os sacramentos da fé, a vida de fé (os Mandamentos), a oração do crente (o "Pai-Nosso"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte I: A profissão da fé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 14)  Os que pela fé e pelo Batismo pertencem a Cristo devem confessar sua fé batismal diante dos homens. Por isso, o Catecismo começa por expor em que consiste a Revelação, pela qual Deus se dirige e se doa ao homem, bem como a fé, pela qual o homem responde a Deus (Seção 1). O Símbolo da fé resume os dons que Deus outorga ao homem como Autor de todo bem, como Redentor, como Santificador, e os articula em tomo dos "três capítulos" de nosso Batismo a fé em um só Deus: o Pai Todo-Poderoso, o Criador, Jesus Cristo, seu Filho, nosso Senhor e Salvador, e o Espírito Santo, na Santa Igreja (Seção II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte II: Os sacramentos de fé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 15)  A segunda parte do Catecismo expõe como a salvação de Deus, realizada uma vez por todas por Cristo Jesus e pelo Espírito Santo, se toma presente nas ações sagradas da liturgia da Igreja (Seção 1), particularmente nos sete sacramentos (Seção II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte III: A vida da fé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 16)  A terceira parte do Catecismo apresenta o fim último do homem, criado à imagem de Deus: a bem-aventurança e os caminhos para chegar a ela: mediante um agir reto e livre, com a ajuda da fé e da graça de Deus (Seção I), por meio de um agir que realiza o duplo mandamento da caridade, desdobrado nos dez Mandamentos de Deus (Seção II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte IV: A oração na vida da fé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 17)  A última parte do Catecismo trata do sentido e da importância da oração na vida dos crentes (Seção 1). Ela termina com um breve comentário sobre os setes pedidos da oração (Seção II), Com efeito, nesses sete pedidos encontramos o conjunto dos bens que devemos esperar e que nosso Pai celeste quer conceder-nos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfUMo_fI/AAAAAAAAAhs/oOnfgSO_E7M/s1600/catequese.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 225px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfUMo_fI/AAAAAAAAAhs/oOnfgSO_E7M/s320/catequese.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568701477241290226"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Indicações práticas para o uso deste Catecismo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 18)  Este Catecismo foi pensado como uma exposição orgânica de toda a fé católica. Por isso é preciso lê-lo como uma unidade. Numerosas referências dentro do próprio texto, bem como o índice analítico no fim do volume permitem ver a ligação de cada tema com o conjunto da fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 19)  Muitas vezes os textos da Sagrada Escritura não são citados literalmente, mas são feitas apenas referências (mediante a indicação "cf."). Para uma compreensão mais aprofundada de tais passagens, é preciso consultar os próprios textos. Essas referências bíblicas constituem um instrumento de trabalho para a catequese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 20)  Quando em certas passagens se usa corpo menor, graficamente isto indica que se trata de observações de tipo histórico, apologético, ou de exposições doutrinais complementares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 21)  As citações, em corpo menor, de fontes patrísticas, litúrgicas, magisteriais ou hagiográficas são destinadas a enriquecer a exposição doutrinal. Com freqüência esses textos foram escolhidos para uso diretamente catequético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 22)  No final de cada unidade temática, uma série de textos sucintos resumem em fórmulas condensadas o essencial do ensinamento. Esses "resumindo" têm por objetivo oferecer sugestões às catequeses locais para fórmulas sintéticas e memorizáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;As adaptações necessárias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 23)  Neste Catecismo, a ênfase é posta na exposição doutrinal. Quer ele ajudar a aprofundar o conhecimento da fé. Por isso mesmo está orientado para o amadurecimento desta fé, para seu enraizamento na vida e sua irradiação no testemunho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 24)  Por sua própria finalidade, este Catecismo não se propõe realizar as adaptações da exposição e dos métodos catequéticos exigidas pelas diferenças de culturas, de idades, de maturidade espiritual, de situações sociais e eclesiais daqueles a quem a catequese é dirigida. Tais adaptações indispensáveis cabem aos catecismos apropriados e mais ainda aos que ministram instrução aos fiéis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;Aquele que ensina deve "fazer-se tudo para todos" (1 Cor 9,22), a fim de conquistar todos para Jesus Cristo... Particularmente, não imagine ele que lhe é confiado um único tipo de almas, e que consequentemente lhe é permitido ensinar e formar de modo igual todos os fiéis à verdadeira piedade, com um só e mesmo método, sempre igual! Saiba ele bem que uns são em Jesus Cristo como que criancinhas recém-nascidas, outros, como que adolescentes, e finalmente alguns estão como que na posse de todas as suas forças... Os que são chamados ao ministério da pregação devem, na transmissão dos mistérios da fé e das regras dos costumes, adaptar suas palavras ao espírito e à inteligência de seus ouvintes&lt;/em&gt;.&lt;/blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Acima de tudo o Amor&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 25)  Para concluir este Prólogo, é oportuno lembrar este princípio pastoral enunciado pelo Catecismo Romano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;em&gt;Toda a finalidade da doutrina e do ensinamento deve ser posta no amor que não acaba. Com efeito, pode-se facilmente expor o que é preciso crer, esperar ou fazer; mas sobretudo é preciso fazer sempre com que apareça o Amor de Nosso Senhor, para que cada um compreenda que cada ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem senão o Amor, e outro fim senão o Amor.&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfe8xZeI/AAAAAAAAAh0/POMquszS5NQ/s1600/biblia1.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfe8xZeI/AAAAAAAAAh0/POMquszS5NQ/s320/biblia1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568701480127522274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-7970713531498024745?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/7970713531498024745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=7970713531498024745&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/7970713531498024745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/7970713531498024745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/02/catecismo-prologo.html' title='Catecismo - Prólogo'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUgAfHOw_sI/AAAAAAAAAhk/GaLwv1OlyMA/s72-c/escritura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-5910306080974594871</id><published>2011-01-27T18:38:00.008-02:00</published><updated>2011-01-27T20:15:15.219-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Catecismo Católico'/><title type='text'>O Catecismo da Igreja Católica (CIC). Introdução</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A palavra catequese vem do grego "katekhesis", que significa "instruir oralmente". Ou seja, catequese é a tradição oral do cristianismo, passada de geração em geração desde os primeiros cristãos até os dias de hoje. A tradição oral forma, junto com as Sagradas Escrituras, a totalidade do depósito da fé cristã (&lt;em&gt;depositum fidei&lt;/em&gt;). "A Sagrada Tradição e as Sagradas Escrituras constituem um só sagrado depósito da Palavra de Deus", no qual, como em um espelho, a Igreja peregrinante contempla a Deus, fonte de todas as suas riquezas.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHlz_yun9I/AAAAAAAAAhM/EmTsf66wiQw/s1600/imagesCAYS1TTQ.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 274px; height: 184px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHlz_yun9I/AAAAAAAAAhM/EmTsf66wiQw/s320/imagesCAYS1TTQ.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566983295866937298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; "Para que o Evangelho sempre se conservasse inalterado e vivo na Igreja, os apóstolos deixaram como sucessores os bispos, a eles 'transmitindo seu próprio encargo de Magistério." Com efeito, "a pregação apostólica, que é expressa de modo especial nos livros inspirados, devia conservar-se por uma sucessão contínua até a consumação dos tempos". Esta transmissão viva, realizada no Espírito Santo, é chamada de Tradição enquanto distinta da Sagrada Escritura, embora intimamente ligada a ela. Por meio da Tradição, "a Igreja, em sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações tudo o que ela é, tudo o que crê". "O ensinamento dos Santos Padres testemunha a presença vivificante desta Tradição, cujas riquezas se transfundem na praxe e na vida da Igreja crente e orante."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Daí resulta que a Igreja, à qual estão confiadas a transmissão e a interpretação da Revelação, "não deriva a sua certeza a respeito de tudo o que foi revelado somente da Sagrada Escritura". Por isso, ambas (Tradição e Sagrada Escritura) devem ser aceitas e veneradas com igual sentimento de piedade e reverência. A Tradição da qual aqui falamos é a que vem dos apóstolos e transmite o que estes receberam do ensinamento e do exemplo de Jesus e o que receberam por meio do Espírito Santo. Com efeito, a primeira geração de cristãos ainda não dispunha de um Novo Testamento escrito, e o próprio Novo Testamento atesta o processo da Tradição viva. Dela é preciso distinguir as "tradições" teológicas, disciplinares, litúrgicas ou devocionais surgidas ao longo do tempo nas Igrejas locais da Grande Tradição. Aquelas constituem formas particulares sob as quais a Grande Tradição recebe expressões adaptadas aos diversos lugares e às diversas épocas. É à luz da grande Tradição que estas podem ser mantidas, modificadas ou mesmo abandonadas, sob a guia do Magistério da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHlz2r7ykI/AAAAAAAAAhU/QK311BPaRsM/s1600/TRADIO%257E1.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 219px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHlz2r7ykI/AAAAAAAAAhU/QK311BPaRsM/s320/TRADIO%257E1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566983293422520898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Foi a Tradição apostólica que fez a Igreja discernir quais escritos deviam ser enumerados na lista dos Livros Sagrados. Esta lista completa é denominada "Cânon" das Escrituras. Ela comporta 46 (45, se contarmos "Jr" e "Lm" juntos) escritos para o Antigo Testamento e 27 para o Novo Testamento. "Os autores sagrados escreveram os quatro Evangelhos, escolhendo certas coisas das muitas transmitidas ou oralmente ou já por escrito, fazendo síntese de outras ou explanando-as com vistas à situação das igrejas, conservando, enfim, a forma de pregação, sempre de maneira a transmitir-nos, a respeito de Jesus, coisas verdadeiras e sinceras." Essa foi a origem dos evangelhos canônicos, compilados segundo a inspiração do Espírito Santo e escolhidos pela Igreja por manterem identidade com a Sagrada Tradição cristã, que por sua vez é organismo vivo do próprio Espírito Santo. O reconhecimento dos evangelhos se deu pela força e ação do Espírito Santo, uma vez que Ele foi o inspirador dos documentos e o formulador da Tradição. Foi o mesmo Espírito Santo, portanto, que inspirou tanto aqueles homens que produziram os evangelhos quanto aqueles que os elegeram como sendo os verdadeiros, à luz do próprio Espírito, do qual emana a Tradição cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; "Fica, portanto, claro que, segundo o sapientíssimo plano divino, a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal modo entrelaçados e unidos que um não tem consistência sem os outros, e que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo, contribuem eficazmente para a salvação das almas". "Pois, se no mundo as línguas diferem, o conteúdo da Tradição é uno e idêntico. E nem as Igrejas estabelecidas na Germânia têm outra fé ou outra Tradição, nem as que estão entre os iberos, nem as que estão entre os celtas, nem as do Oriente, do Egito, da Líbia, nem as que estão estabelecidas no centro do mundo", possuem outro depósito de fé. "A mensagem da Igreja é, portanto, verídica e sólida, pois é nela que um único caminho de salvação aparece no mundo inteiro". &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHl0EvfxlI/AAAAAAAAAhc/iEzt4dHjIvQ/s1600/sagradas%2Bescrituras.bmp"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHl0EvfxlI/AAAAAAAAAhc/iEzt4dHjIvQ/s320/sagradas%2Bescrituras.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5566983297195558482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Como já visto, a Grande Tradição cristã se transmitiu oralmente, por meio das inúmeras catequeses (instruções orais) sobre a fé e a doutrina de Jesus Cristo. Os responsáveis pela transmissão da Tradição, por meio das instruções orais (catequeses) foram os apóstolos e os bispos e padres por eles ordenados. No entanto, devido à necessidade moderna, compilou-se as catequeses cristãs dos santos padres (ou seja, as instruções orais advindas da Tradição) em um documento escrito denominado Catecismo (palavra que vem do grego Katekhismós, significando "instrução"). Assim, o documento que hoje é conhecido como o Catecismo da Igreja Católica nada mais é do que um compêndio das catequeses advindas da Sagrada Tradição, que, como vimos, devem formar, junto com as Sagradas Escrituras, o depósito de toda a fé cristã, que leva o homem ao conhecimento da verdade sobre a revelação de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Apesar de versar sobre a doutrina oficial do catolicismo e sobre o depósito da fé cristã, o catecismo não é capaz de responder a todas as perguntas sobre os mistérios da vida e do ser humano, uma vez que a revelação divina se completa por meio da ação do Espírito Santo nos homens que de boa vontade abrem seus corações e buscam respostas. Assim, todo aquele que recebe as "instruções" sobre a doutrina cristã tradicional deve também abrir seus ouvidos à ação do Espírito Santo, único que sonda e revela a profundidade do mistério divino. É o próprio Espírito que continua a nos lembrar tudo quanto precisamos para vivermos em Deus, mantendo firme a Tradição e reavivando o mistério do Cristo no meio dos homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-5910306080974594871?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/5910306080974594871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=5910306080974594871&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5910306080974594871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5910306080974594871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/01/o-catecismo-da-igreja-catolica-cic.html' title='O Catecismo da Igreja Católica (CIC). Introdução'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TUHlz_yun9I/AAAAAAAAAhM/EmTsf66wiQw/s72-c/imagesCAYS1TTQ.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-2152402390100939973</id><published>2011-01-21T16:22:00.004-02:00</published><updated>2011-01-21T17:38:28.759-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Religião nas Artes'/><title type='text'>Menina Prodígio</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Akiane, uma garota prodígio, superdotada e gênia desde os 4 anos de idade, revela qual é a fonte de seus talentos. Assista a esta reportagem fascinante e observem a qualidade fenomenal do trabalho de Akiane:&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/-bmzrjECGgY" frameborder="0" allowFullScreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; É de impressionar! Como pode ser tão talentosa e ao mesmo tempo tão bem-humorada e humilde. Só pode ser mesmo graça de Deus. Segundo a própria Akiane, Deus conversa com ela. Assista ao próximo vídeo e se impressione. Akiane pinta o rosto de Jesus baseando-se em visões espirituais:&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/EvcLC13ZXfc" frameborder="0" allowFullScreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-2152402390100939973?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/2152402390100939973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=2152402390100939973&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2152402390100939973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2152402390100939973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/01/menina-prodigio.html' title='Menina Prodígio'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/-bmzrjECGgY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-3564111893115957160</id><published>2011-01-18T15:12:00.004-02:00</published><updated>2011-01-18T15:53:03.186-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Religião nas Artes'/><title type='text'>Nesta Fantasia...</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-UjFnL8Fphs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-UjFnL8Fphs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;Nella Fantasia&lt;br&gt;(&lt;em&gt;Sarah Brightman&lt;/em&gt;) &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Letra: Nella Fantasia&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nella fantasia io vedo un mondo giusto,&lt;br /&gt;Li tutti vivono in pace e in onestà:&lt;br /&gt;Io sogno d'anime che sono sempre libere&lt;br /&gt;Come le nuvole che volano,&lt;br /&gt;Pien' d'umanità in fondo all'anima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nella fantasia io vedo un mondo chiaro,&lt;br /&gt;Li anche la notte è meno oscura.&lt;br /&gt;Io sogno d'anime che sono sempre libere,&lt;br /&gt;Come le nuvole che volano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nella fantasia esiste un vento caldo,&lt;br /&gt;Che soffia sulle città, come amico.&lt;br /&gt;Io sogno d'anime che sono sempre libere,&lt;br /&gt;Come le nuvole che volano,&lt;br /&gt;Pien' d'umanità in fondo all'anima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FXbeRTWHR18?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FXbeRTWHR18?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; Nella Fantasia &lt;br&gt;(&lt;em&gt;Celtic Woman&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nesta Fantasia (Tradução da internet)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta fantasia, eu vejo um mundo justo.&lt;br /&gt;Ali todos vivem em paz e em honestidade:&lt;br /&gt;O sonho das almas que são sempre livres&lt;br /&gt;Como as nuvens que voam,&lt;br /&gt;Cheias de humanidade dentro da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta fantasia, eu vejo um mundo claro.&lt;br /&gt;Lá também a noite é menos escura.&lt;br /&gt;Eu sonho que as almas são sempre livres,&lt;br /&gt;Como nuvens que voam,&lt;br /&gt;Cheias de humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta fantasia, existe um vento quente&lt;br /&gt;Que sopra pela cidade como um amigo.&lt;br /&gt;Eu sonho que as almas são sempre livres&lt;br /&gt;Como nuvens que voam,&lt;br /&gt;Cheias de humanidade no fundo da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-3564111893115957160?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/3564111893115957160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=3564111893115957160&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3564111893115957160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3564111893115957160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/01/nella-fantasia-sarah-brightman-letra.html' title='Nesta Fantasia...'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-5916390705444420491</id><published>2011-01-11T22:35:00.003-02:00</published><updated>2011-01-11T22:47:18.928-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Religião nas Artes'/><title type='text'>Deus me faz tão bem...</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jgXjuJd7XVM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jgXjuJd7XVM?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;Você me faz tão bem &lt;br&gt;(&lt;em&gt;Detonautas&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu me perco é quando eu Te encontro.&lt;br /&gt;Quando eu me solto, Seus olhos me veem.&lt;br /&gt;Quando eu me iludo é quando eu Te esqueço.&lt;br /&gt;Quando eu Te tenho, eu me sinto tão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me fez sentir de novo&lt;br /&gt;O que eu já não me importava mais.&lt;br /&gt;Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu Te invado de silêncio,&lt;br /&gt;Você conforta a minha dor com atenção.&lt;br /&gt;E quando eu durmo no Seu colo&lt;br /&gt;Você me faz sentir de novo o que eu já não sentia mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenha medo,&lt;br /&gt;Não tenha medo desse Amor.&lt;br /&gt;Não faz sentido,&lt;br /&gt;Não faz sentido, não,&lt;br /&gt;Mudar esse Amor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;Você me faz, Você me faz tão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-5916390705444420491?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/5916390705444420491/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=5916390705444420491&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5916390705444420491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5916390705444420491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/01/deus-me-faz-tao-bem.html' title='Deus me faz tão bem...'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-5795106891827571113</id><published>2011-01-04T18:36:00.007-02:00</published><updated>2011-01-05T11:29:51.850-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A Religião nas Artes'/><title type='text'>Posso ser ou não ser...</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/q5rAr0Rt03A?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/q5rAr0Rt03A?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;Cuando nadie me ve &lt;br&gt;(&lt;em&gt;Alejandro Sanz&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A profundidade dessa música não permite qualquer outro tipo de comentário. Quem nunca viveu isso em sua própria vida? E quem não vive isso quase todos os dias? Essa música diz muito, sem precisar de muitos comentários. Apenas sintam a mensagem dessa canção. Assim, diante dessa bela obra de arte que toca fundo em nossas almas, apenas calo-me na esperança de que ela possa tocar os corações de outras pessoas assim como tocou o meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Cuando Nadie me ve&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A veces me elevo, doy mil volteretas&lt;br /&gt;A veces me encierro tras puertas abiertas&lt;br /&gt;A veces te cuento por qué este silencio&lt;br /&gt;y es que a veces soy tuyo y a veces del viento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A veces de un hilo y a veces de un ciento&lt;br /&gt;Y hay veces, mi vida, te juro que pienso:&lt;br /&gt;¿Por que es tan dificl sentir como siento?&lt;br /&gt;Sentir, ¡como siento! Que sea difícil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A veces te miro y a veces te dejas&lt;br /&gt;Me prestas tus alas, revisas tus huellas&lt;br /&gt;A veces por todo aunque nunca me falles&lt;br /&gt;A veces soy tuyo y a veces de nadie&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hay veces te juro de veras que siento,&lt;br /&gt;No darte la vida entera, darte sólo esos momentos&lt;br /&gt;¿Por qué es tan dificil?...Vivir sólo es eso...&lt;br /&gt;Vivir, sólo es eso...¿Por qué es tan dificil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve pongo el mundo al revés&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve no me limita la piel&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A veces me elevo, doy mil volteretas&lt;br /&gt;A veces me encierro tras puertas abiertas&lt;br /&gt;A veces te cuento por qué este silencio&lt;br /&gt;Y es que a veces soy tuyo y a veces del viento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te escribo desde los centros de mi propia existencia&lt;br /&gt;Donde nacen las ansias, la infinita esencia&lt;br /&gt;Hay cosas muy tuyas que yo no comprendo&lt;br /&gt;Y hay cosas tan mias, pero es que yo no las veo.&lt;br /&gt;Supongo que pienso que yo no las tengo.&lt;br /&gt;No entiendo mi vida, se encienden los versos&lt;br /&gt;Que a oscuras te puedo, lo siento no acierto&lt;br /&gt;No enciendas las luces que tengo desnudos&lt;br /&gt;El alma y el cuerpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve me parezco a tu piel&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve yo pienso en ella también&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve no me limita la piel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve no me limita la piel&lt;br /&gt;Puedo ser, puedo ser o no ser&lt;br /&gt;Cuando nadie me ve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A veces me elevo, doy mil volteretas&lt;br /&gt;Te encierro en mis ojos tras puertas abiertas&lt;br /&gt;A veces te cuento por qué este silencio&lt;br /&gt;Y es que a veces soy tuyo y a veces... del viento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A veces del viento&lt;br /&gt;Y a veces del tiempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;TRADUÇÃO: Quando ninguém me vê &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (Por Mizi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes me elevo, dou mil piruetas,&lt;br /&gt;Às vezes me tranco atrás de portas abertas,&lt;br /&gt;Às vezes Te conto o por quê deste silêncio:&lt;br /&gt;É que às vezes sou Teu e, às vezes, do vento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes sou de um fio e, às vezes, de um cento,&lt;br /&gt;E há vezes, Minha Vida, Te juro que penso:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Por que é tão difícil sentir como sinto?&lt;br /&gt;Sentir como sinto que seja difícil..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes Te vejo e às vezes Te deixas (ver),&lt;br /&gt;Me emprestas Tuas asas, revisas Teus vestígios.&lt;br /&gt;Às vezes por tudo, ainda que jamais me falhe,&lt;br /&gt;Às vezes sou Teu e, às vezes, de ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vezes, Te juro de verdade, em que sinto muito &lt;br /&gt;Não Te dar a vida inteira, Te dar somente esses momentos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Por que é tão difícil viver? Só é isso: viver, só é isso..&lt;br /&gt;Por que é tão difícil?"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, ponho o mundo ao contrário.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, a pele não me limita.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes me elevo, dou mil piruetas,&lt;br /&gt;Às vezes me tranco atrás de portas abertas,&lt;br /&gt;Às vezes Te conto o por quê deste silêncio:&lt;br /&gt;É que às vezes sou Teu e, às vezes, do vento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo-Te dos centros de minha própria existência,&lt;br /&gt;Onde nascem as ânsias, a infinita essência.&lt;br /&gt;Há coisas muito Tuas, que não as compreendo,&lt;br /&gt;E há coisas tão minhas que... porém não as vejo.&lt;br /&gt;Suponho que penso que eu não as tenho,&lt;br /&gt;Não entendo minha vida, se acendem os versos,&lt;br /&gt;Que às escuras posso dizer "sinto muito, não é certo!".&lt;br /&gt;Não acenda as luzes, porque tenho &lt;br /&gt;A alma e o corpo nus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, me pareço com Tua pele.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, eu penso nEla também.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, a pelo não me limita.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, o corpo não me limita.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê, posso ser ou não ser.&lt;br /&gt;Quando ninguém me vê...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes me elevo, dou mil piruetas,&lt;br /&gt;Te encerro em meus olhos atrás de portas abertas.&lt;br /&gt;Às vezes Te conto o por quê deste silêncio:&lt;br /&gt;É que às vezes sou Teu e, às vezes, do vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes do vento...&lt;br /&gt;E às vezes do tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-5795106891827571113?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/5795106891827571113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=5795106891827571113&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5795106891827571113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/5795106891827571113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2011/01/posso-ser-ou-nao-ser.html' title='Posso ser ou não ser...'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-2581145587169790300</id><published>2010-12-31T11:24:00.007-02:00</published><updated>2011-01-05T11:38:17.279-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas especiais'/><title type='text'>Comece o Ano Novo voltando para Casa!</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Todo Reveillon é sempre a mesma coisa: sentimos muitas energias positivas, temos muitas promessas de mudanças em nossas vidas e a esperança de que tudo será diferente no ano que se aproxima. Mas será que somos mesmo fiéis a esses nossos votos de ano novo? Será mesmo que celebramos o início de uma nova época em nossas vidas? Ou se trata apenas de mais uma festa comemorativa? Temos mesmo nos esforçado para sermos cada vez melhores? Temos tentado mudar nossos hábitos antigos ruins? Claro, se alguma coisa em nós é boa, não precisa ser mudada. Mas se algo é ruim, precisa ser mudado. Até mesmo as coisas boas podem se tornar melhores ainda, basta que queiramos ser cada vez melhores para nós mesmos e para os outros. Isso porque a Bondade é infinita, não se esgota. Sempre é possível dar um passo a mais no objetivo de ser bom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Bem... Mas se você, todo ano faz esses votos de mudanças, e tem mesmo aquela esperança boa no coração de que tudo precisa e vai mudar na sua vida, mas não sabe como começar a fazer as mudanças, então eu faço-lhe uma sugestão. Assista ao vídeo a seguir:&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Il9IYn7G2gc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Il9IYn7G2gc?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Se você é Católico, torne-se mais beato. Se você é beato, torne-se mais santo. Se você já é santo, torne-se mais perfeito. Como dito, a bondade é infinita e, aos olhos de Deus, você pode ser cada vez melhor para si mesmo e para os outros. Lembre-se que o Natal representou o ato inicial de Deus para a nossa salvação. Ele se humilhou ao extremo, se anulando totalmente. Kenosis. Sendo Tudo, fez-se nada, e nasceu exatamente como um de nós. Isso para que nós, sendo nada, pudessemos nos tornar Tudo com Ele. Então, cabe a nós dar o passo seguinte. O movimento de Deus é sempre de descida (até nós). O nosso movimento deve ser sempre de subida (em direção a Ele). Ou seja, devemos sempre nos aprimorar. A presunção e a soberba são o freio que nos torna obsoletos, velhos e fechados para os outros. O Natal é sinônimo de coisa nova, ano novo, renovação! Vamos aproveitar esse clima de renovação e de esperança para deixar o homem velho para trás e fazer nascer um homem novo. "Ninguém pode colocar vinho novo em potes velhos". É preciso que os potes sejam novos. É preciso que se operem mudanças. É preciso que você seja cada vez melhor, para poder receber um vinho cada vez mais puro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Católicos, voltem para casa. Se você é Católico, torne-se mais beato. Se você é beato, torne-se mais santo. Se você já é santo, torne-se mais perfeito. Mas se você não é santo, nem beato, nem católico, convido-lhe também a fazer parte de nossa família. Não estou dizendo que uma religião ou um caminho diferentes não possam ser bons para você. Eu sinceramente não sei. Você terá que descobrir isso sozinho. Mas de uma coisa eu sei: tenho a certeza de que a Religião Católica te levará à perfeição através do caminho da humildade e da simplicidade, sendo você exatamente quem você é, mas também transformando-se em alguém que você nasceu para ser. Além disso, tenho a certeza de que a promessa de Cristo, com relação à sua Igreja, é verdadeira: "as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela". Ou seja, aqui, não se corre o risco de se perder o exato ensinamento do Caminho de Cristo. Há cerca de 2010 anos, a doutrina e a tradição têm se mantido intactas, apesar das inúmeras investidas contra a nossa ordem, e apesar de todos os valores contrários à espiritualidade que o mundo tem incessantemente apresentado a nós. Apesar de a doutrina se manter a mesma, nossa fé, nossa caridade, nossa perfeição e nosso amor têm aumentado, exatamente como Cristo deseja. Ele quer que sejamos sempre novos e melhores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Se você realmente não sabe como continuar ou como prosseguir, então faço-lhe este convite para o ano novo: se é católico, volte para casa. Estamos de braços abertos esperando a sua volta. Se não é católico, entre para nossa família. Venha nos conhecer verdadeiramente, acima de qualquer preconceito. Seja bem-vindo, e que este ano novo seja repleto de boas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços a todos!&lt;br /&gt;Feliz e Próspero Ano Novo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-2581145587169790300?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/2581145587169790300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=2581145587169790300&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2581145587169790300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2581145587169790300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/comece-o-ano-novo-voltando-para-casa.html' title='Comece o Ano Novo voltando para Casa!'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-2597074601131485720</id><published>2010-12-27T12:28:00.001-02:00</published><updated>2010-12-29T12:01:53.081-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal 2010'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas especiais'/><title type='text'>A Oração</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; As cinco versões mais bonitas desta que tem sido considerada uma das mais belas canções religiosas interpretadas pelas mais belas vozes do cenário da música internacional: The Prayer. Aproveitemos esse clima de Natal para nos deleitarmos e nos emocionarmos ao som dessa bela canção. Espero que gostem.&lt;/p&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ckH3V_xOCnQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ckH3V_xOCnQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; (The Prayer - Charlotte Church &amp; Josh Groban)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2xdlsu4sCaU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/2xdlsu4sCaU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; (The Prayer - Celine Dion &amp; Andrea Bocelli)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YPiCVuSOzmI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YPiCVuSOzmI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;(The Prayer - Celtic Woman)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5XfJZg3osHI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5XfJZg3osHI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x006699&amp;amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;(The Prayer - Donnie McClurkin &amp; Yolanda Adams)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G7MD7f1MsGs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x402061&amp;amp;color2=0x9461ca"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/G7MD7f1MsGs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x402061&amp;amp;color2=0x9461ca" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; (The Prayer - Andrea Bocelli &amp; Heather Headley)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jhxIjRO6WjI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jhxIjRO6WjI?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0xcc2550&amp;amp;color2=0xe87a9f" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; (The Prayer - Celine Dion &amp; Josh Groban)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Prayer                                 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I pray you'll be our eyes,                 &lt;br /&gt;and watch us where we go,                  &lt;br /&gt;And help us to be wise,                    &lt;br /&gt;in times when we don't know.                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let this be our prayer,                    &lt;br /&gt;when we lose our way.                       &lt;br /&gt;Lead us to a place,                        &lt;br /&gt;guide us with your grace                   &lt;br /&gt;To a place where we'll be safe...          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(La luce che tu dai...)&lt;/em&gt;              &lt;br /&gt;I pray we'll find your Light             &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(... nel cuore resterà)  &lt;/em&gt;    &lt;br /&gt;And hold it in our hearts                 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(A ricordarci che...) &lt;/em&gt;         &lt;br /&gt;When stars go out each night               &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(l'eterna stella sei) &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Remind us where You are.&lt;br /&gt;&lt;em&gt; (Nella mia preghiera)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let this be our prayer&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Quanta fede c'è)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;When shadows fill our days&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lead us to a place&lt;br /&gt;Guide us with your grace&lt;br /&gt;Give us faith so we'll be safe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Sogniamo un mondo senza più violenza,&lt;br /&gt;Un mondo di giustizia e di speranza.&lt;br /&gt;Ognuno die la mano al suo vicino,&lt;br /&gt;Simbolo di pace e di fraternità)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(La forza che ci dai)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;We ask that life be kind&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(E' il desiderio che)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;And watch us from above&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Ognuno trovi amor)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;We hope each soul will find&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Intorno e dentro a sé)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Another soul to love&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Let this be our prayer&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Let this be our prayer)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Just like every child&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Just like every child)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Need to find a place, &lt;br /&gt;Guide us with your grace.&lt;br /&gt;Give us faith so we'll be safe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(E' la fede che&lt;br /&gt;Hai acceso in noi&lt;br /&gt;Sento che ci salverà) &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução (por Mizi): A Oração        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu rezo para que Você seja nossos olhos,&lt;br /&gt;E que olhe por nós aonde quer que formos,&lt;br /&gt;E que nos ajude a sermos sábios&lt;br /&gt;Nos momentos em que não sabemos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permita que esta seja a nossa oração,&lt;br /&gt;Quando nós pedermos nosso caminho. &lt;br /&gt;Leve-nos para um lugar, &lt;br /&gt;Guiando-nos com a Sua Graça, &lt;br /&gt;Para um lugar onde estaremos salvos... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(A Luz que Tu nos dás...)   &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Eu rezo para que encontremos Sua Luz&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(... no coração repousará)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E que a guardemos em nossos corações  &lt;br /&gt;&lt;em&gt;(A recordação que...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quando as estrelas aparecerem à cada noite,&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(... eterna estrela será)&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;Lembre-nos onde Você está.&lt;br /&gt;&lt;em&gt; (na minha prece)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permita que esta seja a nossa oração,&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Quanta fé que)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Quando as sombras encherem nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conduza-nos para o lugar,&lt;br /&gt;Guiando-nos com Sua graça,&lt;br /&gt;Dê-nos fé, e então seremos salvos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Sonhamos com um mundo sem violência,&lt;br /&gt;Um mundo de justiça e esperança.&lt;br /&gt;Todos estendendo a mão ao seu próximo,&lt;br /&gt;Simbolo de paz e fraternidade)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(A força que Você traz)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nós pedimos que a vida seja amável,&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(desperta o desejo que...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;E que Você nos observe do alto.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(todos tragam o amor)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Nós esperamos que cada alma encontre&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Em torno e dentro de si)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Uma outra alma para amar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Permita que esta seja a nossa oração&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Permita que esta seja a nossa oração)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;exatamente como cada criança.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(exatamente como cada criança)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos encontrar um lugar,&lt;br /&gt;Guie-nos com Sua graça.&lt;br /&gt;Dê-nos fé, e então seremos salvos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(E a fé que&lt;br /&gt;Age sobre nós&lt;br /&gt;Sinto que nos salvará)&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-2597074601131485720?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/2597074601131485720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=2597074601131485720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2597074601131485720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/2597074601131485720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/oracao.html' title='A Oração'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-7896489597945410043</id><published>2010-12-25T09:31:00.003-02:00</published><updated>2010-12-29T12:02:09.181-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal 2010'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas especiais'/><title type='text'>Eu creio</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YXzpSe-YEJg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YXzpSe-YEJg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;(I Believe)&lt;br&gt;(Letra: Éric Levi) &lt;br&gt;(Interpretação: Jessica Jenkins &amp; Andrea Bocelli)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One day I'll hear&lt;br /&gt;the laugh of children&lt;br /&gt;in a world where war has been banned&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;One day I'll see&lt;br /&gt;men of all colours&lt;br /&gt;sharing worlds of love and devotion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stand up and feel&lt;br /&gt;the Holy Spirit,&lt;br /&gt;find the power of your faith.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Open you heart&lt;br /&gt;to those who need you&lt;br /&gt;in the name of Love and devotion.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yes, I believe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I believe in the people&lt;br /&gt;of all nations&lt;br /&gt;to join and care&lt;br /&gt;for Love.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I believe in a world&lt;br /&gt;where light will guide us,&lt;br /&gt;and giving our love&lt;br /&gt;we'll make heaven on earth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tradução:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia e ouvirei&lt;br /&gt;o riso das crianças&lt;br /&gt;Em um mundo onde as guerras serão banidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia eu verei&lt;br /&gt;homens de todas as cores&lt;br /&gt;compartilhando palavras de Amor e devoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erga-se e sinta&lt;br /&gt;O Espírito Santo.&lt;br /&gt;Encontre o poder da sua Fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abra seus olhos&lt;br /&gt;Para aqueles que precisam de você,&lt;br /&gt;Em nome do Amor e da Devoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, eu creio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu creio que as pessoas &lt;br /&gt;de todas as nações&lt;br /&gt;se unirão e se importarão (uns com os outros) &lt;br /&gt;por Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu creio num mundo &lt;br /&gt;onde a Luz nos guiará,&lt;br /&gt;e, dando nosso amor, &lt;br /&gt;nós faremos o Céu na terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;..................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; "Que neste Natal possamos acreditar em um mundo melhor, onde o Espírito Santo possa gerar o menino Jesus em nossos corações. Que possamos todos compartilhar palavras de Amor e devoção, e que sejamos capazes de conviver em paz, num mundo sem guerras, num mundo que seja reflexo do Céu aqui na terra, apesar de todas as nossas "cores" e diferenças. Que possamos comemorar o nascimento do Amor. Ele nasceu na simplicidade de uma manjedoura. Não buscou sofisticações, nem riquezas... Mas nasceu na mais completa humildade de um estábulo. Portanto, transformemos nossos corações, irmãos. Que possamos limpar nossos corações de tudo o que é egóico, de tudo que é impuro. Que possamos transformar nossos corações em locais simples e singelos, sem maldade ou rancores, ou seja, em lugares dignos de receber o nascimento do Deus menino. E que Ele cresça em nós com a Graça do Espírito. O Natal não é nada mais do que isto: o nascimento do Verdadeiro Amor para nós, humanos. O Amor chegou até nós, irmãos. O Amor é Deus Conosco. Que neste Natal possamos compreender que Deus nasceu aqui e verdadeiramente habita entre nós."  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-7896489597945410043?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/7896489597945410043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=7896489597945410043&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/7896489597945410043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/7896489597945410043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/eu-creio.html' title='Eu creio'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-1926592714491178559</id><published>2010-12-24T10:02:00.002-02:00</published><updated>2010-12-24T10:02:00.141-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal 2010'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas especiais'/><title type='text'>O Natal nos lembra a nossa Verdadeira Vocação</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No natal celebramos o nascimento de Cristo. Mas por que Cristo nasceu como homem? Alguma vez na vida já nos perguntamos isso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JXH8tZIYjto?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JXH8tZIYjto?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; (Simplesmente Amar - Vida Reluz)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;  Cristo nasceu para Amar. Simplesmente Amar. Porque Ele é o Amor. Que neste Natal possamos entender o verdadeiro sentido do Natal. Que possamos sentir o nascimento de Cristo em nós e, enfim, compreender a nossa verdadeira vocação: simplesmente amar. &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0jSR6jv8I/AAAAAAAAAgI/8JuXGZqp8J4/s1600/menino_jesus%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 228px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0jSR6jv8I/AAAAAAAAAgI/8JuXGZqp8J4/s320/menino_jesus%255B1%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552132712571322306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Feliz Natal a todos!&lt;br /&gt;Desejo tudo de bom nesta noite feliz em que o Amor nasceu para todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-1926592714491178559?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/1926592714491178559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=1926592714491178559&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1926592714491178559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1926592714491178559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/o-natal-nos-lembra-nossa-verdadeira.html' title='O Natal nos lembra a nossa Verdadeira Vocação'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0jSR6jv8I/AAAAAAAAAgI/8JuXGZqp8J4/s72-c/menino_jesus%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-8165102117115214151</id><published>2010-12-23T09:07:00.004-02:00</published><updated>2010-12-23T21:52:34.724-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal 2010'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas especiais'/><title type='text'>O melhor presente é ser presença</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O fim do ano é sempre um tempo de alegria e esperança: alegria por tudo aquilo que conquistamos durante todo este ano de 2010 e esperança para tudo que nos aguarda em 2011. Neste tempo, nos lembramos de tudo que nos aconteceu e também das pessoas que entraram em nossas vidas, nos fizeram felizes e dividiram conosco momentos felizes. Algumas pessoas com certeza se casaram, outras tiveram a alegria de ter um filho (talvez aquele tão esperado de muito tempo), outras entraram na faculdade, muitos encontraram verdadeiros amigos que os ajudaram a vencer um sofrimento, uma dor, a encontrar a direção perdida pelo caminho e assim a vencer diversas dificuldades. Nas proximidades do Natal e do ano novo, surge em nós o desejo de demonstrar nossa gratidão e nosso amor por meio de um gesto concreto, de um presente que seja ao mesmo tempo útil para a pessoa que o recebe e também um pouco de nós. Um presente que expresse nossa elação pessoal, nosso afeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwE4s4tFI/AAAAAAAAAgQ/ftPyIsUcryU/s1600/presente-5184.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwE4s4tFI/AAAAAAAAAgQ/ftPyIsUcryU/s320/presente-5184.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553202307278615634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Como encontrar o melhor presente, então? Hoje, nosso mundo é marcado fortemente pelo consumismo, que progressivamente gera nas pessoas um sentimento profundo de insatisfação com aquilo que se tem, o forte desejo de ter algo diferente, algo novo. Isso influencia até mesmo em nossa vida prática, pois tantos querem uma novidade em suas vidas, sonham com grandes mudanças e, por vezes, sentem-se sozinhos, porque não têm tempo de olhar para os lados e ver as pessoas que eles amam e que convivem com eles. Pode-se sonhar com várias coisas, mas na verdade ninguém tem o sonho de ficar realmente só. Todos nós sonhamos com a presença dos outros e em ser presença também na vida dos outros, uma presença que seja bem acolhida e agradável. Queremos sempre dividir nossa felicidade com nossos amigos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwFKWc7CI/AAAAAAAAAgY/Tg3mQfy3PaM/s1600/imagem-natal.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwFKWc7CI/AAAAAAAAAgY/Tg3mQfy3PaM/s320/imagem-natal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553202312016358434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Nós construímos uma família, uma amizade, com nossa capacidade de entrelaçar nossas vidas, nossos sonhos, etc. é isso que nos faz verdadeiramente mais fortes. É notável e bonito ver as cordas que prendem navios enormes, cordas fortes e resistentes. Ao nos aproximarmos delas, vemos que são formadas de simples fios que sozinhos seriam frágeis, mas que entrelaçados são capazes de vencer desafios enormes, como o de amarrar um navio. Assim é a vida humana. Deus quis que fosse assim e viu que era bom. Nenhum de nós é como uma corrente de ação, que é forte por si mesmo, uma força solitária que tem como consequência ser sozinho e com sentimentos tão duros quanto o aço. Nossa presença fortifica os outros, especialmente os que mais amamos, e a presença deles nos fortifica também. Somos fortes por sermos juntos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwFUUA85I/AAAAAAAAAgg/pH-poEV_cHs/s1600/FAOMAK%257E1.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 261px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwFUUA85I/AAAAAAAAAgg/pH-poEV_cHs/s320/FAOMAK%257E1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553202314690491282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Em nosso tempo, todos possuem compromissos: cada minuto, cada segundo, torna-se importante, especialmente nas grandes cidades onde o estresse atinge níveis altíssimos, e a vida torna-se agitada. Cada vez torna-se mais difícil encontrar o que é mais importante porque tudo parece mudar o tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Em um mundo de tanto a se fazer, não podemos deixar de fazer também o amor acontecer, não nos deixarmos controlar demais pelas obrigações e sonhos simplesmente, mas encontrar espaço para dar o presente de nossa presença. Na verdade, o melhor presente é ser presença. Não qualquer presença, mas a presença que acrescenta algo melhor à vida dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwFtGhk7I/AAAAAAAAAgo/DBm6wi4VouM/s1600/juntos.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 192px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwFtGhk7I/AAAAAAAAAgo/DBm6wi4VouM/s320/juntos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553202321344795570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; E como ser presença? Bem, essa pergunta exige muitas respostas, porque uma presença que acrescenta deve ser adequada a cada pessoa e situação. Eu darei uma dica com base no diário de um santo chileno, Santo Alberto Hurtado. Um dia, ele estava pensando no mandamento do amor: “Amar o próximo como a si mesmo” (Lc 6, 31), e se perguntou a quem deve amar. A resposta foi: “Amar a todas as pessoas, sofrer com seus fracassos, alegrar-me com suas alegrias, trazer em meu espírito a lembrança de todos aqueles que encontrei em meu caminho, aqueles que me deram a vida, os que deram a vida por mim, meus amigos de infância, conhecidos na escola, no bairro, amar a todos que ajudei e que me ajudaram, aqueles que eu amo e amei, aqueles que me amaram muito mais do que eu os consegui amar. Colocá-los todos em meu coração, cada um em um lugar (porque existem diferentes lugares no coração do homem) e oferecê-los todos a Deus, e agradecer por cada um”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDyC1NGgFI/AAAAAAAAAhA/dmzbehj9dOw/s1600/amigos2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 223px; height: 167px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDyC1NGgFI/AAAAAAAAAhA/dmzbehj9dOw/s320/amigos2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553204471003512914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Devemos ser presença na vida daqueles que amamos para que sintam nosso amor. Para uma missão assim grande, talvez vamos precisar do ano de 2011 inteiro, por isso comecemos por aqueles que são mais próximos de nós. Nossos familiares, nossos amigos, dando a eles o que temos de melhor para dar, o presente de nossa presença, nosso afeto manifestado em uma boa conversa, em que lembramos o que de bom Deus tem realizado em nossas vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwGG7hTRI/AAAAAAAAAgw/n5-QqUy2Lfs/s1600/amigos.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 286px; height: 176px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwGG7hTRI/AAAAAAAAAgw/n5-QqUy2Lfs/s320/amigos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553202328277962002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Escolha o presente certo, dê a presença de bom humor, e da alegria que possuem muitas expressões visíveis nos detalhes. Conceda a presença que demonstra gratidão. A quantos precisamos agradecer e ainda não o fizemos? Quantos merecem nossos elogios e por algum motivo ainda não os elogiamos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Presença que traz paz e harmonia. Como a presença de um pai ou mãe que em sua casa semeia a paz, o diálogo, que dá aos seus filhos mais que sonhos, dá a eles valores. É bonito ver uma família em que os filhos sonham em ser pais, como seus pais o são. Infelizmente, muitos não têm a oportunidade de viver isso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDxcZjUc8I/AAAAAAAAAg4/2Wlg3DH70VY/s1600/amigos%2B3.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 220px; height: 182px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDxcZjUc8I/AAAAAAAAAg4/2Wlg3DH70VY/s320/amigos%2B3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553203810745480130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Volto a dizer que o presente é bem-vindo, é uma demonstração do afeto, mas a presença é o melhor presente, porque é o próprio afeto! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus os abençoe.&lt;br /&gt;Bom Natal e Feliz 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;(Texto de autoria do Pe. Antonio Xavier Batista. Imagens retiradas do Google)&lt;br /&gt;(Retirado da revista Canção Nova, edição nº 120, dezembro/2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-8165102117115214151?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/8165102117115214151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=8165102117115214151&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8165102117115214151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/8165102117115214151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/o-melhor-presente-e-ser-presenca.html' title='O melhor presente é ser presença'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TRDwE4s4tFI/AAAAAAAAAgQ/ftPyIsUcryU/s72-c/presente-5184.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-3699909092238926285</id><published>2010-12-21T10:54:00.008-02:00</published><updated>2010-12-21T13:51:26.937-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal 2010'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Datas especiais'/><title type='text'>A Felicidade que se busca no Natal</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; É praticamente impossível não deixar de perceber que o Natal está chegando. As casas ganham uma ornamentação especial, árvores são iluminadas, jardins decorados e o comércio se movimenta traçando estratégias para melhores faturamentos. As pessoas se mobilizam de tal maneira que nenhuma outra celebração do ano parece igual. Os mais desavisados podem pensar que dezembro é o mês das festas. O comércio se desdobra em turnos de trabalho, promovendo competições, distribuindo prêmios por meio de sorteios, entre muitas outras ações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwGXjvSI/AAAAAAAAAfo/sVJ7ZUbYmaw/s1600/Fotos%2Bcasas%2Bdecoradas%2Bcom%2Bluzes%2BNatal%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 261px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwGXjvSI/AAAAAAAAAfo/sVJ7ZUbYmaw/s320/Fotos%2Bcasas%2Bdecoradas%2Bcom%2Bluzes%2BNatal%2B2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552116732193389858" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Nas empresas, colaboradores brindam a chegada de mais um Natal, com festas, brincadeiras e troca de presentes... Toda essa movimentação parece revigorar nas pessoas a força de encontrar um sentido para suas vidas que, por muitas vezes, não passam de dias rotineiros, repletos de superficialidades, os quais se repetem por anos a fio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Não é raro nós vermos pessoas reclamando ou tristes exatamente na noite em que a humanidade se rejubila com a graça que Deus dispensou à humanidade. Talvez, essas pessoas esperassem viver – na atitude de presentear e de serem presenteadas – o verdadeiro significado dos votos de felicidade expressos nos cartões ou nas frases, muitas vezes, repetidas quase que automaticamente. Para outras, os votos de felicidades são traduzidos na esperança de gozarem de muita saúde e muito dinheiro para realizar todos os sonhos de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwZ1XpZI/AAAAAAAAAfw/KfwMwYmB3Ug/s1600/casa%2Bnatal.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwZ1XpZI/AAAAAAAAAfw/KfwMwYmB3Ug/s320/casa%2Bnatal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552116737418700178" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Infelizmente, devido à necessidade de se alcançar a alegria vendida pelo mundo, muitos de nós mal nós damos conta da grandeza da oferta concedida por Deus a cada um de nós neste tempo. A felicidade que se busca não está contida num pacote ou, simplesmente, nos votos de dias sem preocupações, crises ou sofrimentos. Sabemos que presente algum poderá eliminar o vazio de nosso coração ou tirar a inquietude de nossa alma com as diversas preocupações e decepções. O grande diferencial que supre as lacunas de nossa alma e que revitaliza nossas forças, especialmente quando somos assolados pelas tempestades da vida, tem sido proclamado pela Igreja há mais de 2.000 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwjfGImI/AAAAAAAAAf4/KhNbVtgDopo/s1600/DECORA%257E1.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwjfGImI/AAAAAAAAAf4/KhNbVtgDopo/s320/DECORA%257E1.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552116740009632354" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Talvez esteja faltando em nossa vida – entre as atividades agendadas para o feriado de Natal – o compromisso de buscarmos viver o encontro com Aquele que é a salvação para ricos e pobres; brancos e negros; livres e cativos; e razão de toda existência. Em nossos dias, grandes transformações continuam acontecendo na vida daquelas pessoas que se dispõem a conhecê-Lo. Pois, ao vivermos uma experiência com Ele não nos encontramos com um personagem histórico que viveu há milhares de anos, mas com Alguém que vive e realiza prodígios na vida de quem O acolhe como Amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Não se conhece alguém que, ao assumir a participação de Jesus Cristo na sua vida, tenha sido decepcionado ou abandonado às margens do caminho; ou que, ao ter clamado por Sua ajuda, tenha sido desprezado.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0Vr5fb0eI/AAAAAAAAAgA/y442sgjfUTU/s1600/manjedoura.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 239px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0Vr5fb0eI/AAAAAAAAAgA/y442sgjfUTU/s320/manjedoura.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552117759528915426" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Neste novo tempo, em vez de permitirmos que o Menino Deus nasça numa manjedoura fria, que possamos testemunhar a alegria de acolher em nosso coração Aquele que pode preencher a nossa alma e nos propor um novo caminho em direção à almejada felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Abraços e votos de feliz Natal repleto de mudanças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto de autoria de Dado Moura*) &lt;br /&gt;(Imagens retiradas do Google)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/P&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; * Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista. Outros temas do autor: www.dadomoura.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-3699909092238926285?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/3699909092238926285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=3699909092238926285&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3699909092238926285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/3699909092238926285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/felicidade-que-se-busca-no-natal.html' title='A Felicidade que se busca no Natal'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/TQ0UwGXjvSI/AAAAAAAAAfo/sVJ7ZUbYmaw/s72-c/Fotos%2Bcasas%2Bdecoradas%2Bcom%2Bluzes%2BNatal%2B2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-6811966432426189600</id><published>2010-12-18T17:32:00.007-02:00</published><updated>2010-12-18T17:43:17.285-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='É só o Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Dom Supremo (por Henry Drummond - Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)'/><title type='text'>O DOM SUPREMO - Parte VII (Final)</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;[...continuação]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Estou quase acabando este longuíssimo sermão. Mas, antes, quero fazer uma proposta: quanto de vocês querem juntar-se a mim, para ler este trecho da carta aos coríntios, pelo menos uma vez por semana? Quem quiser, que o faça durante os próximos três meses. Um homem assim o fez, e mudou completamente sua vida. Ou então vocês podem começar por ler esta epístola uma vez por dia, principalmente os versos que descrevem a maneira de agir que combina com o Amor: &lt;em&gt;“O Amor é paciente, é benigno, o Amor não arde em ciúmes.” &lt;/em&gt;Coloquem estes ingredientes na vida de vocês. A partir daí, tudo o que fizerem passará a ser Eterno. Vale a pena dedicar um pouco de tempo para aprender a arte de Amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Nenhum homem se torna santo enquanto dorme; é necessário rezar, meditar. Da mesma maneira, qualquer melhora, em qualquer sentido, requer preparação e cuidados. Exijam de si mesmos: viver uma vida plena e correta. Se vocês olharem para trás, perceberão que os melhores e mais importantes momentos da vida foram aqueles onde estava presente o Espírito do Amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quando olhamos nosso passado – e não nos detemos nos prazeres transitórios da vida -, notamos que os momentos marcantes de nossa existência são aqueles em que vivíamos o amor; ou que, escondidos, fizemos algo de bom para alguém. Coisas às vezes tolas demais para serem contadas, mas que, por frações de segundo, nos fizeram sentir como se estivéssemos mergulhados na Eternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Eu já vi quase todas as belas coisas que Deus criou. Já gozei quase todos os prazeres que um homem pode gozar. Mesmo assim, ao olhar meu passado, sobram apenas quatro ou cinco momentos - geralmente muito curtos - em que pude fazer uma pobre imitação do Amor de Deus. São esses momentos que justificam minha vida. Todo o resto é passageiro. Qualquer outro bem ou virtude é apenas uma ilusão. Esses pequenos atos de Amor que ninguém reparou, que ninguém conheceu, justificam minha vida. Porque o amor permanece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Mateus nos dá uma descrição clássica do Juízo Final: o Filho do Homem senta-se em um trono, e separa, como um pastor, os cabritos das ovelhas. Nesse momento, a grande pergunta do ser humano não será: &lt;em&gt;“Como eu vivi?”&lt;/em&gt; Será, isto sim: &lt;em&gt;“Como amei?” &lt;/em&gt;O teste final de toda busca da Salvação, será o Amor. Não será levado em conta o que fizemos, em que acreditamos, o que conseguimos. Nada disso nos será cobrado. O que nos será cobrado: nossa maneira de amar o próximo. Os erros que cometemos nem sequer serão lembrados. Seremos julgados pelo bem que deixamos de fazer. Pois manter o Amor trancado dentro de si é ir contra o Espírito de Deus, é a prova de que nunca O conhecemos, de que Ele nos amou em vão, de que Seu Filho morreu inutilmente. Deixar de Amar significa dizer que Deus jamais inspirou nossos pensamentos, nossas vidas, e que nunca chegamos perto Dele o suficiente para sermos tocados por seu exuberante Amor. Significa que &lt;em&gt;“eu vivi por mim mesmo, pensei por mim mesmo, por mim mesmo, e ninguém mais - como se Jesus jamais tivesse vivido, como se Ele jamais tivesse morrido.” &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; É diante de Deus que as nações do mundo serão reunidas. É na presença de todos os outros homens que seremos julgados. E cada homem julgará a si mesmo. Ali estarão presentes aqueles que encontramos e ajudamos. Ali também vão estar aqueles que desprezamos e negamos. Não há necessidade de chamar qualquer Testemunha, pois nossa própria vida se encarregará de mostrar, na frente de todos, o que fizemos. Nenhuma outra acusação - além da falta de Amor - será proferida. Não se enganem; as palavras que neste Dia ouviremos não virão da teologia, não virão dos santos, não virão das igrejas. Virão dos famintos e dos pobres. Não virão dos credos e das doutrinas. Virão dos desnudos e dos desabrigados. Não virão das Bíblias e dos livros de orações. Virão dos copos de água que damos ou deixamos de dar. &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/r5-5SWSvfxE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/r5-5SWSvfxE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;(Amor Maior)&lt;br&gt;(&lt;em&gt;Grupo Mensagem 2000/Brasil&lt;/em&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é Cristo? &lt;br /&gt;É aquele que alimentou os pobres, vestiu ou nus, e visitou os doentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde está Cristo? &lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Todo aquele que receber uma criancinha destas em seu nome, também me recebe.” &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem está com Cristo? &lt;br /&gt;Aquele que ama. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Quando o rapaz acabou de falar, o sol já havia se posto. As pessoas se levantaram, em silêncio, e foram para as suas casas. Nunca mais, pelo resto de suas vidas, esqueceriam aquele dia. Haviam sido tocadas pelo Dom Supremo, e desejaram, naquele instante, que aquela tarde fosse lembrada por muito tempo. &lt;em&gt;“Embora não possa ser lembrada para sempre” &lt;/em&gt;,pensou um deles, consigo mesmo. Porque, como bem havia dito o rapaz, só o Amor permanece. &lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto retirado do livro "O Dom Supremo", de Henry Drummond)&lt;br /&gt;(Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-6811966432426189600?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/6811966432426189600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=6811966432426189600&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/6811966432426189600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/6811966432426189600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/o-dom-supremo-parte-vii-final.html' title='O DOM SUPREMO - Parte VII (Final)'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-4047140277124110090</id><published>2010-12-12T00:39:00.008-02:00</published><updated>2010-12-12T01:32:55.181-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='É só o Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Dom Supremo (por Henry Drummond - Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)'/><title type='text'>O DOM SUPREMO - Parte VI</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[... continuação]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Falta acrescentar muita pouca coisa sobre as razões que levaram Paulo a considerar o Amor como o Dom Supremo. Falta apenas analisar a principal razão. Algo muito importante, que pode ser resumido numa frase curtíssima: O Amor permanece.&lt;em&gt; “O Amor”&lt;/em&gt;, insiste Paulo, &lt;em&gt;“jamais acaba”. &lt;/em&gt;Então ele nos dá mais uma de suas maravilhosas listas. Fala de assuntos que eram importantes em sua época. Coisas que todos garantiam ser eternas. E mostra como são frágeis, temporárias, agonizantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;em&gt;“Havendo profecias, desaparecerão.”&lt;/em&gt; Naquele tempo, o sonho de todas as mães era que seus filhos se tornassem profetas. Durante séculos e séculos, Deus tinha escolhido falar ao mundo por meio dos profetas, e estes eram mais poderosos que os Reis. Os homens esperavam, aflitos, que chegasse um novo mensageiro do Alto, e o honravam quando ele aparecia. Paulo é implacável : "Havendo profecias, desaparecerão." A Bíblia está repleta de profecias. Mas, na medida em que foram transformadas em realidade, perderam seu verdadeiro sentido. Desapareceram como profecias, para se tornarem apenas o alimento da fé de homens piedosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Então, Paulo fala sobre as línguas. &lt;em&gt;“Havendo línguas, cessarão"&lt;/em&gt;, diz ele. Tanto quanto sabemos, já se passaram milhares de anos desde que as primeiras línguas surgiram sobre a face da Terra. Elas ajudaram o homem a se organizar, crescer, e sobreviver num mundo perigoso e hostil. Onde estão estas línguas? Desapareceram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Os egípcios construíram pirâmides e gravaram sua escrita em monumentos que permanecem até hoje. Ainda existem como nação, mas sua língua original desapareceu. Considere estes exemplos da maneira que você quiser, inclusive no sentido literal. Embora não fosse esta a principal preocupação de Paulo, pelo menos podemos entender melhor o que ele estava falando. A carta aos coríntios, que lemos e que discutimos durante todo este tempo, foi escrita originalmente em grego antigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Se formos até a Grécia com o texto original, pouquíssimas pessoas seriam capazes de decifrá-lo. Há mil e quinhentos anos atrás, o latim dominava o mundo. Hoje não significa mais nada. Reparem as línguas indígenas: estão desaparecendo. A língua original do País de Gales, ou a da Escócia, está morrendo diante de nossos olhos. O livro mais popular da Inglaterra, com exceção da Bíblia, é Pickwick Papers, de Charles Dickens. Foi quase todo escrito num inglês falado pelas pessoas nas ruas. Pois bem: estudiosos nos garantem que, em cinqüenta anos, este livro será ilegível para o leitor comum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Então, Paulo vai mais longe e acrescenta, com ênfase: &lt;em&gt;"havendo ciência, passará"&lt;/em&gt;. Onde está a ciência dos antigos? Sumiu por completo. Hoje, um menino de escola secundária conhece muito mais coisas que Sir Isaac Newton, o descobridor da Lei da Gravidade, conhecia em sua época. O jornal que nos traz as novidades da manhã é jogado fora quando chega a noite. Compramos enciclopédias de dez anos atrás por apenas alguns tostões, porque as conquistas científicas que estão em suas páginas já foram completamente ultrapassadas. &lt;br /&gt;Reparem como a carruagem puxada a cavalo foi substituída pelo vapor. E como a eletricidade, por sua vez, ameaça superar o vapor, jogando no esquecimento centenas de invenções que apenas acabaram de nascer. Uma das maiores autoridades dos dias de hoje, Sir William Thomson, garante: &lt;em&gt;“O motor a vapor em breve deixará de existir.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “Havendo ciência, passará.” &lt;/em&gt;Vemos no fundo dos quintais algumas rodas velhas, peças quebradas, objetos de ferro corroídos pela ferrugem; vinte anos atrás, estas mesmas peças faziam parte de objetos que eram o orgulho de seu dono.  Agora não representam mais nada, a não ser um estorvo do qual não conseguimos nos livrar. Toda ciência e toda filosofia de nossa época, de que tanto nos orgulhamos, um dia envelhecerão. Alguns anos atrás, a maior autoridade de Edimburgo era Sir James Simpson, o descobridor do clorofórmio e o precursor da anestesia. Recentemente, o bibliotecário da universidade onde Sir James Simpson lecionava, pediu ao sobrinho do cientista que se livrasse dos livros do tio. Estes já não tinham qualquer interesse para os novos estudantes. O sobrinho disse ao bibliotecário: &lt;em&gt;“Não são apenas os livros de meu tio. Qualquer livro científico com mais de dez anos deve ser levado para o porão.” &lt;/em&gt;Sir James Simpson era uma pessoa mundialmente importante; cientistas de todas as partes do planeta vinham consultá-lo. Entretanto, suas descobertas - e quase todas as outras descobertas de sua época - foram superadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nAECfigpkmQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nAECfigpkmQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt; &lt;em&gt;Como uma Onda - Zen surfismo&lt;/em&gt;&lt;br&gt; (Lulu Santos)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; “Porque agora vemos como num espelho, obscuramente.” Vocês podem me dizer algo que permaneça para sempre? Paulo deixou de mencionar muitas coisas. Não falou em dinheiro, fortuna, fama; limitou-se apenas às coisas importantes do seu tempo, às coisas a que se dedicavam os melhores homens da sua época. E as colocou, decididamente, de lado. Paulo nada tem contra as coisas em si; não falou mal delas. Tudo que disse foi que elas não durariam. Eram coisas importantes, mas não eram dons supremos. Existia algo além delas. O que somos é mais do que fazemos, e muito mais do que possuímos. Muitas coisas, que os homens chamam de pecado, não são pecados; são sentimentos e deslizes que desaparecem rápido. Efêmeros. Este é um argumento favorito do Novo Testamento. João não nos diz que o mundo está errado; diz que &lt;em&gt;“passará”. &lt;/em&gt;Existem muitas coisas no mundo que são belas; coisas que nos entusiasmam e nos engrandecem. Mas não vão durar. Todo o reino deste mundo, o deslumbramento de visão, os prazeres da carne, o orgulho, tudo existe apenas por um breve momento. Por isso, não deixe que seu amor se prenda às coisas do mundo. Nada que o mundo contém vale a dedicação e o tempo de uma alma imortal. A alma imortal deve entregar-se a algo que é imortal. E as únicas coisas imortais são &lt;em&gt;“a fé, a esperança e o amor”. &lt;/em&gt; Alguns podem dizer, inclusive, que duas destas coisas também passam: a fé, quando sentimos e vivemos a presença de Deus, e a esperança, quando é satisfeita e preenchida. Mas, com toda certeza, o Amor continuará presente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Deus, o Eterno Deus, é Amor. Busquem, portanto, o Amor - este momento eterno, a única coisa que vai permanecer quando a própria raça humana tiver chegado ao final de seus dias. O Amor será sempre a única moeda corrente aceita no Universo, quando todas as outras moedas, de todas as nações, tiverem perdido seu uso e seu valor. Se vocês querem se entregar a muitas coisas, entreguem-se primeiro ao Amor - e tudo o mais lhes será acrescentado, dando a cada coisa o seu devido valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Deem a cada coisa apenas o seu devido valor. Permitam pelo menos que o grande objetivo de suas vidas seja o de conseguir forças suficientes para defender esta idéia, e construir uma existência usando o Amor como principal referência. Como fez Cristo, que construiu toda a sua obra em cima do Amor. Eu comentava que o Amor é eterno. Já repararam como João o associa, várias vezes, à Vida Eterna? Quando eu era criança, me diziam que &lt;em&gt;“Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito para que todo que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. &lt;/em&gt; Os mais velhos diziam então - lembro-me bem - que Deus amou tanto o mundo que, se confiássemos Nele, teríamos paz, descanso, alegria, ou segurança. Eu tive que descobrir por mim mesmo que não era bem assim. Que, na verdade, todos aqueles que confiassem Nele - isto é, que O amassem, pois a confiança é uma avenida pela qual o Amor caminha - teriam, isto sim, a Vida Eterna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Os textos sagrados nos falam de uma nova vida. Não ofereça ao próximo apenas a paz, ou o descanso, ou a segurança. Em vez disso, conte como Cristo veio ao mundo para dar ao homem uma vida mais cheia de Amor - e, por isso mesmo, abundante em salvação, longa o suficiente para que possamos nos dedicar ao aprendizado do Amor. Só assim as palavras do Evangelho fazem sentido, e podem tocar o corpo, a alma e o espírito, dando a cada uma destas partes uma orientação e uma finalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Muitos dos textos espirituais que vemos hoje são dirigidos apenas a uma parte do homem. Oferecem Paz, mas não falam em Vida. Discutem a Fé, e esquecem o Amor. Contam sobre a Justiça, e não tocam na Revelação. E o homem termina se afastando da Busca Espiritual, porque esta foi incapaz de mantê-lo em sua trilha. Não cometamos esses erros. Que fique sempre claro para nós que só o Amor Total pode competir com o amor deste mundo. Amar abundantemente é viver abundantemente. Amar para sempre é viver para sempre. A vida Eterna está completamente acorrentada ao Amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt; &lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/c5NbxBlUhbE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/c5NbxBlUhbE?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Por que queremos viver para sempre? Porque desejamos que o dia de amanhã nos traga alguém que amamos. Porque queremos conviver mais um dia com a pessoa que está ao nosso lado. Porque queremos encontrar alguém que mereça nosso amor, e que saiba, por sua vez, nos amar como achamos que merecemos. Por isso, quando um homem não tem ninguém que o ame, sente uma profunda vontade de morrer. Enquanto ele tiver amigos, gente que ele ama e que o ama, ele viverá. Porque viver é amar. Até mesmo o amor por um animal de estimação - um cachorro, por exemplo - pode justificar a vida de um ser humano. Mas se ele não tiver mais esse laço de amor com a vida, desaparece também qualquer razão para continuar vivendo. A “energia da vida” falhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Participar da Vida Eterna significa conhecer o Amor. Deus é Amor. João diz: &lt;em&gt;“Estamos no verdadeiro, em seu Filho. Este é o verdadeiro Deus e a Vida Eterna.” &lt;/em&gt;Seja qual for sua crença, ou sua Fé, busque primeiro o Amor. E o resto lhes será acrescentado. Pois o Amor precisa ser eterno. Porque Deus o é.  Amor é Vida. O Amor nunca falha, e a vida não falhará enquanto houver Amor. É isto que Paulo nos mostra: que, no fundo de todas as coisas criadas, o Amor está presente como o Dom Supremo - porque o Amor permanece, enquanto as coisas acabam. O Amor está aqui, existe em nós agora, neste momento. Não é algo que nos venha a ser dado depois de morrermos. Ao contrário, teremos pouquíssimas chances de aprender o Amor quando estivermos velhos se não o buscarmos e o praticarmos agora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O pior destino que um homem pode ter é viver e morrer sozinho, sem amar e sem ser amado. Quem ama está salvo. Quem não ama, nem é amado, está condenado. E aquele que se alegra no Amor, se alegra em Deus, porque Deus é amor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[continua...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto retirado do livro "O Dom Supremo", de Henry Drummond)&lt;br /&gt;(Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-4047140277124110090?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/4047140277124110090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=4047140277124110090&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/4047140277124110090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/4047140277124110090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/o-dom-supremo-parte-vi.html' title='O DOM SUPREMO - Parte VI'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-1438395001162855436</id><published>2010-12-04T09:49:00.007-02:00</published><updated>2010-12-04T10:19:27.686-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='É só o Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Dom Supremo (por Henry Drummond - Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)'/><title type='text'>O DOM SUPREMO - Parte V</title><content type='html'>&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...continuação]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Chega de analisar o Amor. Agora temos que nos esforçar para que todos estes ingredientes passem a fazer parte de nós mesmos. Este deve ser o nosso objetivo no mundo: aprender a amar. A vida nos oferece milhares de oportunidades para aprendermos a amar. Todo homem e toda mulher, em todos os dias de suas vidas, têm sempre uma boa oportunidade de entregar-se ao Amor. A vida não é um longo feriado, mas um constante aprendizado. E a mais importante lição que temos é: aprender a amar. Amar cada vez melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O que faz do homem um grande artista, um grande escritor, um grande músico? Prática. O que faz do homem um grande homem? Prática. Nada mais. O crescimento espiritual aplica as mesmas leis usadas pelo corpo e pela alma. Se um homem não exercita seu braço, jamais terá músculos. Se não exercita sua alma, jamais terá fortaleza de caráter, nem ideais, nem a beleza do crescimento espiritual. O Amor não é um momento de entusiasmo. O Amor é uma rica, forte e generosa expressão de nossas vidas, a personalidade do homem em seu mais completo desenvolvimento. E, para construir isso, precisamos de uma prática constante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; O que fazia Cristo na carpintaria? Praticava. Embora perfeito, aprendia, todos nós já lemos sobre isso. E assim, ele crescia em sabedoria, para Deus e para os homens. Procure ver o mundo como um grande aprendizado de Amor, e não fique lutando contra aquilo que acontece em sua vida. Não reclame por precisar estar sempre atento, ser obrigado a viver em ambientes mesquinhos, cruzando com almas pouco desenvolvidas. Essa foi a maneira que Deus encontrou para você praticar o Amor. E não se assuste com as tentações. Não se surpreenda com o fato de elas estarem sempre à sua volta, e não se afastarem, apesar de tanto esforço e tanta prece. É desta maneira que Deus trabalha sua alma. Tudo isso o está ensinando a ser paciente, humilde, generoso, entregue, delicado, tolerante. Não afaste a Mão que esculpe a sua imagem, porque esta Mão também mostra o seu caminho. Esteja certo de que você está ficando mais belo a cada minuto que passa, e, embora não perceba, dificuldades e tentações são ferramentas utilizadas por Deus. Lembrem-se das palavras de Göethe: &lt;em&gt;“o talento se desenvolve na solidão; o caráter, no rio da vida.” &lt;/em&gt;O talento se desenvolve na solidão; a prece, a Fé, a meditação, se desenvolvem na visão clara da vida. Mas o caráter só pode crescer se fizermos parte do mundo. Porque é no mundo que aprendemos a Amar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Pois bem, eu mostrei alguns aspectos do Amor, para facilitar nossa compreensão a respeito de Deus e do próximo. Mas são apenas aspectos. O Amor jamais pode ser definido. A luz é muito mais do que a soma de seus componentes, é algo que brilha, fulgurante, no espaço. E o Amor é muito mais do que a soma de todos os seus ingredientes. É algo vivo, palpitante, divino. Se misturarmos todas as cores do arco-íris, tudo que conseguimos criar é a cor branca, não conseguimos fazer a luz. Da mesma maneira, ao sintetizar todas as virtudes das quais falamos, podemos nos tornar virtuosos, mas não quer dizer que tenhamos aprendido a amar. Então, como vamos trazer o Amor para dentro de nossos corações? Vamos trabalhar nossa vontade, para mantê-lo sempre próximo. Vamos tentar copiar os que aprenderam a amar. Vamos esquecer todas as regras que nos ensinaram sobre o que é o Amor, inclusive estas minhas palavras. Vamos orar. Vamos vigiar. Nada disso, porém, vai nos fazer amar, porque o Amor é um efeito. E, só ao conhecermos a causa, o efeito se manifestará. Devo dizer qual é esta causa? Se lermos a versão revisada da Primeira epístola de João, vamos encontrar as seguintes palavras: &lt;em&gt;“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro”.  &lt;/em&gt;Está escrito: &lt;em&gt;“Nós amamos”&lt;/em&gt;, e não &lt;em&gt;“Nós O amamos”&lt;/em&gt;, como pensam alguns. &lt;em&gt;“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro.”&lt;/em&gt; Reparem na palavra &lt;strong&gt;porque&lt;/strong&gt;. Essa é a causa a que me refiro. &lt;strong&gt;Porque&lt;/strong&gt; Ele primeiro nos amou, o efeito, consequentemente, é que nós amamos. Somos todos manifestações do Amor. Amamos a Ele, amamos a nós mesmos, amamos a todos. É assim. Nosso coração vai aos poucos se transformando. Contemplem o Amor que lhes é dado, e saberão como amar.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/a6UOLLms7L4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/a6UOLLms7L4?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;color1=0x2b405b&amp;amp;color2=0x6b8ab6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Imagem e Semelhança&lt;/em&gt; &lt;br&gt; (Walmir Alencar)&lt;/p&gt;&lt;p align=justify&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Você não pode se obrigar a amar, e tampouco pode obrigar a qualquer pessoa. Tudo que pode fazer é olhar o Amor, apaixonar-se por ele, e copiá-lo. Ame o Amor. Olhe o grande sacrifício que Ele propôs a si mesmo. Ao amá-lo, você se tornará como Ele. O Amor produz Amor. Coloque uma peça de ferro numa fonte de eletricidade, e você levará um choque. É um processo de indução. Ou a coloque perto de um ímã, e esta peça também se transformará em um ímã enquanto estiver ali. Permaneça perto de Quem nos amou, e você será imantado por esse Amor. Qualquer homem que buscar esta Causa, terá o seu Efeito. Tente livrar-se do preconceito de que a Busca Espiritual existe por acaso, ou capricho, ou por nosso gosto por mistério. Ela está aí por causa de uma lei natural, ou melhor, espiritual, porque é uma lei divina.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Edward Irving visitava um menino que estava morrendo. Ao entrar no quarto, colocou a mão na testa do garoto e disse: &lt;em&gt;"Garoto, Deus te ama." &lt;/em&gt;Não disse mais nada. Saiu em seguida. O garoto levantou-se, chamou todas as pessoas da casa, e gritava: &lt;em&gt;"Deus me ama! Deus me ama!" &lt;/em&gt;A mudança foi completa; a certeza de que Deus o amava lhe deu forças, destruiu o que havia de mal, e permitiu sua transformação. Da mesma maneira, o Amor derrete o mal que existe no coração de um homem e o transforma em uma nova criatura, paciente, humilde, tolerante, gentil, entregue (desapegado), sincera. Não existe nenhuma outra maneira de conseguir amar, e tampouco há qualquer mistério sobre isso. Nós amamos os outros, amamos a nós mesmos, amamos nossos inimigos, porque, primeiro, fomos amados por Ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Continua...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;br /&gt;(Texto retirado do livro "O Dom Supremo", de Henry Drummond)&lt;br /&gt;(Tradução e Adaptação de Paulo Coelho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5579075430029334701-1438395001162855436?l=neo-ad-infinitum.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/feeds/1438395001162855436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5579075430029334701&amp;postID=1438395001162855436&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1438395001162855436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5579075430029334701/posts/default/1438395001162855436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://neo-ad-infinitum.blogspot.com/2010/12/o-dom-supremo-parte-v.html' title='O DOM SUPREMO - Parte V'/><author><name>-  Mizi  -</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14800577518404678266</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_qi1N2GpC80M/SWNoc9j9wDI/AAAAAAAAAKw/7R8MLI2uSUM/S220/viasacra+001.1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5579075430029334701.post-7760712382686250491</id><published>2010-11-21T11:41:00.010-02:00</published><updated>2010-11-24T20:18:14.882-02:00</updated><category scheme='http://w
